02/10/2014

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Bispo Manoel Ferreira duvida da fé de Marina Silva, vota em Dilma e faz côro com os petistas

Por Antognoni Misael

Um vídeo recém divulgado nas redes sociais mostra o então Bispo Manoel Ferreira, da Igreja Assembléia de Deus Ministério Madureira declarando apoio a Dilma Rousseff e fazendo duras críticas a candidata do PSB Marina Silva.

O vídeo foi publicado pela campanha de Dilma em sua página no Facebook, onde, acredite, Ferreira diz duvidar que Marina Silva seja evangélica porque nunca a viu declarar publicamente sua fé cristã. Contrariando ao que falara antes, Manoel Ferreira, atrapalhado e aparentemente com a cauda presa, disse que escolheria Marina Silva para ser pastora por ela ser uma mulher de fé. Como assim?!

É bom relembrar que este líder assembleiano é seguidor das ideias do tal reverendo sul-coreano Sun Myung Moon, que dizia ter se encontrado com Jesus, que o teria inspirado a desenvolver uma doutrina com novas interpretações da Bíblia Sagrada. Em seguida, o mesmo Moon ganhou notoriedade pela heresia De dizer que era a “reencarnação” de Jesus Cristo.

Ferreira continuou o ataque dizendo que “não teria coragem de entregar a chave do carro para alguém que não sabe dirigir”, críticando a Marina Silva.

Gente, não vem ao caso se Marina Silva é ou não a melhor escolha para o Brasil, contudo, é de se pontuar que se existe alguém que deveria ter a sua fé posta em dúvida, eu elencaria o próprio Manuel Ferreira! Este líder tem causado vergonha ao Evangelho!! Dias atrás entregou o púlpito para Dilma destilar suas ideias e citar a Bíblia na tentativa de angariar votos de seu rebanho. Homem de má fé, de contradição, de cauda presa com os petistas. Dá nojo de assistir! Veja abaixo.

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Do Arte de Chocar para o Púlpito Cristão

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01/10/2014

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Hangout "O cristão, a política e as eleições"


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Deus fala conosco?


Deus fala1
Por Maurício Zágari

Ser cristão é, acima de tudo, relacionar-se. Nossa fé tem a ver com estabelecer um relacionamento real e diário com Deus e com o próximo. Com o próximo é fácil, todos sabemos nos comunicar uns com os outros; mas quando se trata de ouvir o Todo-poderoso, aí a coisa fica complicada. Desde que nos convertemos, começamos a escutar com frequência comentários, pregações e músicas de louvor mencionarem a “voz de Deus”. Paradoxalmente, é bastante comum eu ouvir irmãos e irmãs em Cristo confessarem que não entendem muito bem como funciona isso. Afinal, o Senhor não costuma conversar conosco face a face, com uma voz que chegue a nós pela audição. E, assim, acabamos confusos e sem entender como é possível ouvir Deus falar. Gostaria de convidar você a uma reflexão sobre isso.


Todos já ouvimos pessoas testemunharem que de fato ouviram Deus falar com elas com uma voz audível, tal qual Samuel escutou quando era criança. Acredito que isso ocorra de fato, como um fenômeno sobrenatural, mas, convenhamos, são raríssimas exceções. Na maioria das vezes não ouvimos Deus falar com uma voz que se assemelhe à humana (que pudesse ser descrita como “ah, é uma voz meio grave, um pouco rouca…”). Nada disso. Na esmagadora maioria das vezes, o Senhor fala conosco de maneiras sutis, que exigem de nós estar em sintonia com ele para identificarmos que se trata realmente de uma comunicação com o Divino.

Estar em sintonia com Deus é fundamental, pois só assim conseguiremos detectar quando é ele quem está falando. Deixe-me dar um exemplo. Sabe quando você conhece tão bem seu esposo, ou sua esposa, que basta ele lançar aquele olhar e você compreende tudo o que ele quer dizer? Pois isso só ocorre com quem está em sintonia e tem bastante proximidade. Meu pai, por exemplo, tem certas expressões faciais características, que, só de eu bater o olho, sei se ele gostou de algo ou não. Isso é fruto de muita convivência e intimidade. Assim, se você quer ouvir Deus falar, precisa se aproximar dele, por meio das disciplinas espirituais – oração, jejum, estudo da Palavra, perdão, atos de amor ao próximo, entre outras. Não tem segredo: só buscando a Deus por meio dessas práticas você desenvolverá uma sintonia capaz de fazê-lo reconhecer quando ele fala.

Portanto, para ouvir alguém é preciso estar próximo, ser íntimo. “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem” (Jo 10.27).

Deus fala2
Naturalmente, o meio mais frequente e imediato de ouvir a voz de Deus é pela leitura bíblica. A Palavra é a expressão máxima da voz do Criador. Nas páginas das Escrituras a voz de muitas águas transborda. Uma vez que você lê o texto sagrado com um coração aberto e segundo as normas corretas de hermenêutica, passagens inteiras passam a apontar caminhos, oferecer esperança, propor formas de agir, ensinar verdades do evangelho. Assim, se você quer ouvir Deus falar, eu recomendaria como indispensável ter uma rotina de relacionamento com ele em que a leitura das Escrituras tenha um lugar especial. E não apenas leia as palavras da Bíblia. Medite nelas. Reflita sobre elas. E, quando menos esperar, muito do que Deus quer te falar passará a ser realidade via letras impressas em papel. O Sola Scriptura deve sempre nortear a dinâmica de atentar à voz do Divino.


Como explica o filósofo e escritor Dallas Willard, Deus também fala gerando em nossa mente pensamentos que têm uma qualidade característica, um conteúdo espiritual específico. Esse aspecto deve ser considerado com enorme cuidado, com extrema cautela, pois é absurdamente frequente pessoas acharem que “Deus lhes disse” algo quando, na verdade, o que há é um mero pensamento humano. Desse modo, é muito fácil pôr palavras na boca de Deus, o que, lembremos, é pecado. Portanto, se vier um pensamento à sua mente e você achar que é a voz do Senhor, ore, avalie à luz da Bíblia e tenha muito temor antes de afirmar que foi “Deus quem falou”. Lembre-se de que ele jamais vai contrariar o que afirma nas Escrituras. Portanto, sempre desconfie dessa voz interior. Recomendo que você teste a suposta “voz de Deus” usando o que Frederick B. Meyer propôs: avalie as circunstâncias, verifique as impressões do Espírito e confira com o que diz a Bíblia. Também é recomendável acrescentar a recomendação de Rick Warren: avaliar o que se ouviu à luz da sabedoria divina do conselho cristão. Sempre teste o que você “ouve” e o que as outras pessoas ao seu redor afirmam ouvir. Sempre.

Deus fala3
Mas existe outra forma de Deus falar, que é bem interessante: por meio das circunstâncias corriqueiras da vida, de fatos que ocorrem no dia a dia. São frases oriundas do coração do Pai que dispensam sujeito, verbo e predicado. Sim, o Senhor se expressa por meio de ações e fatos, como bem nos mostra a Bíblia: uma tempestade foi a forma de Deus dizer a Jonas que ele estava em desobediência. Dez pragas foram o discurso do Todo-poderoso ao faraó. A esterilidade foi a bronca do Senhor a Mical. Um véu rasgado foi o tratado teológico do Onipotente sobre a consumação da cruz. Vemos muitas vezes as circunstâncias representarem a voz de Deus e – novamente – precisamos estar sensíveis ao Senhor para compreendermos quais eventos representam uma afirmação divina a nós, caso contrário podemos nos tornar místicos que veem Deus na mancha de uma parede ou nas caixinhas de promessa.


Eu mesmo fui consolado pelo Senhor em uma manhã, há poucos dias. Estava sofrendo e abatido e, por isso, busquei ao Senhor em meio a lágrimas de impotência. Para minha surpresa, o que veio ao meu coração naquele momento foi o desejo de escrever um texto para o APENAS, que tratava do versículo de Lamentações 3.21 (“Quero trazer à memória o que me pode dar esperança”). Sentei-me, orei e escrevi o primeiro parágrafo. No preciso momento em que eu escrevia, minha esposa, que sabia pelo que eu estava passando e se encontrava a caminho do trabalho, sem que combinássemos nada ou tocássemos no assunto enviou-me um texto por SMS. Ela simplesmente escreveu: “Para refletirmos: ‘Lembra-te da minha aflição e do meu pranto, do absinto e do veneno. Minha alma continuamente os recorda e se abate dentro de mim. Quero trazer à memória o que me pode dar esperança. As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade. A minha porção é o SENHOR, diz a minha alma, portanto esperarei nele.’ Lamentações 3.19-24″.

Coincidência? Claro, pode ser, se você crê no acaso. Um evento como esse pode ser visto como pura coincidência, sem sombra de dúvida. Um ateu riria se eu dissesse que aquilo foi um ato de Deus. Mas senti em minha sensibilidade espiritual que eu e minha esposa termos pensado na mesma passagem bíblica (entre tantos milhares de outras), no exato mesmo instante, sem nada específico que nos tivesse remetido a ela, somado ao fato de minha esposa ter-me enviado o texto no preciso momento em que eu mais precisava ler aquilo… não era coincidência, mas uma forma de Deus se fazer ouvir e confirmar que de fato eu deveria dar especial atenção ao que diz esse texto das Escrituras. E, sem que eu precisasse ouvir um decibel sequer pelos ouvidos, percebi no meu espírito que Deus me dizia para trazer à memória quem ele é. E isso me deu esperanças.

Meu irmão, minha irmã, Deus fala. Na absoluta maioria das vezes, ele não o fará de forma espetacular, com voz audível, mas sim por meio de trechos contextualizados da Bíblia sagrada, por uma inequívoca realidade interior ou por meio de circunstâncias da vida que tornariam a palavra “coincidência” algo difícil de crer. Cabe a mim e a você estarmos em sintonia com o Senhor para sabermos discernir corretamente se é ele quem está falando ou não. Nosso Aba interage conosco e se relaciona. Deus não é um observador estoico e indiferente, ele aprecia interagir. Como Pai que é, ele gosta de ter essa intimidade conosco. Mas é somente mediante uma vida de proximidade com ele que isso será possível.

Deus fala4
Nas épocas de minha vida em que vivi mais longe de Deus, as vozes que ouvi e segui só me conduziram a caminhos de morte, e o fruto disso foram dores e arrependimento. Escutei a voz do mundo, a da minha própria carne, a do Diabo, a do pecado e muitas outras. Pois todos falam o tempo todo; a questão é: a quem daremos ouvidos? “A voz de Deus troveja maravilhosamente; ele faz coisas grandiosas, acima do nosso entendimento” (Jó 37.5). Essa é a única voz que ressoa de forma maravilhosa. Ouça-a.


Fica aqui minha recomendação: tenha uma rotina prazerosa de oração. Discipline-se para ler as Escrituras. Conforme-se ao caráter de Cristo mediante práticas como o perdão, a ajuda ao necessitado e o socorro ao que sofre (Mt 25.31-46). Em outras palavras, viva uma vida da qual Jesus fará parte ativamente. Ao praticar regularmente essas disciplinas, você se conformará à natureza de Cristo e viverá tão perto de Deus que bastará um olhar dele para que você descubra tudo o que ele deseja dizer ao seu coração.

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Direto do blog do autor, Apenas 

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Eis o cordeiro

cordeiro de deus
Por Clóvis Gonçalves
Apesar de todos os crentes reconhecerem a centralidade da cruz para a sua fé, poucos tem dedicado algum esforço em compreender a natureza e os benefícios da expiação para suas vidas. Muitos cantam “Sim, eu amo a mensagem da cruz!”, sem se dar conta do conteúdo dessa mensagem. O versículo acima nos ajudará a compreender melhor a finalidade e os resultados da morte de Cristo. Ela também pode lançar luz a respeito de para benefício de quem ela foi designada na eternidade e realizada na história.
“Eis”
Esta é a resposta divina à pergunta do angustiado Isaque: “onde está o cordeiro para o holocausto?” (Gn 22:7). Um cordeiro era necessário, pois o homem havia ofendido o Senhor com seu pecado e a justiça divina requeria uma satisfação. Mas se faltava um cordeiro, então Isaque teria que ser imolado sobre o altar. Se Jesus não viesse, o homem teria que pagar a dívida para com Deus, e sendo essa dívida impagável, ele sofreria eternamente no inferno. Por isso o “eis” de João Batista é a melhor notícia que o homem poderia receber.
“O Cordeiro de Deus”
Para entendermos a profundidade dessa expressão precisamos voltar até aos dias do cativeiro de Israel no Egito, quando Deus lhes ordenou ”Aos dez deste mês, cada um tomará para si um cordeiro, segundo a casa dos pais, um cordeiro para cada família. Mas, se a família for pequena para um cordeiro, então, convidará ele o seu vizinho mais próximo, conforme o número das almas; conforme o que cada um puder comer, por aí calculareis quantos bastem para o cordeiro. O cordeiro será sem defeito, macho de um ano; podereis tomar um cordeiro ou um cabrito; e o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o imolará no crepúsculo da tarde. Tomarão do sangue e o porão em ambas as ombreiras e na verga da porta, nas casas em que o comerem; naquela noite, comerão a carne assada no fogo; com pães asmos e ervas amargas a comerão (…) Porque, naquela noite, passarei pela terra do Egito e ferirei na terra do Egito todos os primogênitos, desde os homens até aos animais; executarei juízo sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o Senhor. O sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; quando eu vir o sangue, passarei por vós, e não haverá entre vós praga destruidora, quando eu ferir a terra do Egito”(Ex 12:3-8;12-13). O pai de família deveria escolher o seu cordeiro, cujo sangue daria proteção aos membros de sua família. Jesus não é apenas um cordeiro pascal, mas o “Cordeiro de Deus”, o Seu escolhido, o que morreria para com Seu sangue, livrar da morte os integrantes da família de Deus.
“Que tira o pecado”
Olhemos agora para o efeito da morte do Cordeiro. Ele “tira” o pecado. Tirar é “fazer sair, sacar, arrancar, extrair” (Dicionário Aurélio). No grego, tirar é airõ e traz a idéia de “levar embora, remover, afastar de alguém” (Strong) ou “carregar, levar para fora, levar embora” (Vine). Assim, o “remendo tira parte da veste” (Mt 9:16); “o reino de Deus vos será tirado” (Mt 24:43); Satanás “tira a palavra semeada neles” (Mc 4:15) e “não peço que os tires do mundo” (Jo 17:15); etc. O sangue do cordeiro foi eficaz para livrar da morte o primogênito dos israelitas. Imagine um jovem primogênito observando seu pai colocar o sangue nas ombreiras e na verga da porta. “Será suficiente? Funcionará?”, talvez se perguntasse. Quem sabe à noite não conseguisse pregar os olhos. Mas pela manhã, quando entre os egípcios “não havia casa em que não houvesse morto”(Ex 12:30), o sangue do cordeiro bastou “para que o exterminador não tocasse nos primogênitos dos israelitas” (Hb 11:28).
A expressão “que tira o pecado” aponta para a morte penal e substutiva do Cordeiro de Deus. A mesma palavra tirar é utilizada por Paulo para indicar que a dívida para com Deus foi cancelada na cruz, quando escreve “tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o [airõ] inteiramente, encravando-o na cruz” (Cl 2:14). Portanto, ao tirar o pecado, tornou sem dívida àqueles por quem foi sacrificado, daí a profecia de  Isaías de que “Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e ficará satisfeito; o meu Servo, o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniqüidades deles levará sobre si” (Is 53:11).
“Do mundo”
Considerando o que foi dito acima, sobre a finalidade e o resultado da morte do cordeiro, cabe perguntar a extensão da palavra mundo. Se mundo aqui significa “toda a humanidade sem exceção”, então o pecado de “toda humanidade sem exceção” foi tirado, vale dizer, toda a humanidade está justificada diante de Deus. Para evitar essa conseqüência, deve-se solapar a eficiência da morte vicária do Cordeiro. Mas é mais provável que mundo se refira àqueles do mundo por quem Cristo morreu e então a doutrina da morte penal e substutiva de Cristo se mantenha em pé. O testemunho bíblico favorece essa última posição.
Começando pela primeira páscoa, vemos que o sangue do cordeiro foi designado para salvar todos e somente os primogênitos dos judeus e não de todos os moradores do Egito. Paulo ensina que “Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras” (1Co 15:3) e que “Ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus” (2Co 5:21). Que o nós nessa passagem não se refere a todos os homens sem exceção fica claro quando diz também “o qual se entregou a si mesmo pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai” (Gl 1:4), contrapondo os crentes e o mundo. Considere ainda que a Tito referiu-se à obra de Cristo dizendo que Ele “a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras” (Tt 2:14).
Conclusão
Considerando que a morte de Cristo foi substutiva, que ela foi proveitosa no sentido que tirou o pecado daqueles porquem foi realizada e que a Palavra de Deus em inúmeras passagens restringe o efeito da morte de Cristo aos eleitos, devemos crer que Jesus não morreu pelos pecados de toda humanidade. Por outro lado, sendo a morte de Cristo eficaz pois alcança plenamente o resultado almejado, não devemos jamais ter medo de perecer, pois Ele já pagou por nós toda a nossa dívida.
Soli Deo Gloria

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Do blog NAPEC no Púlpito Cristão

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30/09/2014

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A MÁQUINA DO TEMPO, SPURGEON E A VISITA AO BRASIL EM DIA DE ELEIÇÕES

Por Renato Vargens

Não é que o Principe dos pregadores voltou a usar a Máquina do Tempo? 

Pois é, Charles Spurgeon, mais uma vez resolveu visitar o Brasil. Para tanto, o pastor do Tabernáculo Metropolitano, decidiu ir a Terra de Cabral, no dia 05 de outubro de 2014.

Ao chegar ao país Spurgeon foi visitar uma igreja apostólica, entretanto, para sua surpresa, os templo estava vazio. 

Curioso com o ocorrido Spurgeon, perguntou ao zelador da igreja: 

- "Por favor, o senhor sabe dizer se hoje terá culto?" 

O moço, surpreso com a pergunta, respondeu: -"Claro que não. Hoje é dia de eleição, e o pastor levou todo mundo para fazer boca de urna." 

Inqueito com a resposta Spurgeon indagou: - "Desculpe-me a ignorância, mas, o que é isso?"

O Rapaz demonstrando impaciência replicou dizendo: -"Ora, eles foram distribuir santinhos, bem como convidar as pessoas a votarem no apóstolo." 

Spurgeon demonstrando estar mais confuso ainda falou: - "Santinhos, apóstolos? Que loucura é essa?" 

O transeunte, membro da igreja do apóstolo em questão, respondeu dizendo: "Vejo que não entendes nada, né? Por favor preste atenção, aliás, qual é o seu nome mesmo? Perguntou impacientemente. 

O viajante da Máquina do tempo disse: "Charles Spurgeon, muito prazer." 

Pois é, seu Spurgeon, hoje temos algo mais importante a fazer do que cultuarmos a Deus. O apóstolo, movido por revelação decidiu que nosso culto é político. Tudo bem que "boca de urna" é ilegal, mas, o apostólo disse, que o mais importante é o elegermos ao cargo de deputado."

"Mas, e a pregação da palavra?" Perguntou Spurgeon. 

Que mané pregação o que? Respondeu o rapaz. Tá louco? A gente não precisa disso não! A gente é cabeça e não cauda. E mais, nós decretamos a vitória em nome de Jesus e em virtude disso, vamos vencer tudo e todos, entendeu? Digo mais, aquele que se colocar entre o apóstolo e o seu ministério, sofrerá duras consequências, ouviu? O apostolo é poderoso e se ele cantar "sabor de mel" a vaca vai pro brejo."

-"Mas, eu vim ao Brasil para cultuar a Deus com os brasileiros",  disse Spurgeon.

Então, veio na hora errada, Hoje não teremos culto e na semana que vem também não, mesmo porque, precisamos comemorar a vitória apostólica, respondeu o rapaz. Volte daqui a três semanas, nesse dia teremos um ato profético para compra da casa própria, quem sabe, o apostólo libera a palavra de vitória?

Spurgeon, vendo que a Igreja estava perdida, entrou na máquina do tempo e voltou pra casa triste e inquieto com os rumos da Igreja do Brasil.


Outros textos sobre a Máquina do Tempo: 
A Máquina do Tempo e o Encontro entre Johann Tetzel e Edir Macedo
A Máquina do Tempo, Lutero e o patriarca Renê Terra Nova.
A Máquina do Tempo, os apóstolos modernos e George Whitefield
A Máquina do Tempo, Lutero e os apóstolos modernos.
A Máquina do Tempo, Spurgeon e a visita de um Show Gospel do Thalles Roberto
A Máquina do tempo e a visita de uma cantora gospel ao Tabernáculo Metropolitano de Spurgeon

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