20/08/2014

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ELA SE DIZ EVANGÉLICA, USA BUMBUM COM PROFISSÃO E TEVE MURO PICHADO POR RELIGIOSOS

Recentemente o portal ego (globo) publicou a matéria “Evangélica concorre ao título de Miss Bumbum: 'Julgarão como pecado' que diz respeito a candidata Rebeka Francis a miss bumbum 2014. Leia o que o portal escreveu sobre:

Rebeka Francis, a candidata de Rondônia ao título de Miss Bumbum 2014, vem sofrendo com uma pichação ofensiva no muro do prédio onde mora, em São Paulo. Recentemente, a moça - que divide apartamento com a amiga Andressa Urach (vice miss bumbum 2012) - se deparou com a frase ‘Miss Bumbum do Capeta’ em letras garrafais na entrada do prédio.

Inicialmente foi especulado que a mensagem seria para Urach, a mais famosa participante do concurso, mas isso foi logo desmentido pela própria Rebeka, que segue a religião evangélica. “Aquilo foi pra mim, pois há dias tinham uns perfis fakes em minhas redes sociais falando sobre minha religião. Como é algo que realmente me ofende, eles acharam meu ponto fraco e quiseram me humilhar. As pessoas são maldosas e acabam não tendo noção de seus atos”, disse a Miss Bumbum Rondônia.

Rebeka contou ao EGO que sempre sonhou participar de um concurso de beleza, mas que a sua família, que segue a mesma religião, não apoia. “Mas eles aceitaram”, garantiu ela, antes de completar: “Quando entrei no concurso, foi para ir até o fim. Posso sensualizar, sim, sem problema nenhum, mas uma coisa é o concurso, outra é a minha religião. Jamais vou sensualizar em uma igreja".

Em São Paulo, a candidata ao Miss Bumbum 2014 tem frequentado a Igreja Universal com a amiga Andressa Urach, a quem é só elogios. “Conheço uma Andressa que poucas pessoas conhecem, uma pessoa batalhadora, amiga, sincera e também temente a Deus. Sinto que Deus está fazendo a obra na vida dela e me sinto muito abençoada por estar participando disso”, declarou.

Preconceito e ensaio nu

Rebeka sabe que sua opção pode não ser bem aceita pela comunidade evangélica. A candidata, porém, está dedicada a seguir seu sonho. “Não estou me vendendo, nem nada parecido. Sou empresária, estudante e participante de um concurso, mas as pessoas com certeza vão me julgar como pecadora. Quem não tem pecado que atire a primeira pedra. Sei que Deus sabe meu coração e meus sonhos, o que me importa é ir buscar a palavra e alimento para meu espírito”, afirmou.

Ela ainda confessou que ficou tímida no começo por ter que ficar tanto tempo de biquíni, mas que, mesmo com um visual mais discreto, não teria como esconder seus ‘atributos’. “Acredito que dá para ser sensual com roupas mais fechadas também, depende da pessoa. Quando você tem um corpo escultural, qualquer roupa sendo justa deixa as curvas à mostra, mesmo estando toda vestida”, opinou. Já quanto a um possível ensaio nu no futuro, Rebeka ainda está em dúvida: “Não sei se faria, por respeito a minha família, acho que não”.
Fonte: Ego Globo.

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Nota do blogueiro

Quero pontuar quatro coisas rapidamente:

1) O termo “evangélico” em nossa nação não traz mais o antigo significado de ser seguidor do Evangelho. Ele hoje é um termo ressignificado, e suas conotações perpassam por uma banalização de massa como um fenômeno de democratização do rótulo religioso, até certo ponto compreensível, quando levamos em conta o retrato de uma igreja que tem se moldado a cultura do mundo, ao invés de ser a produtora de cultura.

2) No país onde uma bunda vale mais que uma idéia, e a religião é como cardápio a gosto do freguês, não me espanta a senhora Rebeka tentar conciliar sua poupança (em todos os sentidos) com sua espiritualidade.

3) Caso a igreja que a Rebeka congrega e confessa a sua fé for realmente a IURD, isso apenas corrobora para entender que ela não é genuinamente evangélica, e que o lugar onde ela busca auxilio espiritual é sem dúvida alguma, a maior seita existente no Brasil.

4) O mais triste é notar que já existe uma tentativa de conciliar a sensualidade e erotização com a vida cristã no meio da juventude dita evangélica. Desde as famosas selfie’s, imagens de adolescentes e moças trajando apenas biquíni, e o próprio comportamento feminino dentro de algumas comunidades tem dado uma demonstração clara de que a juventude feminina cristã tem muito mais sido influenciada do que influenciadora diante das imposições feministas do atual momento.

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Antognoni Misael, vide Arte de Chocar.

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Conferência Mundo - Reforma e Relevância

A Conferência Mundo é um evento que propõe uma reflexão para igreja evangélica brasileira, a partir de nossas igrejas locais, acerca da necessidade urgente de retorno às bases da fé cristã em detrimento da real relevância que o Evangelho genuíno pode trazer ao mundo: salvação e sinalização do reino de Deus – algo semelhante ao que aconteceu no século XVI com a Reforma Protestante, onde a única referência norteadora a vida do cristão eram as escrituras sagradas, e onde o campo missionário era o mundo todo em todos os aspectos do viver.

A temática da Conferência sugere que se faça uma leitura da atual época onde imperam o secularismo, liberalismo, crise moral, consumismo, egoísmo e hedonismo. O que significa dizer, que de certa maneira estamos vivendo numa época pós-cristã. Portanto, se a nossa sociedade já está diagnosticada com uma cultura pós-cristã, entende-se que a igreja está com algum problema sério, e necessita ser repensada e reformada. Refletir acerca do mundo o qual estamos inseridos nos fará perceber que perante dos ditames deste século, grande parte do que se diz Igreja tem se moldado e se atraído por aquilo que não é essencial, sublime e eterno. Muitos têm abandonado a Verdade por coisas passageiras – líderes descompromissados com a cruz de Cristo têm contaminado a igreja com promessas de riquezas e farturas; misticismos e neopentecostalismo têm produzido uma espiritualidade falsa pondo o homem como o alvo de benesses, e o mais grave, Cristo tem deixado de ser o centro dos cultos e as Escrituras como a base da real convicção. Como bem disse C.S. Lewis, “tudo que não é eterno é eternamente inútil”! Portanto, o maior bem que temos para oferecer ao mundo é o precioso Evangelho de Jesus! Para isso a igreja precisa morrer para o mundo e esta viva em Cristo para dar vida ao mundo! E não viver em busca das demandas do mundo! O caminho para igreja é a Cruz! E não esconder a cruz, ou ficar farta e acomodada na sombra do madeiro. Cristo convida a Igreja a tomar a Cruz, segui-lo e a apresentá-lo ao mundo, sendo ela mesma (a igreja) a expressão de Jesus e de seu evangelho! Por isso, queremos refletir: “o que o mundo vê quando nos observa?!”

Convidamos aos conferencistas a pensarem estes problemas não só a partir de placas de igrejas, ou grupos, mas do mesmo modo, a partir de nós mesmos: “estamos precisando reformar nossas mentes? Estamos vivendo para a Glória única e exclusiva de Deus? Estamos eternamente alegres pelo milagre da salvação?” “Estamos sendo relevantes diante da sociedade a qual estamos inseridos?”

Em síntese, a “Conferência Mundo” propõe uma reforma para relevância. Daí a urgência de pensaremos nos desafios de vivermos esta verdade em nosso tempo: como sermos uma igreja relevante numa sociedade corrupta, consumista, promíscuo e cheia de superficialidades? Afinal, como sermos sal e luz a partir da nossa realidade local?

Voltemos ao que é suficiente: o Precioso Evangelho de Cristo!

É certo que nos reformando não transformaremos o mundo, mas sinalizar para o reino é o nosso dever, testemunhar a Glória de Deus é o nosso ofício, entender e viver o Senhorio de Cristo em todas as áreas da vida é o nosso desafio, pois o mestre garantiu que e as portas do inferno não prevalecerão contra ela (Mt 16.18).

A Conferência ocorrerá na cidade de Guarabira-PB, há 90km de João Pessoa-PB, entre os dias 22 e 24 de agosto na Igreja Presbiteriana local. Estarão presentes os preletores: Marco Telles (CRER), Renato Vargens (Igreja Cristã da Aliança-RJ), Jader Medeiros (Conexão IDE) e Rennan Dias (Igreja Presbiteriana do Bairro dos Estados, João Pessoa-PB). E como participações musicais: Marco Telles e Banda, Ahava, Bona Vide e Prumo.

Abaixo a programação:

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Antognoni Misael, um dos organizadores da Conferência Mundo. Esperando você lá!

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19/08/2014

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Um brevíssimo conselho aos militantes anti-calvinistas da internet


Por Leonardo Gonçalves

Existe um movimiento pequeno, mas irritante, que tem ecoado na web e redes sociais, acerca do qual eu gostaria de comentar. Trata-se da "apologética anti-calvinista" ou ainda, arminianismo militante. Sua agenda consiste em falar mal de Calvino e dos calvinistas, manipular fatos historicos para desmerecer o esforço dos grandes teólogos do passado, hostilizar a tradição reformada, fazer guerra de versículos e ojerizar a CPAD por publicar livros de autores calvinistas como J.I. Packer, D.A. Carson e John MacArthur.
  
Nos ultimos dias, tenho lido algumas refutações ao calvinismo que, para ser honesto, são no mínimo infantis. Penso que para refutar uma doutrina historica tão importante é preciso ao menos ter conhecimento da sua doutrina e ter lido ao menos algumas das principais obras reformadas para, a partir de então, refutar o que o calvinismo/teologia reformada diz, e não o que alguém supõe que ela diz


Conheço os dois lados da moeda, tendo lido as principais sistematicas arminianas em português e espanhol. Além disso, fui arminiano e dispensacionalista no passado. Apesar disso, poucas vezes em minha vida  me levantei contra o arminianismo e quando o fiz, foi a minha imaturidade falando por mim (e ainda me envergonho disso). Há muito do arminianismo que me falta conhecer, como por exemplo, a obra de John Wesley, a qual tenho me esforçado por estudar nos ultimos anos. Creia-me, o conhecimento que tenho como estudioso do arminianismo ("in loco", e não lendo referencias cruzadas em minhas obras calvinistas prediletas) não me faz especialista no assunto!

Eu não me dedico a fazer propaganda contra o arminianismo. Prefiro anunciar as verdades que creio, reverberando as maravilhosas doutrinas da graça. Talvez por isso mesmo não entenda a petulancia disfarçada de apologética de alguns "mestres" arminianos em falar daquilo que não entendem, de que nunca leram (in loco), apenas ouviram falar.

Meu conselho a estes é: Estudem. Leiam obras reformadas (Mattew Henry, Berkhof, Hodge, Bavink, Ryrie, Montgomery, Grudem, Sproul, Carson, etc), dialoguem com o texto destes autores e depois, se ainda discordarem, tragam suas argumentações ao debate! Uma apologética assim é bonita de se ver! Se não puder fazer isso, então melhor não falar nada. DEIXE O ESPANTALHO NO ARMÁRIO e resista a tentação de parecer o intelectual que você não é.

Quem escreve é um leitor de Wesley, Guy P. Duffield, Nathaniel M. Van Cleave, A.W. Tozer. C.S. Lewis, D.L. Moody, Myer Pearlman, Stanley Horton, Norman Geisler e William Menzies, entre outros, e que nem por isso se acha especialista em coisa nenhuma e nem perde tempo dizendo que arminianismo é coisa do demonio.

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Leonardo Gonçalves é um pecador salvo pela graça. Só isso.

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14/08/2014

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A MORTE DE EDUARDO CAMPOS A MORBIDEZ DE ALGUNS E O ESFRIAMENTO DO AMOR

Por Renato Vargens

O país ontem recebeu chocado a notícia da morte do candidato a presidência da República Eduardo Campos.

Pois é, apesar da tragédia houveram alguns que emitiram afirmações de mau gosto ou inferências políticas bizarras nas redes sociais, como por exemplo, pessoas pedindo para que, no lugar de Campos,  estivesse Aécio ou Dilma,  ou até mesmo colocando a culpa em um ou em outro pelo acidente. Se não bastasse isso, um pastor, emitiu uma grotesca opinião dizendo que a morte bateu na porta errada. (veja aqui).

Caro leitor, eu não votei em Dilma, no PT e nem o farei esse ano, agora, desejar a morte dela e de outros é de um absurdo inimaginável.

Diante das declarações do pastor (pastor?) e de inúmeros outros que brincaram com a morte de Campos me fizeram lembrar de Jesus que disse que por se multiplicar a iniquidade o amor esfriaria (Mateus 24.12). Ora, a relação que Jesus apresenta entre a multiplicação do pecado e o esfriamento do amor é absolutamente verdadeira. Na medida em que cresce o pecado em suas mais variadas formas, da corrupção ao crescimento da miséria social, da pornografia a todas as formas de banalização sexual, da violência nos lares a violência urbana, no individualismo exacerbado ao comportamento hedonista, esfria-se o amor genuíno e sincero no ser humano. 

Verdadeiramente vivemos dias dificeis!

Renato Vargens

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12/08/2014

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LGBTs querem aprovar no “tapetão” o PLC 122, a Lei da Mordaça Gay!

Por Euder Faber

O local onde as leis são forjadas e aprovadas em todo o regime democrático é no legislativo e, no caso brasileiro, em âmbito federal, é no Congresso Nacional, que tem um formato bicameral, ou seja, formado por duas casas, a Câmara Federal, na qual temos os deputados federais, e o Senado Federal, na qual temos os senadores. São nessas duas casas onde são aprovadas as leis da nossa nação. Mas um movimento perigoso tem se dado em nosso país: cada vez mais o judiciário tem tido um papel legislador, fugindo da sua missão básica, que é de interpretar e aplicar as leis criadas feitas pelo legislativo, e em alguns casos pelo executivo. Sou leigo no assunto, deixo para os juristas se aprofundarem na questão: mas mesmo para alguémoo que não é do ramo, está claro que o Poder Judiciário tem extrapolado suas atribuições. Vejam o caso da união civil entre homossexuais. O texto constitucional é explícito: tal união se dá entre um homem e uma mulher, mas o Supremo Tribunal Federal entendeu que não apenas aos homens e mulheres, mas tal união deve ser considerada estável também para pessoas do mesmo sexo. Ao arrepio da lei, a maior casa da justiça brasileira, que deveria zelar pelo texto constitucional, aprovou uma norma que fere frontalmente a Constituição Federal.

O movimento LGBT tem tentado emplacar, desde 2001, uma lei que criminaliza toda manifestação contra a prática homossexual. Essa tentativa começou na Câmara dos Deputados, com um propositura de uma deputada do PT, Iara Bernardi, que apresentou o Projeto de Lei 5003-B, que lamentavelmente foi aprovado pela Câmara em 23/11/2006, e agora está Senado, no qual passou a ser chamado de PLC 122/2006. Esse projeto pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele quem ousar proibir ou impedir a prática pública, ou em ambiente público privado (como os templos religiosos), de uma “manifestação de afetividade” por homossexuais, por exemplo (art. 7°). Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°). A conduta de um sacerdote ou pastor que, em uma pregação, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrado no artigo 8°, (“ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”). Desde então, o movimento tem tentado de todas as formas aprovar esse projeto no âmbito do Senado Federal, contudo, não tem conseguido, apesar de todas as manobras. Agora, tomo conhecimento pela imprensa¹ de que o movimento LGBT parte para uma nova estratégia visando sua aprovação, desta feita via “tapetão” (leia-se o Supremo Tribunal Federal, com o apoio da Procuradoria Geral da República), sem ser necessário passar pelo crivo dos representantes do povo brasileiro no Congresso Nacional - que se não apreciaram a questão até agora é porque não há consenso sobre esse assunto, pois do contrário já teriam apreciado e, se fosse o caso, aprovado, ou rejeitado tal propositura. Infelizmente, o STF tem usurpado, em algumas situações, o poder do Congresso Nacional, e temo que desta vez ele tenha a mesma postura quando da aprovação da união estável gay. O povo que se faz representado no legislativo pelos congressistas tem dito não a esse projeto de lei esdrúxulo, que tenta criar o crime de delito de opinião em nosso país, onde a conduta homossexual se tornará inatacável, algo de que nenhum outro grupo dispõe no arcabouço jurídico brasileiro.

O ordenamento jurídico brasileiro já dispõe de leis que protegem a pessoa humana, sejam homens ou mulheres, contra agressões físicas ou morais. Não precisamos de uma lei específica como essa, que na prática “sacraliza” um comportamento. Cada um faz da sua vida o que bem entende, desde que não atinja o direito do outrem. Aprovar a criminalização da homofobia é dar um cheque em branco a um movimento que historicamente tem agido com extrema beligerância e intolerância. Não tenho dúvidas de que, se tal lei for aprovada, servirá de instrumento de perseguição a todos os que defendem o conceito tradicional de família, especialmente católicos ou evangélicos. Não nos iludamos com o discurso que é apenas para proteger os gays. Não! Essa lei vem para calar a boca de quem se opõe a sua agenda, que é vastíssima. Além disso, tal lei servirá de instrumento de intimidação a quem quer que se oponha a tal prática, mesmo que seja por razões científicas ou filosóficas. Essa lei servirá para o avanço da agenda gay no país: dela derivará o estabelecimento de cotas para gays em universidades e no serviço público, a implementação da doutrinamento educacional pró-gayzismo no nosso sistema de ensino, a defesa da livre expressão sexual (leia-se pedofilia e outras perversões mais), como já está acontecendo na Europa, entre tantas outras questões. Aprovada essa lei, qual professor ou jornalista, ou mesmo meio de comunicação, ousará falar contra o movimento gay? Está se dando um instrumento poderosíssimo que servirá para que um grupo minoritário se sobreponha à esmagadora maioria da população.

A aprovação dessa lei será apenas a ponta do iceberg do que virá depois, quem viver verá.

Maranata, ora vem Senhor Jesus!

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¹http://colunaesplanada.com.br/homossexuais-vao-ao-stf-contra-o-congresso-nacional/ ***

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Euder Faber é organizador do evento Encontro para Consciência Cristã, que acontece anualmente em Campina Grande-PB.

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