27 de jan de 2015

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07 dicas infaliveis para o crente ser próspero e adquirir riquezas?

Por Renato Vargens

Lamento muito se você chegou a este BLOG com a expectativa de encontrar receitas mágicas para adquirir riquezas. Lamento também lhe informar que aqui você não encontrará dicas de atos proféticos, nem tampouco um manual humanista para convencer a Deus de que você é filho do Rei  e que portanto precisa ser rico. 

As dicas que eu tenho são simples, práticas e obejetivas e que se usadas poderão lhe ajudar a viver a vida de uma diferenciada, isto posto, vamos a elas:

1-) Gaste menos do que ganha. Os que gastam mais do que recebem jamais prosperarão. Pelo contrário, viverão para pagar dívidas.

2-) Trabalhe mais. Prosperidade vem pelo trabalho. Entenda que Deus não estimula, nem tampouco incentiva a pratica da vagabundagem. Infelimente em nosso país existem inúmeras pessoas que desejam um emprego e não um trabalho. Nessa perspectiva, espiritualizam a vida, deixando de lado, aquilo que de fato pode lhe proporcionar prosperidade, isto é, dedicação ao trabalho.

3-) Fuja do consumismo. Será que definivamente você precisa de várias televisões? Será que você precisa de tantos pares de sapato? Será que toda festa ou casamento que for convidada você precisa comprar um vestido novo? Ora, o consumismo é uma desgraça. Quantos não são aqueles que se individam desnecessáriamente? 

4-) Compre a vista e nunca financie aquilo que não tem condições de pagar. Lamentavelmente muitos dos que se encontram endividados, assim estão, porque compraram algo que não podiam pagar. São irresponsáveis, incosequentes que em nome da "fé" gastaram além daquilo que ganham.

5-) Nunca use o cheque especial. A taxa do cheque especial ultrapassou os 200% ao ano. É a maior desde 1999 e os que usam este tipo de crédito entram num buraco sem fundo. 

6-) Use o cartão de crédito com equilibrio. O cartão de crédito é uma faca de dois gumes. Pode ser uma bênção na sua vida se souber usa-lo, todavia, a maioria dos crentes, fazem uso indevido do cartão, gastando mais do que poderiam gastar.

7-) Faça tudo para a glória de Deus. Trabalhe, estude, compre, economize, compartilhe, doe,  enfim, tudo o que fizer, o faça visando a glória de Deus.

Caro leitor, vale a pena ressaltar que  mesmo observando e cumprindo cabalmente essas dicas é possível que você jamais enriqueça, contudo, não tenha dúvida que sua vida será bem melhor do que é.

Pense nisso,

Renato Vargens



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23 de jan de 2015

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Desculpe-me, mas sou um péssimo pastor…



…porque eu não vou mudar a minha voz para que você sinta segurança, achando que tenho alguma autoridade, quando eu falar;

…porque eu não vou pensar por você para facilitar sua jornada espiritual;

…porque eu não vou falar mais alto do que você precisa para ouvir;

…porque eu não vou lhe ensinar a determinar ou dar ordens ao Pai, como um filho mimado o faz;

…porque eu não lhe direi que você é um vencedor quando a sua espiritualidade está falida;

…porque eu não vou lhe ensinar a temer a Deus mais do que a amá-lo;

…porque eu não lhe direi que você é especial simplesmente por estar frequentando uma Igreja;

…porque eu não alimentarei o seu ego pregando somente as coisas que você gosta de ouvir;

…porque eu não lhe ensinarei a ser próspero a qualquer custo enquanto o mundo morre de fome;

…porque eu não lhe ensinarei a mover as mãos de Deus através de uma oferta sacrificial;

…porque eu não lhe direi que Deus me revelou algo que não está no texto, somente para fazer a mensagem melhor para você;

…porque eu não lhe direi que você não pode beber, se tatuar, ouvir músicas que não tocam na Igreja somente para facilitar o meu pastoreio;

…porque eu não vou lhe ensinar que a igreja de quatro paredes é a casa de Deus;

…porque eu não vou lhe ensinar que se você entregar o dízimo sua responsabilidade com os necessitados estará cumprida;

…porque eu não vou transformar a reunião do culto numa rave para que você fique atraído pelo ambiente;

…porque eu não vou lhe ensinar a marchar por Jesus, enquanto Ele quer que marchemos pelo próximo;

…porque eu não lhe darei uma lista do que pode ou do que não pode para você farisaicamente siga um mandamento no lugar de um Deus;

…porque eu não lhe ensinarei que há um Diabo maior do que a Bíblia conta somente para você poder colocar em alguém a sua culpa;

…porque eu não lhe ocultarei os meus erros para você pensar que é liderado por alguém melhor que você;

…porque eu não vou falar em nenhuma outra língua além da que você consegue compreender;

…porque eu não lhe tratarei melhor por causa do carro que você anda, da roupa que você veste ou do dinheiro que você põe no gazofilácio.

Dentre muitas outras coisas que poderia dizer: fique certo: sou um péssimo pastor.


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Fonte: MERO CRISTIANISMO. Via: POIMENIA. Divulgação: Púlpito Cristão.

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Igrejas arrecadam bilhões de reais em dízimos e doações, diz Receita Federal



Fiéis com alto grau de instrução doam 10% da renda para igrejas e atribuem a melhora na vida à Bíblia. Receita Federal afirma que R$ 39,1 milhões são entregues diariamente às igrejas.

Todos os dias, uma parcela expressiva de brasileiros tira parte do seu ganho para financiar as igrejas cristãs que frequenta. São os chamados dizimistas — aqueles que, segundo a “Bíblia”, devolvem a primeira das dez partes de todo seu ganho para Deus.

De acordo com números divulgados pela Receita Federal, por meio da Lei de Acesso à Informação, R$ 39,1 milhões são entregues diariamente às igrejas (católicas e evangélicas), que, juntas, arrecadaram

R$ 20,6 bilhões em 2011, somando todas as fontes de recursos. Desse total, R$ 14,2 bilhões vieram exclusivamente das doações. Essa quantia equivale ao orçamento anual do estado do Amazonas.

Enganam-se aqueles que pensam que nesse rol de “colaboradores” figuram apenas fiéis sem instrução, mais vulneráveis aos poderes de sedução dos padres e pastores.

Na Sara Nossa Terra, a igreja evangélica que reúne a maior quantidade de seguidores com curso superior, fiéis como o médico Romeu Nunes explicam o que os move na direção do dízimo: “Dou porque dá resultado”, afirmou. “Posso dizer que prosperei e aumentei meu patrimônio em pelo menos seis vezes depois que passei a contribuir com a igreja.”

Os números da Receita indicam que, do total arrecadado pelas igrejas, R$ 3,47 bilhões vêm por meio do dízimo e R$ 10,8 bilhões por doações aleatórias — aquelas que o seguidor faz sem se preocupar que sejam 10% do seu ganho.

Esse tipo de doação aleatória é mais comum nas igrejas católicas do que nas evangélicas. Pelo último Censo, 64,6% da população brasileira é católica, enquanto 22,2% pertencem a religiões evangélicas. Falando em nome desse grande contingente de católicos, dom Raymundo Damasceno, presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), explica: “A Igreja Católica não é uma empresa, que vende produtos para adquirir recursos. Vive sobretudo da doação espontânea, que decorre da consciência de cristão”.

O argumento pragmático do líder católico pretende derrubar a tese daqueles que acreditam que as doações servem apenas para enriquecer padres e pastores. Mas não faltam histórias que vão nesse sentido.

Uma delas ocorreu em junho deste ano, quando a polícia prendeu os líderes da Igreja Cristã Maranata, acusados de desvio do dinheiro do dízimo.

A investigação começou no ano passado. Segundo a denúncia, os líderes da igreja montaram um esquema para embolsar o dinheiro dos fiéis com o uso de notas superfaturadas. Na avaliação do Ministério Público, era uma forma de encobrir o desvio, que pode chegar a R$ 30 milhões

Eles pagam e não reclamam

Juíza do trabalho
A advogada Vanessa de Almeida Vignoli entrou em 2005 para a Igreja Sara Nossa Terra e contribui todos os meses com 10% daquilo que recebe pelo seu trabalho. “O dízimo é um princípio bíblico”, diz ela. “Faço essa doação até como proteção da minha vida financeira.” E os resultados vieram rápido, segundo a advogada. “Depois que entrei na igreja, consegui passar no mestrado da USP, na primeira fase do concurso para juíza do trabalho e trabalhei nos melhores escritórios.”

Tragédia pessoal
Carlos Eduardo Caporal é formado em odontologia, mas não exerce a profissão. Tornou-se empresário do ramo de seguros. Tem uma vida confortável. Mas nem sempre foi assim. Já teve dificuldades financeiras, inclusive no momento mais difícil da sua vida, quando perdeu a mulher. “Fiquei viúvo, com duas filhas e dificuldades financeiras”, conta. “Quem me ajudou em todos os sentidos foi a igreja. Naquele momento, entendi a importância do dizimo e nunca mais deixei de contribuir.”

Igrejas usam recursos em obras sociais e assistenciais

A maioria das igrejas que recebem dízimo de seus fiéis justifica os ganhos com a manutenção de suas paróquias e a realização de projetos sociais. A evangélica Sara Nossa Terra, por exemplo, abriu um site para arrecadar recursos, no endereço www.parceirosdedeus.com.br, e ali mesmo o contribuinte acompanha algumas dessas ações beneficentes.

Um dos projetos é o Lar Feliz, que atende em São Paulo, na Zona Sul, crianças e adolescentes. “Eles moram aqui, recebem todos os cuidados, como os de médico e dentista, além de incentivo para aprender um ofício e se profissionalizar”, diz o pastor Anderson Mário Quentino, que administra a casa. “Eles fazem cursos de informática, por exemplo, para estar aptos a entrar no mercado de trabalho.” No próprio site da igreja, são relatados casos de fiéis que contribuíram e receberam uma “bênção” em troca.

“Em 2011, Augusto Mergulhão se tornou parceiro de Deus e plantou durante todo o ano. Os milagres começaram a brotar em 2012, quando Deus proporcionou para ele colheitas sobrenaturais.” E aí é o próprio Mergulhão quem testemunha: “O inventário do meu falecido pai, que estava preso na Justiça havia 12 anos, foi liberado justamente quando eu já tinha 18 anos e poderia resgatar o que tinha direito.”

Em outro testemunho, Aline Diniz, que é casada e tem duas filhas, conta que ela e o marido estavam desempregados. “Morávamos de aluguel e ficamos em uma situação muito complicada. Antes mesmo que eu pagasse o que me comprometi com a igreja, um escritório grande de advocacia finalmente ligou para contratar o meu marido.”

Análise: Silas Guerrieiro – cientista da religião da PUC
O problema é o estado laico financiar igrejas

Em vários países da Europa, as igrejas são patrocinadas pelo estado com recursos dos impostos. As igrejas têm um custo para se manter e alguém tem de pagar. No Brasil, que tem um estado laico, os fiéis financiam. O dízimo é uma instituição muito antiga, que vem desde o surgimento do cristianismo. O que me parece estranho é que, mesmo sendo o Brasil um estado laico, ainda ocorram incentivos fiscais para determinadas igrejas.

Quanto arrecadam por ano as igrejas no Brasil

- Montante equivale à metade do orçamento anual da cidade de São Paulo
– Só doações e dízimos representam o orçamento do estado do Amazonas

R$ 20,6 bi em 2011

R$ 10,8 bilhões por doações aleatórias

R$ 3,47 bilhões por dízimo 

R$ 3 bilhões pela venda de bens e serviços 

R$ 460 milhões com rendimentos de ações e aplicações


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Fonte: Diário de São Paulo. Via: POIMENIA. Divulgação: Púlpito Cristão.

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22 de jan de 2015

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Cientistas acham cópia mais antiga do Evangelho em múmia




Um grupo de cientistas encontrou a cópia mais antiga do Evangelho em um papel papiro reutilizado para construir a máscara de uma múmia egípcia, revelou Craig Evans, doutor em Estudos Bíblicos e um dos responsáveis pela descoberta.

Trata-se de um fragmento do Evangelho de São Marcos, localizado há três anos e que, agora, especialistas da Universidade Evangelista de Acadia, no Canadá, consideram como o primeiro manuscrito do Novo Testamento da Bíblia de que se tem conhecimento.

Os cientistas acham que a origem do papiro remonta o primeiro século de nossa era, entre o ano 80 e 90 d.C., o que representa uma grande novidade. Até então, as cópias mais antigas datavam do século II depois de Cristo.

Os especialistas acreditam que alguém escreveu o fragmento de texto no papiro e, depois, outras pessoas reciclaram o material, muito caro na época, para elaborar a máscara funerária.

As máscaras de papel eram utilizadas pelas pessoas pobres do Egito, não tendo relação com as feitas em ouro e joias para cobrir os rostos dos grandes faraós, explicou Evans.

Acredita-se que São Marcos escreveu seu evangelho em Roma, acompanhado de São Pedro. Mas como a cópia viajou da atual capital italiana ao Egito? O caminho não é assim tão longo, garante o pesquisador.

"No Império Romano, o correio tinha a mesma velocidade de hoje em dia. Uma carta escrita em Roma pode ser lida no Egito semanas depois. Marcos escreveu seu evangelho no final dos anos 60 d.C, portanto, era possível encontrar uma cópia no Egito 20 anos depois", defende.

Para determinar a data dos papiros, os cientistas usaram uma técnica que permite descolar o papel das máscaras sem danificar a tinta. Dessa forma, os textos podem ser lidos com a mesma clareza.

Esse evangelho é uma das centenas de documentos que estão sendo analisados pela equipe de Evans, composta por mais de 30 especialistas.

"Estamos recuperando antigos documentos do primeiro, do segundo e do terceiro século depois de Cristo. Não só documentos bíblicos, mas também textos gregos clássicos ou cartas pessoais", explicou Evans, que revelou que alguns deles pertencem do poeta grego Homero, autor de grandes obras clássicas como "Ilíada" e "Odisseia".

No caso do fragmento do evangelho de São Marcos, foram analisadas também o design do projeto e as decorações da máscara, assim como o estilo da escrita e a datação do material, através do uso do isótopo carbono-14.

No final do ano, as descobertas serão divulgadas em uma revista especializada. Só então o público conhecerá qual o trecho do evangelho de São Marcos escondido nos papiros da máscara egípcia.


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Fonte: Portal Terra. Divulgação: Púlpito Cristão.

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21 de jan de 2015

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Cristofobia






No dia 16 de agosto de 2013, escrevi aqui no meu blog um post cujo primeiro parágrafo dizia o seguinte:

“No ano passado — portanto, em 2012 —, pelo menos 105 mil pessoas foram assassinadas no mundo por um único motivo: eram cristãs. O número foi anunciado pelo sociólogo Maximo Introvigne, coordenador do Observatório de Liberdade Religiosa, da Itália. E, como é sabido, isso não gerou indignação, protestos, nada. Segundo a Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), 75% dos ataques motivados por intolerância religiosa têm como alvos os… cristãos. Mundo afora, no entanto, o tema quente, o tema da hora — e não é diferente na imprensa brasileira —, é a chamada ‘islamofobia’”.

Pois é… Logo depois dos ataques facinorosos ocorridos em Paris, teve início o debate sobre a, quem diria?, “islamofobia”. E, é evidente, não foi diferente nas terras brasileiras. Que coisa! Leandro Colon informa na Folha que duas igrejas protestantes brasileiras, presbiterianas, foram atacadas no Níger, no Norte da África, em manifestações de protesto contra a publicação da charge de Maomé pelo jorna francês “Charlie Hebdo”. Outras duas igrejas protestantes e uma escola, também comandadas por brasileiros, foram atacadas. As agressões aconteceram em Niamey, capital do país.

Dez cristãos já foram assassinados no Níger desde sexta-feira, e 20 templos, depredados. “Estou em estado de choque. Moro aqui desde 2009; na África, há 14 anos, e nunca vi algo parecido. A relação com os muçulmanos sempre foi tranquila. Só pode ser coisa do satanás”, afirmou o pastor Roberto Gomes, que pertence à Igreja Presbiteriana Viva, com sede em Volta Redonda, no Estado do Rio.

Pois é… O satanás não tem nada a ver com isso. A ação é fruto de milícias islâmicas, que se espalham mundo afora e que respondem, reitero, pelo assassinato, a cada ano, de 100 mil cristãos. Critiquei aqui na semana passada a fala ambígua do papa Francisco sobre os ataques terroristas em Paris. Tanto eu estava certo que o próprio Vaticano veio a público para, mais uma vez, botar os devidos pingos nos is e esclarecer o que, afinal de contas, o Sumo Pontífice quis dizer.

A imprensa ocidental e a própria Igreja Católica, como instituição, são omissas a respeito da perseguição a que são submetidos os cristãos mundo afora. Ora, o que presbiterianos, católicos e outras denominações cristãs têm a ver com as charges do “Charlie Hebdo”? Resposta: nada! Também eles são alvos das críticas da publicação. A verdade é que as democracias ocidentais combatem uma “islamofobia” que não existe e são omissas a respeito de uma “cristofobia” que é real.

Imaginem se 100 mil muçulmanos morressem todo ano, vítimas de milícias cristãs… O mundo talvez já estivesse em chamas. Como são apenas cristãos morrendo, ninguém dá bola. A impostura já foi denunciada mundo agora pela ativista somali Ayaan Hirsi Ali, que hoje mora na Holanda. Em Darfur, no Sudão, estimam-se em 400 mil os mortos por milícias islâmicas desde 2003. Depois de aterrorizar a Nigéria, o grupo terrorista Boko Haram agora ataca o norte de Camarões. Dezenas de pessoas foram assassinadas, e há pelo menos 80 sequestradas — 50 são crianças.

Mas, como já apontou Ayaan Hirsi Ali, os intelectuais europeus não se interessam pela morte de cristãos nem buscam combater a cristofobia. Estão ocupados demais com a tal “islamofobia”.

Por Reinaldo Azevedo


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Fonte: Revista Veja. Via: Informativo IPB, para o Púlpito Cristão.

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20 de jan de 2015

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Na 17ª Consciência Cristã, Encontro Apologético terá Josh McDowell e Justin Peters

A 17ª edição da Consciência Cristã sediará o 2º Encontro Apologético Internacional da Paraíba acontecerá de 14 a 17 de fevereiro de 2015, no Templo Central da Assembleia de Deus (Missão), em Campina Grande (PB). O encontro terá as participações de Josh McDowell e Justin Peters, ambos dos EUA. 

Os preletores discutirão a defesa da fé cristã na pós-modernidade, a partir das evidências físicas e história que compravam a veracidade do Antigo e Novo Testamento, bem como a natureza antibíblica de movimentos neopentecostais, tendo como base a Bíblia Sagrada.

Como citado acima, um dos preletores será Josh McDowell. Ele é um apologista, evangelista e escritor cristão evangélico norte-americano. Com mais de 70 livros publicados, algumas das suas obras mais conhecidas são "Mais que um Carpinteiro", "Evidência que Exige um Veredito" e "A Testemunha". Bem conhecido como um orador articulado, Josh já ministrou para mais de 25 milhões de pessoas, dando mais de 26 mil palestras em 125 países.

O outro preletor será Justin Peters. Ele estudou no Southwestern Baptist Theological Seminary em Fort Worth, Texas, onde ele concluiu o Mestrado em Divindade e Línguas Bíblicas (2000) e o Mestrado em Teologia (2002). Desde 2005, atua no evangelismo em tempo integral, e já pregou em 40 estados americanos e 11 países, incluindo Equador, Uganda, Austrália, Nova Zelândia e muitos países europeus. Embora ele também seja um expositor das Escrituras, Justin é mais conhecido pelo seminário que desenvolveu, intitulado Nuvens sem Água.

Para assistir a todas as palestras da Consciência Cristã, que acontecerá no Complexo do Parque do Povo, em Campina Grande, o participante deverá fazer a sua inscrição. Esta inscrição pode ser realizada online no site do evento (www.conscienciacrista.org.br). A participação no Encontro para a Consciência Cristã é gratuita.


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A neurociência provou que a pornografia está literalmente tornando o cérebro do homem mais infantil




Por Matt Fradd
Duzentos anos atrás no Reino Unido, se você dissesse que iria a um “clube de cavalheiro”, entenderiam que você iria a um estabelecimento privado de alta classe onde você poderia relaxar, ler, jogar jogos de salão, fazer uma refeição e tagarelar com outros de sua classe. Hoje, nos EUA, se você dissesse que iria a um “clube de cavalheiro”, entenderiam que você pagaria para ver um strip-tease em um bar com pouca luminosidade.

É isso que deveria realmente tipificar um “cavalheiro”?

Junto com outros negócios orientados para o sexo, a pornografia é com freqüência classificada como entretenimento “adulto” – algo para públicos “maduros”. Se isso significasse que esses tipos de entretenimento não são “apropriados para crianças”, então poucos levantariam alguma objeção.

Dito isto, seria estúpido usar isso como um argumento de que a pornografia é própria para adultos. Heroína e metanfetaminas também não são “apropriadas para crianças”, mas isso não significa, ipso facto, que elas sejam saudáveis para pessoas com mais de 18 anos.

Os defensores da pornografia gostam muito de dizer (“gostar muito” é uma suavização – eles repetem isso como um mantra) que a pornografia é um entretenimento sofisticado e maduro próprio para adultos responsáveis. Eles tentarão fazer com que você acredite que a pornografia é aquilo que verdadeiros cavalheiros apreciam – como queijo azul, um bom uísque e Dostoievski. Como o infame Ron Jeremy está sempre pronto para dizer: “A pornografia é sexo consensual entre adultos que estão em consenso, para ser assistida consensualmente por adultos.”

O que nos leva à pergunta: O que exatamente constitui um comportamento “adulto” ou “maduro”? Seria apenas um comentário a respeito da idade do participante? Ou seria algo mais? Estipular definições adequadas é complicado porque hoje esses termos são freqüentemente usados como sinônimos de mídia erótica – que é o tópico que estamos tentando dissecar.

Usamos o termo “maduro” quando falamos sobre atingir um estágio final ou desejado. Falamos “vinho maduro” como o vinho que atingiu seu pico de fermentação e está pronto para ser consumido. Também usamos a palavra “maduro” para falar de alguém que “cresceu” em seus comportamentos ou atitudes – essa pessoa não mostra a impetuosidade ou a ingenuidade da juventude. É exatamente isto o que os patronos de clubes de strip-tease estão fazendo ao chamarem esses estabelecimentos de “clubes de cavalheiros”: estão insinuando que as atividades que ocorrem lá são parte de comportamentos varonis e refinados.

A dopamina e o cérebro

Pergunte qualquer neurocientista como é um cérebro humano “maduro” e ele ou ela provavelmente falará sobre uma região do cérebro conhecida como córtex pré-frontal. Ela está localizada bem atrás da testa e serve de centro administrativo do cérebro. Ela é responsável por nossa força de vontade, pela regulação do nosso comportamento, e pela tomada de decisões com base na sabedoria e em princípios. Quando as emoções, impulsos e desejos surgem do mesencéfalo, os lóbulos do córtex pré-frontal estão lá para exercerem “controle executivo” sobre eles. Por volta dos 25 anos, essa região do cérebro atinge a maturidade, o que quer dizer que o nosso raciocínio torna-se mais sofisticado e que podemos regular nossas emoções mais facilmente.

Por que colocar a neurociência na equação? Porque estão sendo feitas pesquisas fascinantes sobre o impacto da pornografia nessa região do cérebro.

O cérebro foi projetado para responder ao estímulo sexual de determinado modo. Ondas de dopamina são liberadas durante uma relação sexual – e, sim, também quando se tem contato com pornografia -, dando à pessoa um aguçado senso de foco e uma consciência do desejo sexual. A dopamina ajuda a registrar memórias no cérebro, de modo que da próxima vez que o homem ou a mulher sentem desejo sexual novamente o cérebro lembra-se aonde deve retornar para experimentar o mesmo prazer: seja a outra pessoa uma esposa amável ou um laptop no gabinete de trabalho.

Porém, cientistas estão percebendo agora que a exposição contínua à pornografia causa no cérebro uma euforia artificial – algo que ele literalmente não pode suportar – e eventualmente o cérebro se exaure. O professor de anatomia e fisiologia Gary Wilson observa que esse é o mesmo padrão identificado quando há abuso de drogas: o cérebro fica dessensibilizado. Mais doses da droga ou drogas mais pesadas são necessárias para atingir a mesma euforia, e a espiral descendente começa. Wilson afirma que isso provoca mudanças significativas no cérebro – tanto para os viciados em droga quanto para os usuários de pornografia.

Uma dessas mudanças é a erosão do córtex pré-frontal – aquele importantíssimo centro de controle executivo. Quando essa região do cérebro enfraquece, quando o desejo por pornografia aparece, há pouca força de vontade presente para regular o desejo. Os neurocientistas chamam esse problema de hipofrontalidade, quando a pessoa perde lentamente o controle sobre os impulsos e o domínio sobre suas paixões.

O ponto é o seguinte: Aquilo que, no cérebro, é a marca da idade adulta e da maturidade é a coisa que é destruída quando vemos mais pornografia. É como se o cérebro estivesse retrocedendo, tornando-se mais infantil. O entretenimento “adulto”, na verdade, nos torna mais infantis.

A brilhante mentira de Hugh Hefner

A tentativa de transformar o desvio sexual em algo cavalheiresco me parece nada mais do que a tentativa de enfraquecer os homens para justificar um comportamento indecente. Desde que o primeiro número daPlayboy chegou às bancas de jornal em 1953, a estratégia de Hugh Hefner teve duas dimensões: para os distribuidores, ele vendeu a revista como pornografia leve, mas para o público alvo ele a vendeu como uma “revista sobre estilo de vida” masculino para homens em ascensão. O sociólogo Gail Dines explica como a Playboy fez seu próprio marketing, dando início então à mudança da imagem pública da pornografia:

“Quando os editores se dirigiam ao leitor, as imagens eram apenas uma das muitas atrações, e não a atração. O leitor era convidado não a se masturbar diante da fotografia central, mas antes a entrar no mundo da elite cultural, a discutir filosofia e consumir comidas associadas à classe média alta. As marcas de uma vida de classe abastada, que aparecem causalmente como reflexões (coquetéis, hors d’oeurvre e Picasso), foram colocados deliberadamente para mascarar a revista com uma aura de respeitabilidade de classe média alta.”

Assim como certamente a Playboy teria morrido sem as mulheres nuas enchendo suas páginas, a revista também teria morrido sem seus artigos e propagandas, que deram permissão ao homem norte-americano auto-definido como classe média a viciar-se em pornografia.

Por que as lojas para adultos têm entradas pelos fundos? Seria porque sua clientela é composta por revolucionários incompreendidos que estão tramando o fim de sociedade sexualmente reprimida? Ou será que é algo muito mais simples que isso? Não seria porque eles sabem que tal comportamento é errado?

Quando alguém considera as opções, qual atividade soa mais “madura” e adulta: ter uma vida conjugal por toda a vida com uma mulher de carne e osso a quem você está ansioso para servir e estimar, apesar de todos os seus erros e defeitos (e apesar dos seus próprios), ou fugir à noite para navegar na internet, trocando de mulher a cada momento, de um vídeo de 30 segundos a outro, ininterruptamente, buscando o prazer enquanto você se vincula a pixels numa tela?

Não, mergulhar na pornografia e em outras formas de sexo comercial dificilmente merecem o adjetivo “adulto”. Ações falam mais do que palavras – mesmo quando essas palavras têm 1,5 metros de altura, são feitas de neon e apresentam a frase “clube de cavalheiros”.

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Fonte: Notifam PT. Divulgação: Púlpito Cristão.

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Garoto que inspirou “O Menino que voltou do céu” nega experiência sobrenatural


Por Leiliane Roberta Lopes

Em 2010 a CPAD lançou no Brasil o livro “O Menino que Voltou do Céu” narrando a experiência de Alex Malarkey que em 2004 foi vítima de um acidente de carro que o deixou tetraplégico. Foram dois meses em coma e quando ele voltou e teve alta do hospital começou a relatar sua experiência no paraíso, dizendo que fora conduzido por anjos até o céu.


A história impressionou leitores em todo o mundo, mas cinco anos após o lançamento do livro o menino, hoje com 10 anos, veio a público dizer que mentiu, que não teve nenhuma experiência sobrenatural.
“Eu não morri. Eu não fui para o paraíso”, disse Malarkey em uma declaração oficial. “Eu disse que fui para o paraíso porque eu acho que estava querendo atenção. Quando eu fiz aquilo, eu nunca tinha lido a Bíblia. As pessoas têm lucrado com mentiras. E continuam lucrando”.
Na época do lançamento o livro ficou entre os mais vendidos do “The New York Times” e figura no filão literário chamado pelo jornal americano de “heavenly tourism” que conta com best-sellers como o “O Céu é de Verdade”, “90 Minutos no Céu”, “Cenas do Além” e “Meu Tempo No Céu” que também narram experiências sobrenaturais de pessoas que, em experiências de quase morte, visitaram o céu.
Ao desmentir sua visão sobre o paraíso, Malarkey pediu para que as pessoas acreditem apenas na Bíblia. “Eu quero que todo o mundo saiba que a Bíblia é suficiente. Aqueles que comercializarem esses materiais devem ser chamados a arrepender-se e ter a Bíblia como suficiente”.
Em seu blog a mãe do garoto também criticou a venda do livro e disse que é “intrigante e doloroso” ver que o livro continua a ser vendido e que as pessoas não o questionam.
A edição brasileira está esgotada no fornecedor e a CPAD não comercializa mais o livro “O Menino que Voltou do Céu”. A editora americana que publicou a obra, Tyndale House, comentou o caso ao jornal Washington Post e disse que todos os livros serão recolhidos das livrarias e não serão mais comercializados. Com informações UOL.
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Fonte: Notícias Gospel Prime. Divulgação: Púlpito Cristão.

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