Fechos de e-mails de crentes gospel


Geralmente os crentes gospel estão um passo atrás de todo o resto da sociedade quando se trata de cultura e tecnologia. Isto não surpreende, considerando as horas que passam na igreja e em retiros enquanto o resto do país está assistindo televisão. No entanto, desde que os crentes gospel descobriram a internet (uns 4 anos atrás) eles não perdem tempo tomando posse do e-mail para o reino.


Independentemente de o e-mail ser de natureza espiritual ou simplesmente para repassar um texto cômico (secular mas não sujo), crentes gospel sempre usam verborréia gospel para encerrar seus escritos. Ao invés dos fechos tradicionais de para e-mails como "atenciosamente" ou "cordialmente", crentes gospel utilizam "Em Cristo", "Na paz de Deus" ou "No serviço do reino."

Crentes gospel top-level vão naturalmente querer elevar o nível. Embora "Shalom" seja um termo aceitável para estes e-mails gospels, quando dois crentes gospel top-level trocam e-mails, eles começam a competir para ver quem faz o fecho de e-mail mais gospel. Logo estarão encerrando o texto com preciosismos espirituais como "Aninhado profundamente nas cavidades de Sua mão onipotente" e "Subindo com asas como águias no serviço daquele que é e que há de vir."

Traduzido e adaptado por Avelar Jr.
Originalmente postado por Abraham Calvin em “
Stuff White Christians Like


Também publicado em Não, Obrigado!

Pastores perdidos e prostitutas salvas



Por Márcio de Souza


Vivemos em um mundo maluco mesmo né... Este é um tempo onde nada é previsivel. Vemos de um lado, homens de terno, empunhando Bíblias que são capazes de coisas terríveis como violentar crianças, roubar a individualidade do outro (nem o diabo faz isso como pastores) e se aproveitar da miséria alheia. Do outro lado vemos os micróbios da sociedade, abandonados, entregues a própria sorte, ao DEUS DARÁ que são capazes de dividir seus poucos restos de comida, de abrir espaço na calçada onde dormem para que mais um desafortunado deite a seu lado. Ta tudo mudado...

Será essa a diferença? Enquanto uns dependem de seu esforço outros estão ao Deus dará?

Eu escuto mais sentenças cristãs da boca de um travesti na rua São João do que na boca de um pastor. Eu vejo mais solidariedade de um mendigo do que de um tesoureiro de igreja. Eu vejo mais preocupação no semblante descaído de gente que vive abaixo da linha da miséria do que nos prédios luxuosos da classe alta.

É preciso fazer algo para equalizar as coisas. Vida simples aos que vivem nababescamente e solidariedade para que os que vivem na miséria extrema tenham o básico. O mandamento de Jesus está sendo preterido, não amamos o próximo como a nós mesmos, não fazemos esforço pra que alguém coma melhor ou tenha um teto pra morar. Estamos olhando pro nosso umbigo e vivendo a revelia, sem seguir o mestre, mas fazendo o que dá certo. Orações pomposas impedem que o clamor dos becos chegue aos nossos ouvidos. O resumo disso tudo é: Igrejas cheias, barrigas vazias.



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Fonte: blog do Márcio de Souza

(*) Imagem: De um lado, o conhecido bispo da IURD. Do outro, Annie Lobert - ex-prostituta, que faz um trabalho evangelístico junto com outras mulheres em zonas de prostituição em Las Vegas.

Cansou de ser pobre? Participe da conferência!

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Viw só, seu duro! Tá quebrado porque é trouxa. Esperto mesmo é quem paga 25 paus para assistir uma palestra de auto-ajuda de 5º categoria, inspirada nos best sellers de banca de jornal de Og Mandino e Cia LTDA. E o pior é que tem gente que acredita nessas paradas.

Acorda, povo de Deus: O único lugar onde sucesso vem antes de trabalho é no dicionário!


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Postado por Jonara Gonçalves, editora do Mulher Adoradora e colaboradora do Púlpito Cristão

A teologia derrotada pela morte


Por Eli Sanches

Fiquei nesses dias refletindo sobre esse momento crucial da vida humana: a morte. Em condições normais, que poder ela tem de despertar consciências para a transitoriedade da vida.

Paradoxalmente constato o medo que os cristãos tem da morte. Especialmente os adeptos das correntes que professam a teologia da prosperidade, normalmente de origem carismática.

Confesso que nasci em um lar chamado “cristão”. Não que isso impedisse que minha família vivesse também as mazelas de ser gente e família como todo ser humano. Mas, pelo menos, éramos ensinados desde crianças a acreditar na vida eterna, na transitoriedade da vida, e que a morte antes vista como a recompensa pelo pecado, se transformara em um momento de encontro face a face com Deus.

Recordo-me da época em que quando um crente morria, em não havendo questões sanitárias e médicas envolvidas, o corpo era velado no templo. As famílias se revezavam em apoiar e consolar a família enlutada. O pastor da igreja, e não outro, oficiava o culto solene de ação de graças junto com outros pastores ali presentes, se estivessem. E ao lado da tristeza da perda, um inexplicável ar de esperança se manifestava através da fé consistente daqueles cristãos e dos cânticos que entoavam.

Óbvio, nada é perfeito. Basta lembrar que passado esse momento, as disputas e as vaidades voltavam a imperar. Coisa típica de pecador, afinal igreja foi feita para pecador e não para santo. Mas que em nada diminuía a fé nas verdades da Palavra, nem o genuíno sentimento de solidariedade em momentos como esse.

Hoje, no entanto, a morte que evidencia a transitoriedade da vida é escondida do povo. O ensino alienante é o “viver na dureza não é coisa de Deus... ficar doente é coisa do diabo... há poder em minhas palavras... não admito o roubo na minha vida... posso determinar minha vitória... Deus está disposto a me abençoar desde que eu ‘abençõe’ a obra d’Ele... pregue que seu “deus” é mais forte que o deles, será natural que queiram ficar do lado do deus mais forte... morte? Que morte? Eu vou ser arrebatado!”.

Daí em cerimônias fúnebres vermos gente que se diz cristã inconformada com a morte... não se conformam que a mãe de 95 anos morreu... querem-na viva a qualquer custo, ainda que esse ser sofra de males que só a morte para aliviar, para não sofrerem, pois sofrer não vem de Deus em sua concepção... uns orando para que haja uma ressurreição antes de fechar o caixão, outros disfarçadamente impondo as mãos sobre o morto determinando que volte à vida e mais alguns questionando porque Deus permitiu a morte... cenas tão ridículas quanto a fé destes.

A morte põe em risco as bases da teologia da prosperidade, por isso ela é varrida para debaixo do tapete... vai que em um momento como esse, as consciências despertem e descubram que não é como se morre que importa, mas sim como se vive, como Jesus mesmo afirmou na passagem do acidente com a torre de Siloé.

Por isso quando um irmão morre, isso é sempre comunicado “de leve”, sem destaque, seguido do pedido de orarmos pela “consolação do Espírito Santo” sobre a família. Poucas vezes vi uma palavra de incentivo de visita aos enlutados. Colocar um caixão com um corpo inerte no templo? Dificilmente. Para oficiar um culto em Ação de Graças mandam aquele que consideram o pastor mais “inexpressivo” do ministério, o cara que encara tudo pelo ministério... exceto se o morto era rico... quem sabe sobra uma doação póstuma dele para a “igreja”?

A exposição clara desse fato da vida é demais para a cabeça dos neo-crentes. Todos no íntimo sabem que esse provavelmente vai ser seu fim. Alguns de súbito e sem dor, outros após curtos ou longos períodos de sofrimento. Momentos onde determinar, barganhar, testemunhar “pela fé” a cura não passam de placebos psicológicos para acobertar a desesperança que tal teologia instala na pessoa.

"Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens" (1 Coríntios 15:19). Esse versículo sintetiza o que penso sobre isso. Enquanto essa teologia do umbigo prevalecer, mais e mais pessoas terão medo da morte e do sofrimento, pois sua vida se resume a atender seu ego e as demandas da sociedade com uma “forcinha de Deus”. Nada de transcendência. Não estão conscientes de que a vida é mais que comida e bebida. Outros acreditam que estarão justificados pelas suas obras no “ministério”, na propagação de tal teologia enganosa, quando na verdade serão demandados por Ele por não se abrirem à verdade da Palavra e não levarem essa mensagem de esperança do evangelho que poderia salvar esse povo todo do medo da morte.

É mais fácil dar falsas esperanças, ainda que se utilize marotamente da bíblia para respaldá-las, que ensinar a cada um como se vive! Melhor ainda se essa falsa esperança puder virar fonte de renda para viver uma vida regalada, para corroborar a mensagem!

Essa pregação tresloucada transforma a todos os seus seguidores nos seres mais miseráveis da terra, pois o seu Cristo é só para consumo imediato e sua visão pós-morte freqüentemente inexiste ou sua esperança nesse quesito é frágil. Os ateus e os seguidores de outras religiões estão mais preparados para lidar com a perda e o sofrimento que estes "cristãos".



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Fonte: Copiado sem autorização (rs...) do excelente blog do Eli Sanches

Juvenal Purpurina: cantor, profeta e vendedor de consórcios


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Fonte: blog do Rubinho Pirola. Dica do Genizah

Evangelho brasileiro: um pára-brisa estilhaçado



Por Marcos Botelho

Uns dias atrás, eu estava dirigindo em uma auto-estrada quando o caminhão da frente fez com que uma pedrinha voasse e pegasse no pára-brisa do meu carro e fez um pequeno buraquinho no vidro. Quando ouvi o barulho tomei um susto, mas logo vi que não passava de um pequeno buraquinho, quase nada.

O problema é que de um buraquinho se tornou uma rachadura e, com o tempo só foi aumentando.

É interessante que o vidro não estilhaçou em cima de mim. Ele foi feito para, mesmo quebrado em várias partes, ficar preso um no outro. Mas eu já vi antes o que acontece com os pára-brisas rachados. Com o tempo, eles ficam em pequenos fragmentos de vidro, até chegar o ponto onde caem por completo. Como um pedaço inteiro!

Tenho a impressão de que algum caminhão jogou uma pedrinha uns 30 anos atrás no pára-brisa de nós, evangélicos no Brasil.

Desde a reforma, nós protestantes temos como característica as divergências de interpretação entre uns e outros. Acredito que isso aconteça pelo fato de termos livre acesso às escrituras.

Mas, nos últimos anos, confundimos o livre exame das escrituras com a livre interpretação das escrituras. E o que é pior, caímos em uma igreja com líderes personalistas, uma igreja não mais centralizada na palavra, mas nos líderes, pastores, bispos e apóstolos.

Nas últimas décadas novas igrejas estão brotando como ervas daninhas no Brasil. Os desavisados logo falariam um ALELUIA bem forte e dariam um sorriso por estarem presenciando o avivamento tão esperado.

Infelizmente, não é esse o nosso caso. Quando vamos observar, o surgimento das novas igrejas, em sua grande parte, é fruto de divisões de líderes cegados por sua vontade e seus sonhos e que não conseguiram permanecer em uma igreja na qual eles não estavam no controle.

Esse movimento gerou igrejas, de certa forma, mais contextualizadas aos nossos dias, mas por outro lado, igrejas cercadas por líderes com mega egos, que tratam as igrejas que fundaram como se fossem deles, se colocando no lugar do Espírito de Deus.

Alguns, na década de 70 e 80, podiam até dizer que era um pequeno movimento paralelo a instituição eclesiástica, algo insignificante como uma pequena rachadura, mas vemos que depois de algumas décadas a igreja evangélica brasileira se fragmentou por completo em pequenos pedaços que se romperam um dos outros há tempos, mas que ainda não estilhaçou.

Hoje, falar em uma representatividade dos evangélicos brasileiros perante as autoridades e órgãos de comunicação é motivo de piada.Existem centenas de pastores que só representam os seus próprios impérios, os seus reininhos.

O grande problema é que se continuarmos dessa forma, assim como o meu pára-brisa, a igreja brasileira vai chegar ao seu limite de fragmentação e desunião, aí ela cairá por inteiro!


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Fonte: Marcos Botelho

Comemoração dos 500 anos do nascimento de João Calvino


Carta aberta aos pastores da Teologia da Prosperidade (*)


Hoje, dia 10 de julho, o mundo comemora os 500 anos do nascimento do reformador João Calvino. Aliás, desculpe, imagino que vocês nunca tenham ouvido falar do famoso reformador francês, até porque, se tivessem conhecido um pouco de sua história, jamais estariam ensinando em seus púlpitos absurdos como quebra de maldições, possessão demoníaca de crentes, a teologia da prosperidade e confissão positiva.

Caros profetas da riqueza, diferentemente de vocês, que fundamentam suas doutrinas em seus próprios umbigos, Calvino considerava a Bíblia como a base final de todas as suas idéias. Suas pregações em vez de sensacionalistas e manipuladoras estavam repletas de verdades bíblicas. O famoso reformador costumava pregar duas vezes a cada Dia do Senhor e, em semanas alternadas, todos os dias. Isto soma a algo perto de trezentas pregações ao ano, um total espantoso, especialmente quando descobrimos que ele também ensinava quase todo dia na Academia de Genebra. Calvino quando pregava o Novo Testamento o fazia sobre o original grego, quando pregava sobre o Antigo Testamento, usava o original hebraico. Todavia, para vocês teólogos da opulência, isto é um verdadeiro absurdo não é verdade? Até porque, segundo vocês, existe uma nova revelação sobre os profetas de Deus o que dispensa as Sagradas Escrituras.

Prezados mercantilistas da fé, ao contrário de vocês, Calvino acreditava na prosperidade como conseqüência do trabalho. Ele nunca decretou ou determinou a bênção ou enriquecimento dos filhos de Deus, coisas essas que vocês ensinam com esmero. Aliás, vocês são experts em declarar isso não é verdade? Vocês escondem o dinheiro na Bíblia, compram aviões, pedem dinheiro desavergonhadamente na televisão, publicam bíblias da prosperidade, e muito mais.

Caros utilitários da fé alheia, que tal aproveitar esta data emblemática e aprender um pouco sobre a reforma protestante? Tenho absoluta certeza de que ao lerem as histórias de Calvino, Lutero, Zwínglio, e as contraporem as Escrituras Sagradas, vocês serão confrontados pelo Senhor e abandonarão suas teologias espúrias, adoecedoras e anticristãs.

Por favor pensem nisso!

Naquele que reina e governa sobre tudo e todos!

Pr. Renato Vargens



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Fonte: Renato Vargens

Gentalha, gentalha, gentalha!



O Ricardo Dondoni notificou-me da profanação do meu santo nome. Escutei atentamente o relato e fui lá para conferir, e não é que ele estava certo? Não entendi até agora o que eu estou fazendo no meio dessa galera neopentecostal. Disseram que a culpa é do Moreira, que ficou chateado só porque eu não coloquei o nome daquele cara Ph.D. em macumba na enquete. Pô, Moreira! Não precisava avacalhar, né?

Mas quer saber de uma coisa? Tá certo mesmo! Quem mandou acreditar no Marcola? Bem feito pra esse frango. Tomara que as suas vísceras esparramadas ao longo da estrada sirvam de exemplo para todos aqueles que pensarem em seguir os conselhos sinistros do angeólatra metrossexual (#Risada sinistra - MODE ON).

Pra quem não entendeu nada e quer saber do que se trata, é só clicar >>>aqui<<<.

Cada uma que acontece... =)

Teologia Tabajara!




Por Renato Vargens

Infelizmente essa tem sido a mensagem que alguns dos evangélicos têm pregado nestes últimos dias. Em nome de uma espiritualidade barata, parte dos pastores brasileiros, tem anunciado de modo ostensivo um evangelho mágico, cujo “poder” é suficientemente capaz em colocar o individuo numa redoma, onde problemas e conflitos não conseguem penetrar. Tais mensagens fundamentam-se na perspectiva de que Cristo torna-nos incólumes diante das lutas e pressões deste mundo. Junta-se a isso, o fato de que a teologia tabajara prega um evangelho imediatista, consumista e humanista, onde a mensagem central é a prosperidade e o enriquecimento. Além disso, a teologia em questão, anuncia o evangelho da ilha da fantasia, onde o “gênio da lâmpada mágica” coloca-se a disposição para satisfazer todos os nossos desejos e pedidos.

Prezado leitor, Jesus jamais nos assegurou uma vida fácil e sem problemas. O fato de termos nos convertido, não nos torna ilesos as crises, ao desemprego, as enfermidades, ou a qualquer tipo de aflição desta vida. Antes pelo contrário, nosso Senhor nos advertiu dizendo:"No mundo tereis aflições, tende bom ânimo, Eu venci o mundo!" (João, 16.33).

Ora, o sofrimento e as aflições são realidades universais do ser humano, e passar por eles não significa dizer que deixamos de estar debaixo da bênção de Deus. A teologia tabajara, não consegue entender, que Deus se faz presente à dor, a luta e o luto, e que através das dificuldades que a vida nos impõe, Cristo se revela a cada um de nós como sustentador da vida e da existência.A teologia tabajara é desprovida de uma mensagem equilibrada e saudável, antes pelo contrário, é triunfalista e “burrificada” onde não se tem espaço para aparentes frustrações.

Problemas na perspectiva bíblica nunca foram sinais da ausência de Deus, antes pelo contrário, problemas sempre foram ao longo da história, preciosos instrumentos do Senhor para o crescimento cristão.


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Fonte: Renato Vargens, via Genizah

O Tapeceiro: Deus ainda está no controle



Por Leonardo Gonçalves

Chorei sim, e daí? Chorei e choro todas as vezes que ouço a música Tapeceiro, interpretada por Stenio Marcius. Choro ao pensar nos milhões de paradoxos que envolvem a existência humana, nas centenas de perguntas aparentemente sem respostas, nos fios entrelaçados e ora dispersos de um Tapeceiro, que sintetiza a criação numa perfeita e misteriosa analogia.

Ah, como eu queria ser um filósofo frio, analista, implacável, extremamente racional e lógico. Mas o que fazer se Deus me deu uma alma confusa e existencialista, que não sabe o porquê de muitas coisas e não possui sequer a pretensão de conhecê-las? Mergulho, então, nessa existencia incerta e cheia de pesares, com a confiança posta no tapeceiro da minha alma, que a cada dia inaugura um novo capítulo, um novo caminho, e me conduz àquele fim que ele conhecia desde o princípio!

Admito que não conheço a mente do Senhor, nem fui jamais seu conselheiro. Resigno a minha posição de servo com a confiança no Deus Providente e Soberano, segundo o qual todas as coisas cooperam para o meu bem (mesmo quando eu não entendo!).

Recomendo a todos os leitores deste blog, que façam uma edificante pausa para ouvir a música O Tapeceiro, na voz de Stênio Marcius:




Graça e Paz!


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Postado por Leonardo Gonçalves, no Púlpito Cristão
(*) Dica do vídeo, Eli Sanches