29/10/2014

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Uma mensagem a alguns irmãos reformados


Por Ruy Cavalcante 

Quem me conhece pessoalmente sabe que sou de origem batista, arminiano, mas no decorrer dos anos mudei muito minha visão do Reino de Deus, influenciado que fui e sou por pensamentos, teólogos, livros e irmãos reformados. Não posso dizer que sou calvinista, mas com certeza sou monergista.

Creio sim que a salvação emana ela toda de Deus, sem qualquer participação humana. Creio na soberania absoluta de Deus, compreendendo que nada, absolutamente nada, está alheio ao seu controle e a sua vontade, ainda que permissiva. Creio e sou entusiasta das cinco solas, a ponto de ter desenvolvido o costume de afixar cartazes com um texto contendo elas, adicionadas de alguns comentários meus, na porta de muitas igrejas durante a madrugada do dia 31 de outubro, onde comemoramos o dia da Reforma Protestante. Também creio no amor de Deus, na graça comum, na Sua misericórdia e, em absoluto, na bíblia (o que torna as outras coisas uma consequência desta). Enfim, eu me considero um cristão reformado.

Posto isso, exponho agora minha decepção com muitos irmãos, alguns dos quais foram fonte de influencia para minha caminhada cristã.

Após as eleições, muitos destes irmãos reformados se mostraram absolutamente arminianos, talvez de uma forma tão esdrúxula que até Arminio se espantaria. Manifestações de revolta nas redes sociais, whatsapp e nas igrejas que extrapolam o bom senso e se constituem numa clara e manifesta negação do que até então defendiam com afinco, donde destaco a Soberania de Deus, mas não somente.

Ver irmãos condenando ao inferno outros irmãos, que até outrora eram considerados verdadeiros crentes em Cristo, simplesmente por estes haverem votado na Dilma é, para mim, um absurdo. Vejam bem, eu também acho que ela representa o que há de pior na política brasileira, que a ideologia de seu partido é de fato contrária ao cristianismo, e tudo o mais que vemos, ouvimos e sabemos. Além disso, também estou cheio de convicção de que foi uma péssima decisão votar nela, me pego inclusive pensando que foi um pecado essa atitude tomada por vários irmãos (a de votar no PT), por isso não votei. Mas em que momento a salvação passou a estar vinculada a este voto? Se a Dilma não representa a paz, justiça, amor e a santidade de Deus, por acaso Aécio representa? Se votar na Dilma é ir contra Deus, nessa mesma perspectiva votar no Aécio também não seria?

Penso que essa política partidária não é de Deus, nem do diabo, é nossa, e reflete bem quem somos: Seres caídos, carentes da Graça de Deus. Não é diferente com a Dilma, com o Aécio, comigo ou com vocês. Quem pode rogar para si a capacidade e as qualidades de representar bem a Deus diante dos homens?

Por outro lado, onde ficam afirmações de Jesus como a que diz a respeito das boas árvores? Pode uma árvore má dar bons frutos? Ora, se muitos irmãos vinham dando bons frutos, frutos que permanecem, durante toda sua jornada cristã, eles se tornaram árvores más agora simplesmente por terem votado na candidata do PT? Ora meus amados irmãos reformados, vocês esqueceram que somente a Graça de Deus pode nos fazer tomar direções que estão de acordo com a vontade de Deus?

Por acaso esqueceram que no final das contas, é a vontade de Deus que prevalece? Esqueceram que a razão pela qual a murmuração se constitui pecado, é justamente porque qualquer murmuração é contra Deus? Por que uma eleição humana fez com que vocês negassem essa Soberania divina e demonizassem quem divergiu com o pensamento de vocês? Por que razão bastou que as coisas saíssem de seus controles para vocês agirem como quem é descrente em tudo que a teologia reformada defende? Por acaso vocês acham que os planos de Deus foram frustrados?

Eu entendo a revolta, a frustração, o sentimento de perda, mas isso não justifica o que estão fazendo. Afirmar categoricamente que aqueles irmãos que votaram na Dilma não tem parte no Reino de Deus? Baseados em quê? Vi irmãos dizerem que jamais orariam pelo governo eleito e me pergunto: A vitória do PT justifica nossa desobediência a claros mandamentos bíblicos? A atitude de muitos de vocês é lamentável. Se o cristianismo que vocês vivem não é capaz se suportar algo mínimo, que dirá se um dia tudo que mais tememos de fato ocorrer. Deus nos livre disso.

De uma hora pra outra parece que não creem mais na doutrina da salvação reformada, deixaram de ser monergistas e nem à bíblia dão mais crédito. Tudo depende apenas de em quem nossos irmãos votaram nas eleições brasileiras. Aparentemente a confiança que vocês diziam ter em Deus, virou pavor, e não é mais Deus quem pode proteger a igreja, mas um político qualquer.

Repito, vocês não percebem que, por pior que seja (e eu acho realmente péssimo), votar na Dilma não torna alguém uma árvore má? Que essa atitude não invalida a eleição divina? Que não apaga os bons frutos de alguém? Vocês nãos percebem que pecado por pecado, maldade por maldade, erro por erro, todos nós somos culpados e carecidos somos da Glória de Deus? Não fosse a graça de Deus não somente quem votou na Dilma estaria condenado, mas você que mente, que fofoca, que age por impulso, que não nega a si mesmo, que não ama, que não tem misericórdia.

Ora, As coisas de Deus se firmam em fundamentos absolutamente superiores a nossa vã filosofia, e não é nestas coisas que a salvação está vinculada. Vocês sabem disso, mas por terem sidos contrariados parece que esqueceram. Que fracos vocês são!

Enfim, encerrada a eleição brasileira, oro para que tudo se tranquilize, e para que vocês voltem a ensinar e praticar as doutrinas reformadas, mas oro principalmente para que Deus os torne fortes, coerentes e mansos, pois mais eleições virão, e o povo de Deus, e nós, precisamos de vocês como suporte, não como cegos desesperados, sem saber para onde ir.

Deus abençoe a todos.


***
Ruy Cavalcante, para o Púlpito Cristão.

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Carta a um jovem evangélico que faz sexo com a namorada

Por Augustus Nicodemus Lopes

[Os nomes foram trocados para proteger as pessoas. Embora algumas circunstâncias mencionadas na carta sejam totalmente fictícias, o caso é mais real do que se pensa...]

Meu caro Ricardo,

Ontem estive pregando em sua igreja e tive a oportunidade de rever João, nosso amigo comum. Não lhe encontrei. João me disse que você e a Raquel, sua namorada, tinham saído com a turma da mocidade para um acampamento no fim de semana e que só regressariam nessa segunda bem cedo.

Saí com o João para comer pizza após o culto e falamos sobre você. João abriu o coração. Ele está muito preocupado com você, desde que você disse a ele que tem ido com Raquel para motéis da cidade e às vezes até mesmo depois do culto de jovens no sábado à noite. Ele falou que já teve várias conversas com você mas que você tem argumentado defendendo o sexo antes do casamento como se fosse normal e que pretende casar com Raquel quando terminarem a faculdade.

Ele pediu minha ajuda, para que eu falasse com você, e me autorizou a mencionar nossa conversa na pizzaria. Relutei, pois acho que é o pastor de sua igreja que deve tratar desse assunto. Você e a Raquel, afinal, são membros comungantes dessa igreja e estão debaixo da orientação espiritual dela. Mas, João me disse que o pastor faz de conta que não sabe que essas coisas estão acontecendo na mocidade da igreja. Como sou amigo da sua família fazem muitos anos, desde que vocês freqüentaram minha igreja em São Paulo, resolvi, então, escrever para você sobre esse assunto, tendo como base os argumentos que você usou diante de João para justificar sua ida a motéis com a Raquel.

Se entendi direito, você argumenta que não há nada na Bíblia que proiba sexo antes do casamento. É verdade que não há uma passagem bíblica que diga "não farás sexo antes do casamento;" mas existem dezenas de outras que expressam essa verdade com outras palavras e de outras maneiras. Podemos começar com aquelas que pressupõem o casamento como sendo o procedimento padrão, legal e estabelecido por Deus para pessoas que desejam viver juntas (veja Mateus 9:15; 24:38; Lucas 12:36; 14:8; João 2:1-2; 1Coríntios 7:9,28,39), aquelas que abençoam o casamento (Hebreus 13:4) e aquelas que se referem ao divórcio - que é o término oficial do casamento - como algo que Deus aborrece (veja Malaquias 3:16; Mateus 5:31-32).

Podemos incluir ainda aquelas passagens contra os que proíbem o casamento (1Timóteo 4:3) e as outras que condenam o adultério, a fornicação e a prostituição (veja Mateus 5:28,32; 15:19; João 8:3; 1Coríntios 7:2; 6:9; Gálatas 5:19; Efésios 5:3-5; Colossenses 3:5; 1Tessalonicenses 4:3-5; 1Timóteo 1:10; Hebreus 13:4; Apocalipse 21:8; 22:15). Qual é o referencial que nos possibilita caracterizar esses comportamentos como desvios, impureza e pecado? O casamento, naturalmente. Adultério, prostituição e fornicação, embora tendo nuances diferentes, têm em comum o fato de que são relações sexuais praticadas fora do casamento. Se o casamento, que implica num compromisso formal e legal entre um homem e uma mulher, não fosse a situação normal onde o sexo pode ser desfrutado de maneira legítima, como se poderia caracterizar como desvio o adultério, a fornicação ou a prostituição? A Bíblia considera essas coisas como pecado e coloca os que praticam a impureza sexual e a imoralidade debaixo da condenação de Deus - a menos que se arrependam, é claro, e mudem de vida.

Você argumenta também que o casamento é uma conveniência humana e que muda de cultura para cultura. Bom, é certo que o casamento tem um caráter social, cultural e pessoal. Todavia, do ponto de vista bíblico, não se pode esquecer que foi Deus quem criou o homem e a mulher, que os juntou no jardim, e disse que seriam uma só carne, dando-lhes a responsabilidade de constituir família e dominar o mundo. O casamento é uma instituição divina a ser realizada pelas sociedades humanas. Embora as culturas sejam distintas, e os rituais e procedimentos dos casamentos sejam distintos, do ponto de vista bíblico o casamento implica em reconhecimento legal daquela união por quem de direito, trazendo implicações para a criação e tutela dos filhos, sustento da casa e também responsabilidades e conseqüências em caso de separação e repúdio. Quando duas pessoas resolvem ir morar juntas como se fossem casadas, essa decisão não faz delas pessoas casadas diante de Deus - mas (desculpe a franqueza), pessoas que estão vivendo em imoralidade sexual.

É verdade que a legislação de muitos países tem cada vez mais reconhecido as chamadas uniões estáveis. É uma triste constatação que o casamento está cada vez mais sendo desvalorizado na sociedade moderna ocidental. Todavia, esses movimentos no mundo e na cultura não são a bússola pela qual a Igreja determina seu norte - e sim a Palavra de Deus. Em muitas culturas a legislação tem sancionado coisas que estão em contradição com os valores bíblicos, como aborto, eutanásia, uniões homossexuais, uso de drogas, etc. A Igreja deve ter uma postura crítica da cultura, tendo como referencial a Palavra de Deus.

O João me disse ainda que você considera que o mais importante é o amor e a fidelidade, e que argumentou que tem muita gente casada mas infeliz e infiel para com o cônjuge. Ricardo, é um jogo perigoso tentar justificar um erro com outro. Gente casada que é infiel não serve de desculpas para quem quer viver com outra pessoa sem se casar com ela. Além do mais, como pode existir o conceito de fidelidade numa união que não tem caráter oficial nem legal, e que não teve juramentos solenes feitos diante de Deus e das autoridades constituídas? Mesmo que você e sua namorada façam uma "cerimônia" particular onde só vocês dois estão presentes e onde se casem a si mesmos diante de Deus - qual a validade disso? As promessas de fidelidade trocadas por pessoas não casadas têm tanto valor quanto um contrato de gaveta. Lembre inclusive que não é a Igreja que casa, e sim o Estado. Naqueles casamentos religiosos com efeito civil, o pastor ou padre está agindo com procuração do juiz.

Não posso deixar de mencionar aqui que na Bíblia o casamento é constantemente referido como uma aliança (veja Ezequiel 16:59-63). Deus é testemunha dessa aliança feita no casamento, a qual também é chamada de "aliança de nossos pais", uma referência ao caráter público da mesma (não deixe de ler Malaquias 2:10-16).

Não fiquei nem um pouco surpreso com seu outro argumento para fazer sexo com sua namorada, que foi "é importante conhecer bem a pessoa antes do casamento". Já ouvi esse argumento dezenas de vezes. E sempre o considerei uma burrice - mais uma vez, desculpe a franqueza. Em que sentido ter relações sexuais com sua namorada vai lhe dar um conhecimento dela que servirá para determinar se o casamento vai dar certo ou não? Embora o sexo seja uma parte muito importante do casamento, o que faz um casamento funcionar são os relacionamentos pessoais, a tolerância, a compreensão, a renúncia, o amor, a entrega, o compartilhar... você pode descobrir antes do casamento que sua namorada é muito boa de cama, mas não é o desempenho sexual de vocês que vai manter ou salvar seu casamento. Esse argumento parte de um equívoco fundamental com relação à natureza do casamento e no fim nada mais é que uma desculpa tola para comerem a sobremesa antes do almoço.

Agora, o pior argumento que ouvi do João foi que você disse "a graça de Deus tolera esse comportamento." Acho esse o pior argumento porque ele revela uma coisa séria em seu pensamento, que é tomar a graça de Deus como desculpa para um comportamento imoral. Esse sempre foi o argumento dos libertinos ao longo da história da igreja. O escritor bíblico Judas, irmão de Tiago, enfrentou os libertinos de sua época chamando-os de "homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo" (Judas 4). Esse é o caminho de Balaão "o qual ensinava a Balaque a armar ciladas diante dos filhos de Israel para comerem coisas sacrificadas aos ídolos e praticarem a prostituição" (Apocalipse 2:14). É a doutrina da prostituta-profetisa Jezabel, que seduzia os cristão "a praticarem a prostituição e a comerem coisas sacrificadas aos ídolos" (Apocalipse 2:20) e a conhecer "as coisas profundas de Satanás" (Apocalipse 2:24).

Como seu amigo e pastor, permita-me exortá-lo a cair fora dessa maneira libertina de pensar, Ricardo, antes que sua consciência seja cauterizada pelo engano do pecado (Hebreus 3:13). Ainda há tempo para arrependimento e mudança de atitude. A abstinência sexual é o caminho de Deus para os solteiros, e esse estilo de vida é perfeitamente possível pelo poder do Espírito, ainda que aos olhos de outros seja a coisa mais careta e retrógrada que exista. Se você realmente pensa em casar com a Raquel e constituírem família, o melhor caminho é pararem agora de ter relações e aguardarem o dia do casamento. Vocês devem confessar a Deus o seu pecado e um ao outro, e seguir o caminho da abstinência, com a graça de Deus.

Estou à sua disposição para conversarmos pessoalmente. Traga a Raquel também. Estou orando por vocês.

Um grande abraço,

Pr. Augustus


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Augustus Nicodemus Lopes, no blog O Tempora, O mores!

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28/10/2014

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QUEM DISSE QUE CALVINISTAS E ARMINIANOS NÃO SE ENTENDEM?


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Um cristão pode ficar possuído pelo diabo?


Por Wilson Porte Jr

Quando o espírito imundo sai do homem, anda por lugares áridos, procurando repouso; e, não o achando, diz: Voltarei para minha casa, donde saí.

Lucas 11.24

Pode um cristão ficar possuído por um demônio? Não! Um cristão verdadeiro jamais poderá ser possuído por um espírito imundo. Este é o nome que Jesus dava a tais espíritos que possuíam pessoas ou animais. Sabe-se que nem todos os demônios possuem pessoas, mas alguns o fazem, por motivos não muito claros a nós. O que se sabe vem do bom senso e das palavras dos próprios demônios que não são palavras nada confiáveis.

Em 1Jo 5.18-19, o Espírito Santo nos instrui pela Palavra o seguinte:

Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado; antes, Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o Maligno não lhe toca. Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no Maligno.

A primeira informação deste texto é que a pessoa que se converteu não vive mais na prática do pecado. Isso não significa que tal pessoa não peca mais, mas que o pecado, agora, será apenas um acidente na peregrinação de tal pessoa. Antes, o pecado era uma constante, um prazer diário. Agora, apenas um acidente que traz profunda tristeza àquele que o comete.

São tais pessoas, para as quais o pecado traz tristeza e faz parte da batalha do dia a dia, que são chamadas pela Bíblia de “nascidos de Deus”. Para elas, assim como para Deus, o pecado é algo que traz tristeza e, muitas vezes, ódio. É dos cristãos amar o que Deus ama e odiar o que Deus odeia. Alguém que ama o que Deus odeia e odeia o que Ele ama ainda não “nasceu de Deus”, termo usado pelo apóstolo João no verso acima.

E são estes nascidos de Deus que não podem ser tocados pelo Maligno. Tais pessoas são guardadas pelo Espírito. O Espírito Santo de Deus as reveste impedindo qualquer ação demoníaca em tais pessoas. As pessoas convertidas foram seladas com o Espírito de Deus e isso lhes confere até mesmo autoridade sobre espíritos demoníacos.

“O mundo inteiro jaz no Maligno”, ou seja, não há nada neste mundo que esteja fora da ação demoníaca do Maligno. Tudo está sob sua ação e intervenção. Apenas aquilo e aqueles a quem o Senhor deseja guardar são protegidos. Deus está acima do Maligno. Não há rivalidade, ou guerra entre Deus e o Maligno. Há apenas um Soberano: Deus. Mesmo a autoridade do Maligno sobre seres humanos e animais encontra-se debaixo da autoridade de Deus. Ou seja, qualquer palavra de Deus faz com que o Maligno pare na mesma hora o que ele está fazendo e se submeta à autoridade máxima e soberana de Deus.

No entanto, aqueles que não são nascidos de Deus permanecem à mercê da ação destes espíritos imundos. São apenas estas pessoas que podem ficam possuídas por demônios. Um convertido, ou seja, alguém nascido de novo, jamais ficará possuído por outro espírito além do Espírito Santo de Deus.

Para os convertidos, a recomendação é apenas esta: Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós (Tg 4.7). Devemos apenas resistir às suas tentações. Ele continuará a agir externamente tentando nos seduzir e fazer cair. Cabe a nós resistirmos e fugirmos para que nada roube a nossa paz.


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Fonte: Wilson Porte Jr

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27/10/2014

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Carta aberta a presidente Dilma Rousseff

Por Renato Vargens

Prezada Presidente Dilma,

Paz e bem!

Antes de qualquer coisa, julgo que seja importante lhe dizer que não votei na senhora, mesmo porque, tenho severas discordâncias quanto aquilo que o seu partido defende e prega, contudo, conforme desejo da maior parte da população brasileira (ainda que 50 milhões tenham dito não a sua reeleição)  a senhora foi mantida na presidência da Republica Federativa do Brasil.

Assim que soube da sua reeleição orei ao Senhor juntamente com a minha igreja, rogando ao Eterno que a abençoe na condução do país nesses próximos quatro anos, até porque, as Escrituras nos ensinam a orarmos por aqueles que nos governam.

Presidente Dilma, lhe desejo de todo coração uma boa gestão. Minha oração é que Vossa Excelência desenvolva um governo de justiça paz e equidade onde o maior beneficiado seja o sofrido povo brasileiro. Entretanto, seria irresponsável da minha parte não mencionar  algumas preocupações quanto ao destino do Brasil, senão vejamos:

  1. Por favor pare de usar políticas públicas como instrumento de perpetuação do seu partido no poder. Sei que o "bolsa família", "Minha casa minha vida" e outros programas são extremamente importantes para parte do povo brasileiro, contudo, oferecer programas assistencialistas sem proporcionar uma "porta de saída"  àqueles que vivem na pobreza é desumano e desleal. 
  2. Por gentileza valorize e respeite a família brasileira. As estatísticas dizem que a esmagadora maioria da população é conservadora. A pesquisa Ibope/Estado/TV Globo revelou por exemplo que 79% dos eleitores brasileiros são contra a descriminalização da maconha, e apenas 17% a favor. Se não bastasse isso: 79% da população  são contrários ao aborto e 16%, favoráveis. A maioria também rejeita o casamento gay: 53% a 40%. Quanto o assunto é a pena de morte a população está dividida  46% defendem a medida, e 49% a rejeitam. Já a redução da maioridade penal tem o apoio de oito em cada dez brasileiros. 
  3. Repudie, rejeite e condene a corrupção em seu governo. Vossa excelência testemunhou em todo país a insatisfação do  brasileiro que não suporta mais tanta roubalheira e mal uso do dinheiro público. Presidente, puna os corruptos, demita-os e mostre ao Brasil que o seu segundo mandato será diferente. 
  4. Não tente transformar o Brasil num leste europeu marxista. O povo brasileiro rejeita e repudia o Foro de São Paulo. Nossa nação não é a Venezuela, nosso povo não concorda com a ditadura de Fidel, nossa nação  não pode ser conivente com estados despóticos como Irã, Cuba e Venezuela. 
  5. Não trate terroristas do ISIS como gente do bem  e que precisa de diálogo. Ora, presidente, não dá pra dialogar com aqueles que sem dó e piedade assassinam homens e mulheres pelo fato de serem cristãos. 
  6. Por favor preserve a PETROBRÁS. Vossa excelência tem a responsabilidade de cuidar do patrimônio da nação. Presidente, chega de escândalos, de roubos, de de desvio de dinheiro público. 
  7. Por favor chega de fisiologismo, basta do toma lá dá cá. Apoie os governos estaduais independente se é do bloco governista, crie políticas publicas de segurança, ajude no combate ao crime organizado, lute por um Brasil melhor.
Presidente, muito mais teria para lhe dizer, contudo, julgo, se que se observar esses pontos, seu governo será melhor do que a sua primeira gestão. Por fim, quero lhe lembrar que a senhora está no poder porque o Soberano o quis, portanto, governe com tremor e temor, sabendo que prestará contas àquele que tudo vê, sabe e domina.

Renato Vargens

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Dilma eleita presidente do Brasil. O que esperar?

Por Mauro Meister

Não sou profeta, nem filho de profeta, assim, não tomem qualquer palavra abaixo como o certo para o futuro, mas apenas percepções. Pelo tamanho, poucos lerão.

1. Sim, somos uma democracia, ainda que nova e imatura. O pleito eleitoral, com todas as mazelas e jogos sujos, às vezes dos candidatos, muitas vezes dos partidários, aconteceu, mas foi bem sucedido.

2. Houve fraude? Como dizer? Resta aguardar que denúncias sérias, se levantadas, sejam investigadas pelos instrumentos do Estado, que deveriam ser independentes do governo. Sair gritando que houve fraude não resolve nada.

3. Corremos perigos? Sim! Imediatos? Nem tanto, mas, ainda assim, crescentes e rápidos. Minha percepção, por conta da ideologia e ações recentes, é que o partido no governo não preza a democracia. Sua origem de luta contra a ditadura de direita não o coloca na categoria democrática. Seus ideólogos gramicianios tem sido bem sucedidos, a despeito de seus líderes populares terem se embebedado com a glória do poder e suas riquezas. Digite "gramiscismo" no Google e leia, pesquise e tire suas conclusões.

4. Para que o projeto acima de certo, é necessário um aparelhamento do Estado e, ao mesmo tempo, uma aparência de legitimidade democrática associada a conceitos de hegemonia de pensamento. Os mesmos que são acusados de ser "contra o partido" (ex: Globo) são aqueles que promovem as causas dessa consolidação de pensamento: insistência no governo para as supostas minorias (negros, gays, mulheres como oprimidas, os sem terra) causa aborcionistas, desarmamento, etc. (vejam as ênfases no discurso da vitória da presidente). Tudo isso serve como uma quebra dos chamados valores tradicionais (mantidos pelas "elites") e o surgimento de uma nova hegemonia de pensamento (quem foi o representante da juventude?).

5. Passam por este projeto alguns elementos essências, entre eles, a reforma política e a educação (nada no discurso foi gratuito). Sim, o Brasil precisa de uma reforma política, mas se houver força do governo para que aconteça, será nefasta e aparelhará ainda mais o governo. No totalitarismo o governo nunca sai do poder, seja seja em Cuba, seja na Bolívia.

6. A educação brasileira já está totalmente aparelhada, mas os que estão dentro, muitas vezes não percebem. Quanto mais ignorantes (aqueles que ignoram), melhor! Não há real interesse em que exista pensamento autônomo, no sentido do indivíduo que pensa por si mesmo (ainda que este seja o discurso da educação há décadas) mas no indivíduo que aja com a massa, como uma torcida, liderada pelos Conselhos Populares. Enquanto os cristãos deveriam lutar por uma educação heteronormativa (no caso, segundo a norma de Deus) as políticas governamentais tem sido sistematicamente opostas. Nossos filhos vão para a escola e voltam para casa achando que todos os tópicos citados acima são o certo e o verdadeiro, o contrário do que seus pais caretas e suas igrejas ensinam.

7. Entre tais ensinamentos existe a famosa doutrinação contra o famigerado capital, o livre comércio, a iniciativa privada, a privatização e todos os temas pertinentes. É daí que surge o socialista rico que maquina a revolução social de seu studio em Paris, bebendo champanhe. É assim que a presidente diz com cara lavada a uma economista desempregada que faça um curso para se colocar em um mercado com cada vez menos empregos reais (quem já desistiu de procurar emprego ou quem ganha bolsa x ou y não conta nas estatísticas, por isto, anda tão baixa).

8. O que fazer, como cristão que sou? 
a) Devo orar pela paz e pelo governo, não só em tempo de eleições, mas em todo tempo. 
b) Devo estar alerta, não só em tempo de eleições, mas entre elas, quando as coisas de fato acontecem - leia, informe-se, fale, pressione e vote certo nas próximas eleições.
c) Lute contra as pequenas corrupções para que tenha como perceber e lutar contra as grandes - pequenas corrupções admitidas em nossas vidas nos cegam para a grande corrupção ao nosso redor. 
d) Ore para que a nossa jovem democracia e suas instituições resistam às pressões e leis que serão empurradas goela abaixo nos próximos 4 anos.
e) Lembre-se, a esperança do cristão está em Cristo e não no estado e no governo, porém, cabe-nos agir sempre em função da verdade e da paz, denunciando a corrupção e os sistemas que a alimentam.

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Postado originalmente no blog O Tempora, O Mores com o título "Reflexões esparsas pós resultados eleitorais". Divulgação: Púlpito Cristão

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26/10/2014

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TRE-RJ fecha Igreja Universal por fazer propaganda eleitoral no Templo




A fiscalização do Tribunal Regional Eleitoral lacrou a Catedral da Fé da Igreja Universal do Reino de Deus em Del Castilho, na noite deste sábado. De acordo com o TRE, foi apreendido material de campanha do candidato Marcelo Crivella (PRB) dentro do local e fichas de cadastro de fiéis. Mais cedo, a IURD de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, já havia sido interditada pelo mesmo motivo.

A titular da zona eleitoral de Caxias, Vera Lage, recebeu uma denúncia anônima e determinou que sua equipe fosse até o local, onde também foram apreendidos material de propaganda eleitoral e cadastros com números de títulos de eleitor. No local, fiscais encontraram um documento convocando fiéis para a “Crivelização”.

No topo da carta, é revelada a intenção de alcançar 400 mil votos em Duque de Caixas. Além disso, o documento traça uma estratégia para convocar fiéis para um encontro com o Bispo Inaldo “com o intuito de divulgar o Bp. Crivella”. Há orientação no texto para “convocar todos os grupos para todos os dias executarmos a Crivelização”, que incluiria agitar bandeiras e distribuir panfletos do candidato. Fiscais do TRE-RJ ainda foram a outras unidades da Universal para checar as denúncias. Entre elas, está a sede da igreja no Rio de Janeiro, a Catedral da Fé, em Del Castilho, na Zona Norte do Rio.

Uma reportagem de O GLOBO mostrou que, na antevéspera do primeiro turno da eleição, no culto “Desmanche do Fogo”, na Catedral da Fé, em Del Castilho, Zona Norte do Rio, o pastor Daniel Santos pediu votos para Crivella e para candidatos do PRB. O pedido de votos para Crivella em templos, já flagrado pelo GLOBO nessas eleições, também num culto da Universal em Nova Iguaçu, é vedado por lei. Mais precisamente na resolução 23.404 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em seu artigo 11, parágrafo 2º. A punição, ao candidato e a quem fez a campanha, é notificação e multa no valor de R$ 2 mil a R$ 8 mil.

No primeiro turno, o Rio de Janeiro foi o estado brasileiro com o maior número de ocorrências de irregularidades.

A Igreja Universal afirmou por meio de nota que “apurou até agora que um membro da igreja, que fazia trabalho voluntário para o candidato Marcelo Crivella fora do templo de Duque de Caxias (RJ), deixou o material em uma sala, por esquecimento”. Já o candidato Marcelo Crivella se manifestou por meio de sua assessoria dizendo que “não se deve fazer nenhuma política dentro de igrejas” e que não foi a nenhuma igreja nesta campanha. Segundo a nota, o candidato não “exerce qualquer cargo na IURD há mais de dez anos”.

BATALHÃO DE CHOQUE

No início da madrugada deste domingo, três carros do Batalhão de Choque da PM estavam estacionados em frente à garagem da Catedral da Fé, em Del Castilho. Policiais controlavam a entrada e saída de pessoas que moram num espaço anexo ao templo.

Segundo a assessoria do TRE, não há previsão para reabertura da igreja. Por volta das 17h deste sábado, cabos eleitorais de Luiz Fernando Pezão e Marcelo Crivella entraram em confronto nas proximidades do templo.

"Tinha um lado que era Pezão e outro, Crivella, na Avenida Dom Helder Câmara. Houve muito tumulto e pancadaria. Umas pessoas dando bandeirada na cabeça das outras" - disse o engenheiro Ronaldo Evaristo, morador de Del Castilho.


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Fonte: O Globo. Divulgação: Pulpito Cristão

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Brian Houston da Hillsong sobre o Casamento Gay: ‘Eu acredito que os escritos de Paulo são claros sobre este assunto'



O site Púlpito Cristão publicou uma notícia com título Brian Houston relativiza a Biblia em favor do casamento gay. No texto, reproduziamos em parte a notícia do New York Times, onde o pastor da igreja Hillsong fez declarações pouco específicas acerca do casamento homossexual, recusando-se a dar uma resposta definitiva sobre o assunto, chegando a declarar que "este é um tema demasiadamente complexo para responder com um sim ou um não". No entanto, depois da repercussão desta declaração, Houston veio à publico novamente esclarecendo alguns fatos que, a bem da justiça, desejamos noticiar:

BRIAN HOUSTON SOBRE O CASAMENTO GAY: "EU ACREDITO NOS ESCRITOS DE PAULO SOBRE O ASSUNTO"

Por Nicola Menzie


O Pastor Brian Houston da igreja Hillsong emitiu uma declaração especificando a sua posição sobre o casamento e a homossexualidade depois de um canal de notícias relatar que ele “não iria tomar uma posição pública sobre as questões LGBT”.

A notícia veio depois que Houston trouxe os temas da homossexualidade e do casamento gay na coletiva de imprensa realizada nesta última quinta-feira (16/10) com a mídia da cidade de Nova Iorque, por ocasião da Conferência da Hillsong que está sendo realizado no Madison Square Garden.

“Eu encorajo as pessoas a não assumirem que uma manchete da mídia representa com precisão o que eu disse em uma recente conferência de imprensa“, disse Houston em um comunicado enviado por email ao The Christian Post, no sábado.

“Em nenhum lugar na minha resposta eu diminui a verdade bíblica ou sugeri que eu ou a igreja Hillsong apoiam ao casamento gay“, ele acrescenta. “Eu desafio as pessoas a lerem o que eu realmente disse, ao invés do que foi noticiado que eu disse. Minha opinião pessoal sobre o assunto da homossexualidade se alinha com as visões cristãs mais tradicionalmente mantidas. Eu acredito que os escritos de Paulo são claros sobre o assunto”.

A questão que resultou nas observações de Houston sobre a homossexualidade foi centrada em como sua igreja tenta permanecer relevante. Em sua resposta, o pastor da Hillsong apresentou o casamento homossexual como uma questão que é um desafio para algumas igrejas. Os ensinamentos cristãos tradicionais definem o casamento como uma união entre um homem e uma mulher.

“Eu acho que com a igreja, a mensagem é sagrada, mas os métodos têm que mudar para que a igreja permaneça relevante”, disse Houston. “E é um desafio. É um desafio permanecer relevante. Quer dizer, se levantarmos um tema quente, talvez para igrejas … agora com o casamento homossexual legalizado, e as igrejas por gerações, mantiveram um conjunto de crenças em torno do que eles acreditam ser a Palavra de Deus, e é o que a Bíblia diz. Todos, de repente, em muitos círculos da igreja podem parecer um pária, porque para muitas pessoas isso é tão irrelevante agora … dessa forma, permanecer relevante é um grande desafio. Eu acho que é mais do que apenas cantar mais canções contemporâneas ou as cores com que você pinta as suas paredes ou qualquer outra coisa”.

Como observou o Christian Post em uma reportagem anterior, a igreja Hillsong possui entre suas 12 igrejas globais, uma em Los Angeles e outra em Nova Iorque, ambas em cidades diferentes e progressivas onde o casamento homossexual está legalizado.

Houston, motivado pela solicitação do jornal The New York Times em uma questão de esclarecimento, passou a enfatizar que, para ele, as perguntas sobre a sua posição sobre a homossexualidade era “muito importante para nós para ser reduzida” até um “sim ou não como resposta em um meio de comunicação”. Suas observações foram semelhantes às anteriormente feitas pelo pastor Carl Lentz da Hillsong de Nova Iorque, que se recusou a dar uma posição pública de um “sim ou não” sobre a homossexualidade.

O New York Times publicou uma reportagem sobre a observação de Houston sob o título “pastor de mega igreja dá sinais de mudança de tom sobre o casamento gay”, e observava que o porta-voz do pastor da igreja Hillsong disse na sexta-feira que o pastor pessoalmente concordava com o ensino tradicional cristão sobre a sexualidade”.

A agência de notícias “Religion News Service” publicou na sua reportagem (sob o título “Brian Houston da Hillsong diz que a igreja não vai tomar posição pública sobre questões LGBT”):

O Presidente do Seminário Teológico Batista do Sul, Albert Mohler, declarou em seu blog, em junho de 2014, “Não há uma terceira via em [questões do mesmo sexo]". Mas Brian Houston, pastor da Igreja Hillsong, uma família global de congregações com mais de 30.000 participantes semanais e milhões de vendas em álbuns de músicas de adoração, aparentemente não concorda com Mohler. Pelo menos, por enquanto.

A reportagem da “Religion News Service” passa a afirmar que, após o “pedido de esclarecimento” do Times … Houston não iria oferecer uma resposta definitiva, em vez disso dizia que “uma conversa estava em andamento” entre os líderes da igreja e que estavam “caminhando com isso”.


Leia a resposta de Houston (e de Lentz) de Houston dada na conferência de imprensa:


Eu encorajo as pessoas a não assumirem que uma manchete da mídia representa com precisão o que eu disse em uma recente conferência de imprensa.
Em nenhum lugar em minha resposta eu diminui a verdade bíblica ou sugeri que eu ou a igreja Hillsong apoiam ao casamento gay. Eu desafio as pessoas a lerem o que eu realmente disse, ao invés do que foi noticiado que eu disse. Minha opinião pessoal sobre o assunto da homossexualidade se alinha com as visões cristãs mais tradicionalmente mantidas. Eu acredito que os escritos de Paulo são claros sobre este assunto.
Eu fui questionado sobre como a igreja pode permanecer relevante no contexto do casamento gay que agora é legal nos dois estados dos EUA onde temos igreja. A minha resposta foi simplesmente um reconhecimento da realidade – não mais e não menos. Eu expliquei que esta luta pela relevância era incômoda e como nós não queremos nos tornar condenados ao ostracismo por um mundo que precisa de Cristo.
Eu apontei que as declarações públicas condenando pessoas vão colocar uma barreira entre a igreja e o mundo (e eu observo que Jesus veio para salvar e não para condenar), razão pela qual na Hillsong, nós não queremos reduzir os problemas reais na vida das pessoas para uma dor aguda profunda.
Esta – assim como muitas outras questões – é uma conversa que a igreja precisa ter e estamos todos em uma caminhada para lidar com a questão de fundir a verdade bíblica com um mundo em mudança.

Durante a conferência de imprensa que antecede o início da Conferência da Hillsong em Nova York, Houston, sua esposa e o co-pastor, Bobbie Houston, e pastores da Hillsong de Nova Iorque, Joel Houston e Carl Lentz, também levantaram questões relacionadas ao envolvimento no abuso sexual infantil de Frank Houston e como a Hillsong administra seu dinheiro.

A igreja Hillsong foi fundada pelos Pastores Brian e Bobbie Houston em 1983 e atraem cerca de 30 mil fiéis por semana. A mega igreja, conhecida por suas conferências anuais e por um ministério de louvor popular, conta com 12 igrejas Hillsong na Europa, África e nos EUA e vários serviços de extensão em seu site.




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