20/04/2014

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Providência Divina



Por Ruy Cavalcante

Não é novidade a minha antipatia, e de todos do Púlpito Cristão, contra os movimentos neopentecostais, pois são óbvios os vários pontos preocupantes em suas doutrinas e liturgias. Há muito ainda o que falar sobre esse assunto, porém neste momento gostaria de tratar, mesmo que em forma de esboço, a questão da providência e manifestação divina dentro e fora desses movimentos.

Pessoalmente entendo como característica destacada desse movimento o misticismo e conseqüentemente a ênfase à sobrenaturalidade da revelação e da providência de Deus. Desconfio que seus líderes sequer conhecem a forma como os reformistas trataram esse assunto.

Com o retorno às escrituras (Sola Scriptura) conquistado pelo cristianismo histórico através dos reformadores, este e outros temas teológicos voltaram a fincar suas bases na Palavra de Deus, subjugando as experiências pessoais para fins de interpretação bíblica. A partir deste novo (e velho) contexto, a doutrina da providencia de Deus voltou a considerar que a ação divina na vida das pessoas é manifesta primariamente na forma “natural”, deixando como regime de exceção as manifestações sobrenaturais desta interação de Deus com o ser humano.

Em outras palavras, a providência de Deus acontece todos os dias, sem a necessidade de manifestações extraordinárias ou, como afirma o Pastor Augustus Nicodemus em seu artigo sobre Batalha Espiritual, “acontece através de pessoas e circunstâncias da vida para atingir seus propósitos”. Isso vale até mesmo para a questão da conversão. A maioria das pessoas são alcançadas pelo evangelho de Cristo através de uma pregação, de um amigo, de uma leitura bíblica ou mesmo do testemunho de alguém. Eu mesmo fui alcançado a partir de conversas com amigos.

Infelizmente esta é mais uma das deturpações do evangelho criadas, principalmente, pelo movimento neopentecostal. No mundo particular neopentecostal, que as vezes chamo de "Gospelândia", a providência e toda atuação divina encontra-se subordinada às coisas sobrenaturais, ao inexplicável. Espiritual é o homem ou a mulher que recebe constantes revelações, que lança “palavras proféticas”, que é alcançado pelo evangelho de forma extraordinária, a exemplo da conversão de Paulo. Note que a conversão de Paulo é explicitamente uma exceção às demais descritas no livro de Atos dos apóstolos. O próprio Pedro foi usado por Deus de forma natural para a conversão de milhares, a partir de uma simples (mas viva) pregação.

Não tento com isso negar a atuação sobrenatural ou extraordinária de Deus, pois ela é real. Mas sim afirmo que as manifestações sobrenaturais não são nem de longe a principal maneira como Deus se relaciona com seu povo, pois afirmar isso é considerar os milhares de cristãos que não viveram experiências afins como inferiores espiritualmente aos demais que, por propósito divino, experimentaram coisas inexplicáveis.

A coisa chegou a tal nível que hoje em dia ninguém (ou quase ninguém) te considera um homem de Deus por seus frutos. Pouco importa se você tem andando em fidelidade a sua esposa, se tem sido honesto e justo, se tem socorrido o necessitado, amado e perdoado, anunciado o Cristo da bíblia e caminhado nos passos de Jesus, você só será considerado homem de Deus, ungido do Senhor, se falar em línguas, experimentar unções extravagantes, for adepto de gritarias e coisas afins, mesmo que esteja na terceira esposa, em virtude de ter traído as duas anteriores, se é que você me entende.

Outro problema deste delírio gospel é o poder que ele possui de converter pessoas simples em comerciantes de milagres. As pessoas abandonam Cristo para buscar seus prodígios, deixam o amor em segundo plano para valorizar somente as coisas sobrenaturais, enfim, deixam o verdadeiro em simples evangelho de Jesus para viver o misticismo evangelical que trata a salvação como a abertura de um contrato em nós e o céu.

Não quero me alongar demais. Esse assunto me entristece, aliás tudo o que envolve o neopentecostalismo me deixa triste a apreensivo. Temos urgentemente de encontrar um sentido verdadeiro para nossas pregações, um sentido para nossos cultos, um sentido para nossos ministérios. 

Se a manifestação de Cristo em nós não estiver refletida primeiramente em nossa conduta diária, em nossa convivência com o próximo ou em nosso papel como agentes sociais creio eu que é vã nossa pregação e pura vaidade nossa vida cristã, por mais profecias que eu seja capaz de proferir ou curas que eu possa realizar.


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Ruy Cavalcante, no Púlpito Cristão. 

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Sr. Cristão, você também é um missionário?

Por Antognoni Misael

Com o passar dos anos o senso comum evangélico nos legou alguns estereótipos. Dentre tantas funções a serem realizadas pelo crente uma das que ganharam destaque foi a de ser “missionário”. Portanto, aprendeu-se que há o cristão e o missionário. De modo que, todo missionário é cristão, e nem todo cristão é missionário. Algo obsoleto não é?, uma vez que a palavra ‘cristão’ nos remete a ser imitador de Cristo, e ninguém melhor do que ele como modelo de se fazer missões.

Sabemos que ser missionário é critério intrínseco ao discipulado de Cristo, e que portanto, aquele que cumpre o seu IDE está fincado na obediência missionária do mestre. Mas, se quiséssemos não contrariar esta perspectiva estereotipada, e se realmente levássemos em conta níveis de comprometimento e renúncia, quem seriam os verdadeiros missionários?

Recentemente visitei o estado de Piura, norte do Peru. Fui conhecer o projeto de plantação de igrejas naquele local assim como o PEPE (Programa de Educação Pré-Escolar), ambos liderados pelo pastor Leonardo Gonçalves (fundador do site Púlpito Cristão) e sua esposa Jonara Gonçalves. Longe de qualquer romantismo missionário, o que fui fazer ali em Piura não passou de uma visita que durou cinco dias onde pude oferecer um simples apoio a obra de nossos irmãos. Entretanto quando se vai a um local como Piura, que fica em meio a um enorme deserto, onde menos de 3% da população é evangélica e o sincretismo religioso impera, onde a disparidade social é alarmante, onde se anda quilômetros e não se vê uma igreja evangélica, onde assentamentos humanos em meio ao nada são erguidos... aí você pára e pensa: “que ceara é esta meu Deus?! Onde estão os missionários?” Neste momento você reprocessa tudo que aprendeu e viveu sobre missões no teu país, e quando se pensa em ensinar algo, seja lá o que for, inevitavelmente  tudo se inverte e você começa a aprender com tudo que ouve e vê naquele local.

Então, algumas observações passam a ser pertinentes, uma delas é que, no Brasil há muitos “missionários”, mas infelizmente são missionários que nunca deixaram suas zonas de conforto e seus projetos pessoais. Não desmerecendo outros tipos de missões (até porque eu mesmo trabalho na área de dependência química) como missões urbanas nas grandes cidades, ou algo do tipo, vejo que há uma preferência comum entre os jovens pastores e missionários em permanecerem em suas zonas de formação.

Aprendemos então que fazer a típica missões conforme as escrituras ensinam tem muito a ver com o ‘perder a vida’, de modo que se o nosso cristianismo anda cooperando com nossos egocêntricos projetos e sucesso de vida, esta 'missão' é uma barca furada – na verdade é uma barganha adaptada ao NOSSO projeto de felicidade, e não na vontade de Deus.

Aprendemos que a nossa leitura geográfica de carência no reino anda equivocada, uma vez que no Brasil os seminários andam lotados de teólogos e missionários que estão mais preocupados em serem reconhecidos entre seus pares do que ir aonde há maior demanda de compaixão e serem abraçados pelos ‘insignificantes’ - estes são preciosos aos olhos de Deus, são os grandes alvos do "disfarce" de Jesus (Mt 25.35).

Na verdade, o que estou tentando dizer não é que para fazer “missões” seria preciso alguém deixar sua casa e fugir para o Peru, África, ou para o sertão do nordeste. O que quero dizer é precisamos aprender muito em relação ao nível de renúncia, contentamento e comprometimento daqueles que deixaram o conforto de suas casas, país e língua para arriscarem suas vidas por amor aos esquecidos, desamparados e carentes do Evangelho de Jesus. Por isso, se a minha e a sua missão de ser discípulo de Jesus na cidade ou na fazenda, dentre os ricos ou dentre os pobres, não corresponderem às mesmas motivações do missionário que não priorizou seu conforto, certamente seremos confrontados com a Cruz e padeceremos com a nossa hipocrisia diante de Deus.

Lamentavelmente, termino supondo que: se ser missionário conforme a tradição de grande parte da igreja brasileira tem a ver com uma escala de renúncia inversamente proporcional entre os projetos pessoais do cristão e a demanda de compaixão dentre os povos e nações, não restará dúvidas: no Brasil há um amontoado de cristãos, e uma “meia dúzia” de missionários.

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Antognoni Misael, colunista e co-editor do Púlpito Cristão.

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19/04/2014

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Transferindo heresias de geração para geração

Mais um ato patético dessa turma. As vezes dá a impressão de que eles desejam ser reconhecidos como o grupo que mais dissemina heresias na história nacional, e quem sabe um dia, na mundial. Esforço não falta. 

Dessa vez afirmam estar transferindo o "cedro", a "autoridade espiritual" da geração Valnice Milhomens e Cia., para a geração Valadão e em seguida, para uma nova, ainda anônima para o grande público mas que, pelo andar da carruagem logo logo ganharão espaço aqui mesmo no Púlpito Cristão, quando denunciarmos possíveis novas heresias.

Como alento fica o mico da quase queda da Ana Paula Valadão, ao derrubar "no poder" um de seus asseclas rsrs. 

Assista e tire suas próprias conclusões. 


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Ruy Cavalcante, no Púlpito Cristão.

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18/04/2014

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Graça e santificação

Por Zilton Alencar

A salvação é pela GRAÇA. Somente pela graça, e nunca por obras humanas. E não há nada que o homem faça que venha a ser uma "adição" à obra redentora de Cristo.

Mas... Como podemos conciliar tal afirmativa com a orientação aos hebreus que “sem a santificação ninguém verá o Senhor” (Hb 12:14)? O texto parece sugerir que é necessário haver obras humanas, chamando tais obras de santificação. Será assim mesmo?

Faço questão de repetir: a salvação é pela GRAÇA. Somente pela graça, e nunca por obras humanas. E não há nada que o homem faça que venha a ser uma "adição" à obra redentora de Cristo.

Entretanto, a santificação é o resultado da ação do Espírito Santo sobre nossas vidas, tratando-a para que vivamos de conformidade com o que Cristo viveu (1 Jo 2:6). Entenda: é o resultado da ação do ESPÍRITO SANTO, e não simplesmente a nossa ação. É o Espírito de Deus que nos convence do pecado, e nos conduz a buscar o que é santo. Sem a ação do Espírito, eu JAMAIS me inclinaria a qualquer processo de santificação!

É IMPOSSÍVEL alguém que se achega a Cristo não ter um processo de santificação em sua vida, operado pelo Espírito. Assim, entendo que o princípio ensinado aos hebreus é que os salvos se submeterão à santificação operada pelo Espírito Santo. Os que não se submetem, está claro: não verão o Senhor pois não são dEle e nem se submetem à santificação operada por Ele.

Outro erro comum sobre o assunto é associar SANTIFICAÇÃO com PERFEIÇÃO. E não são, de jeito algum, a mesma coisa. Embora o alvo seja a perfeição, certamente jamais atingiremos tal status diante de Deus enquanto estivermos neste tabernáculo terrestre (a carne). Paulo, escrevendo aos romanos, demonstra muito bem que esta perfeição é inatingível quando desabafa, relatando suas constantes lutas contra a sua carne (Rm 7:15ss). Ao término de sua exposição, ele desabafa: "Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?" (Rm 7:24), e dá graças a Deus por Jesus Cristo, o único que o justifica e o torna apto a entrar no Reino, apesar de seus pecados carnais.

Pelo que eu conheço da minha carne, me imagino aos 99 anos de idade, em uma cama de hospital, sendo tratado por uma enfermeira. Suponho que se esta mulher for bonita, meus olhos velhos ainda darão uma olhada para as formas de seu corpo! Sim... Infelizmente, é a inclinação maligna que minha carne levará até o último suspiro. Assim, nem na hora de minha morte poderei afirmar que atingi a perfeição, mas sim que passei toda a minha vida me submetendo ao processo de santificação que o Senhor operou em minha carne.

Eis porque o ladrão da cruz, mesmo sem tempo para santificação, entrou no céu. Pelos méritos de Cristo. Pela obra da cruz. Pela GRAÇA. Suponho que o ladrão pregado na cruz, sofrendo dores terríveis, tenha gritado algumas palavras de baixo calão no afã de minimizar a dor... Mas sua entrada no céu não estava condicionada aos seus atos, e sim aos méritos de Cristo e à Sua promessa!

Eis porque homens e mulheres quase mortos, em um leito de UTI, ou em estado terminal, após ouvirem o Evangelho e o entenderem, e se submeterem a Cristo, entrarão no céu. Pelos méritos de Cristo. Pela obra da cruz. Pela GRAÇA.

Não há preço a ser pago por nossa salvação. Cristo não pagou 99% do preço, e nos deixou 1% para pagarmos em vida. Falando sobre a redenção da alma do homem, o salmista nos diz que "a redenção da sua alma é caríssima e seus recursos se esgotariam antes" (Sl 49:8). Cristo, exemplificando o alto valor desta redenção, fixou na parábola dos dois devedores um preço tão alto que nem mesmo em uma vida ininterrupta de trabalhos e economias um homem poderia amealhar tal montante (Mt 18:23ss).

Entreguemo-nos à graça de Deus!! Submetamo-nos à santificação que Ele nos impõe e conduz. Mas JAMAIS percamos a visão de uma coisa: a salvação é pela GRAÇA DE DEUS.

SOLA GRATIA!!

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Zilton Alencar é músico cristão, "herege" de mão cheia e editor do Blog EsquiZilton.

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Irmã que usa batom será noiva do capeta

Por Ruy Cavalcante

A provocação feita no título deste artigo traz à tona um problema antigo na igreja evangélica, que é a tentativa de se construir cristãos genuínos fundamentados em ordenanças humanas. Leia este artigo como uma espécie de continuação do anterior, de autoria de Maurício Zágari, sob o título "Usos e costumes, tradições e a Cruz de Cristo".

Portanto, continuando neste tema, vejamos o que dizem as Sagradas Escrituras:
Já que vocês morreram com Cristo para os princípios elementares deste mundo, por que é que vocês, então, como se ainda pertencessem a ele, se submetem a regras: "Não manuseie!" "Não prove!" "Não toque! "? Todas essas coisas estão destinadas a perecer pelo uso, pois se baseiam em mandamentos e ensinos humanos. Essas regras têm, de fato, aparência de sabedoria, com sua pretensa religiosidade, falsa humildade e severidade com o corpo, mas não têm valor algum para refrear os impulsos da carne.” (Cl 2:20-23)
A tentativa de se alcançar a purificação do cristão a partir de regras estabelecidas por homens é antiga, remonta ao início da igreja. Afinal de contas, sempre foi mais fácil simplesmente proibir do que ensinar, pois este último exige dedicação, esforço e zelo.

A maioria de nós, cristãos evangélicos, já se deparou com algumas proibições sem qualquer vínculo com o Evangelho onde, em sua maioria, são uma tentativa sincera de nos afastar do pecado. Digo maioria, pois tenho consciência de que há casos em que a tentativa na verdade é de dominar a vida das pessoas, mas não entrarei nesse mérito.

Entretanto sinceridade não garante justiça, essa se alcança com a verdade, e a verdade está descrita na Palavra de Deus.

Quando não ensinamos com afinco a Palavra de Deus, a única que verdadeiramente liberta (Sl 119:9), só nos resta criar inúmeras regras para tentar impedir que o povo peque. Dai no lugar de ensinar a guardar a Palavra de Deus, proibimos as mais variadas práticas. Proibimos o namoro, proibimos a amizade de crentes com descrentes, proibimos que se use calça jeans, proibimos a televisão, o batom ou até mesmo que se leiam livros não cristãos.

Mas sinto informar que, conforme foi dito por Paulo aos Colossenses, essas regras não tem poder algum contra o pecado. Só quem pode converter o coração do ser humano é Deus, e Ele escolheu fazer isso através da pregação do Evangelho.

Quando Jesus nos mandou fazer discípulos ele foi taxativo ao afirmar que deveríamos ensina-los a guardar tudo o que Ele havia dito, em momento algum ele descreveu alguma lista de regras e leis a serem cumpridas por aqueles a quem anunciaríamos o Evangelho, pois obviamente Ele sabia que essa função, a de determinar o que deveria e o que não deveria ser praticado por nós, cabia ao Espírito Santo, conforme afirma:
“E quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo.” (Jo 16:8)
Como sabemos, o Espírito Santo faz habitação na vida daqueles que creram em Jesus, que foram alcançados pelo Evangelho de Cristo. A estes, conforme profetizado por Jeremias, as leis de Deus estariam escritas em seus corações, no seu interior, não havendo necessidade que se ensine o que se deve e o que não se deve fazer (Jr 31:33-34). Esse papel cabe ao Espírito Santo, e Ele o cumpre na vida dos regenerados, sem exceção.

Usemos a prática sexual como exemplo. Sexo fora do casamento é pecado? A resposta é sim, e duvido que qualquer cristão discorde dessa afirmação.

Porém, se abster de transar fora do casamento não é algo que se ensine proibindo o namoro (por exemplo), e sim ensinando o Evangelho. Sem Evangelho não há coração puro, e sem coração puro até a castidade é impureza. É justamente essa a ideia defendida por Tito, quando afirma:
“Tudo é puro para os que são puros, mas para os corrompidos e incrédulos nada é puro; antes tanto a sua mente como a sua consciência estão contaminadas.” (Tt 1:15)
A pureza no coração humano é obra do Espírito Santo de Deus e ele a executará até o fim (Fp 1:6). Não há nada que possamos fazer para nossa própria purificação. Qualquer tentativa humana de se lavar pode ter aparência sincera e de sabedoria, mas será ineficaz.

Repito, sem a pureza genuína executada por Deus em nós, até mesmo a abstinência radical de tudo o que possua aparência maléfica será considerada impureza, pois a contaminação vem de dentro, não de fora do ser humano (Mc 7:20).

Portanto, cabe a cada um de nós ensinarmos nossos irmãos tudo aquilo que a Palavra de Deus ensina, a começar do Evangelho, das Boas Novas da Salvação em Cristo. Este é o caminho para que o pecado seja odiado por eles, esta é a porta que Deus escolheu para operar transformação em nossos corações, nos tornando puros e santos.

Não negligencie isso por coisas inúteis, cumpra seu papel de evangelista e deixe que o Espírito Santo cumpra o dEle, pois Ele jamais falhará. Deus abençoe a todos.

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Ruy Cavalcante. Púlpito Cristão.

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