04/12/2008

Pentecostalismo: análise por um pentecostal

Por Leonardo Gonçalves

Segundo o Dr. Gary B. McGee, teólogo pentecostal das Assembléias de Deus, pelo menos dois reavivamentos do século XIX podem ser considerados precursores do moderno movimento pentecostal. O primeiro teria ocorrido na Inglaterra, ao redor de 1830, tendo como caudilho o ministério de Edward Irving, e o segundo teria ocorrido no sul da Índia, sob a liderança de J. C. Aroolappen.
.
O movimento também tem suas raízes na Doutrina da Perfeição Cristã, de John Wesley. Em seu livro A Short Account of Christian Perfection, em 1760, Wesley conclama os crentes à buscarem uma segunda obra de graça, posterior à conversão, que livraria os crentes de sua natureza moral imperfeita. Essa doutrina chegou na América do Norte, e inspirou o Movimento de Santidade, cuja ênfase estava voltada à vida santificada. Porém, quando o pregador Wesleyano radical da Santidade Benjamin Hardin Irwin começou, em 1895, a ensinar sobre três obras de graça, a dissidência teológica começou a surgir. Segundo Irwin, a segunda obra de graça iniciava a santificação e a terceira trazia o “batismo do amor ardente”, que é outro nome para o batismo no Espírito Santo. A maior parte do Movimento de Santidade condenou essa terceira obra da graça como sendo heresia. Mesmo assim, a noção que Irwin possuía de uma terceira obra de graça que traria o revestimento de poder para o serviço cristão, firmou-se como alicerce do Movimento Pentecostal.
.
Outros três livros que proporcionaram as bases sobre a qual foi construído o movimento pentecostal foram Guia para a Santidade e A Promessa do Pai, da irmã Phoebe Palmer – uma das principais líderes metodistas, e Tongue of Fire (Língua de Fogo), de William Arthur. Aos que procuravam receber a segunda obra de graça, era ensinado que deveriam esperar pela promessa do batismo no Espírito Santo, fazendo uma interpretação pessoal de Lc 24.49.
.
A crença na segunda obra de graça não ficou confinada ao metodismo. O advogado e pregador cristão Charles G. Finney, por exemplo, acreditava que o batismo no Espírito Santo era provedor de um revestimento de poder através do qual se podia obter a perfeição cristã. Outros pregadores de renome, tais como Dwight L. Moody e R.A. Torrey, também acreditavam que uma segunda obra de graça revestiria o cristão com o poder do Espírito.
.
Dois eventos marcaram definitivamente a chegada do moderno movimento pentecostal. O primeiro deles é datado de 1º de Janeiro de 1901, quando Agnes Ozman, aluna da Escola Bíblica Betel de Charles Fox Parham, em Topeka – estado americano do Kansas – teve uma experiência mística e começou a falar em outras línguas. Charles Parham era um pregador do Movimento de Santidade, que influenciado por Irwin e convencido pelos seus próprios estudos dos Atos dos Apóstolos, testemunhou um grande reavivamento na Escola Bíblica Betel. Depois de Agnes Ozman, muitos outros alunos foram batizados com o “novo” batismo, e falaram em outras línguas. Aqueles que presenciavam esses acontecimentos, faziam rapidamente um paralelo com os eventos do livro de Atos dos Apóstolos, e muitos diziam que o movimento era a restauração da fé apostólica. De fato, quando Bennett Freeman Lawrence escreveu a primeira história do movimento pentecostal, em 1916, deu ao movimento o título de The Apostolic Faith Restored (Fé Apostólica Restaurada).
.
À princípio, os cristãos pentecostais achavam que as línguas faladas por eles eram, de fato, xenolalia, palavra grega que significa idiomas pátrios. Depois de 1906, porém, cada vez mais pentecostais estavam de acordo em que as línguas por eles faladas eram glossolalia, isto é, línguas desconhecidas e não identificáveis pela inteligência humana. Parham, porém, continuava crendo que as línguas faladas pelos pentecostais eram xenolalia e que essas línguas eram expressões idiomáticas de outras nações. Sendo assim, o fenômeno das línguas auxiliaria como uma ferramenta nas mãos dos missionários transculturais, que seriam capacitados sobrenaturalmente para falarem outros idiomas. Essa tese perdeu força com o decorrer dos anos e hoje é crença quase comum em círculos pentecostais que as línguas faladas por eles não são idiomas estrangeiros.
.
A grande contribuição teológica de Parham ao movimento acha-se na sua insistência de que o falar noutras línguas é a evidência bíblica vital da terceira obra de graça: o batismo no Espírito Santo. Suas asserções estão baseadas nos relatos de Atos dos Apóstolos, capítulos 2, 10 e 19, e desde então o falar em outras línguas tem sido destacado pelos pentecostais como sendo a evidência física inicial do batismo no Espírito e a prova cabal do mesmo.
.
Posteriormente, quando Parham mudou-se para Houston, um de seus alunos, um homem negro chamado William Seymour, após ter passado pela mesma experiência mística, tornou-se líder de uma igreja na rua Azuza, em Los Angeles, no ano 1906. Foi então que o movimento pentecostal explodiu. A partir daí a mensagem pentecostal, que incluía o falar noutras línguas como sinal do batismo no Espírito Santo, divulgou-se pelos Estados Unidos e pelo resto do mundo.
.
Na verdade, experiências semelhantes incluindo o falar noutras línguas já haviam ocorrido em fins do século XIX, tanto nos Estados Unidos quanto no exterior, em lugares bem distantes entre si, como na já mencionada Índia e na Finlândia, porém até então esses eram apenas casos isolados. Foi à partir do início do século vinte que o pentecostalismo ganhou projeção mundial.
.
O Dr. Gary B. McGee também menciona as conferências de Keswick, na Grã-Bretanha como tendo uma grande influência sobre o Movimento de Santidade na América do Norte, e consequentemente sobre o pentecostalismo. Os conferencistas de Keswick acreditavam que o batismo no Espírito Santo produzia uma vida contínua de vitória, uma vida mais profunda, caracterizada pela plenitude do Espírito. Essa sentença está alicerçada no conceito wesleyano que afirmava que o batismo no Espírito produzia a perfeição cristã.
.
Os principais pressupostos da doutrina pentecostal
.
No início do movimento houve muitos debates acerca da doutrina, e logo nos primeiros dezesseis anos de existência, surgiram quatro grandes controvérsias. A primeira era sobre o valor teológico da literatura narrativa, em especial o livro de Atos e os últimos versículos de Marcos, para fundamentar o falar noutras línguas como a evidência inicial do batismo no Espírito Santo. A segunda controvérsia já foi mencionada, e diz respeito à natureza das línguas faladas. Um grupo acreditava tratar-se de expressões idiomáticas inteligíveis (línguas pátrias) enquanto outro acreditava que as línguas faladas eram expressões de mistério, portanto, ininteligíveis por meios naturais. O terceiro debate girava em torno da segunda obra da graça: a santificação. Seria ela progressiva ou instantânea? Os pentecostais de tendências wesleyanas asseguravam que a santificação era uma obra instantânea, enquanto os pentecostais de tendências reformada defendiam a santificação progressiva. A quarta controvérsia tinha ênfase cristológica. Em um sermão pregado em Arroyo Seco, R.E. McAlister observou que os apóstolos batizavam apenas em nome de Jesus (At 2.38) ao invés da fórmula trinitariana (Mt 28.19). Os que deram crédito à pregação de McAlister foram “rebatizados” em nome de Jesus. Houve então uma cisma no movimento e os que enfatizaram o batismo apenas no nome de Jesus acabaram por propor uma doutrina modalística da trindade, que é uma variação do unitarismo. As Assembléias de Deus, no entanto, não acompanharam esse modalismo.
.
Apenas esse resumo da história do movimento é suficiente para demonstrar o quanto é difícil fazer generalizações doutrinárias acerca do pentecostalismo. Apesar disso, destacamos à seguir aquilo que consideramos ser as crenças mais universais dos pentecostais. A lista não é exaustiva, podendo haver outros itens não relacionados nessa pesquisa, porém, entendemos que todos os cristãos pentecostais crêem:
.
1. No Batismo no Espírito Santo como experiência subseqüente e distinta da salvação.
2. Na atualidade dos dons espirituais, tais como cura, profecias, línguas e interpretação de línguas e operação de milagres.
3. Que o batismo pentecostal reveste o crente com poder do alto capacitando-o para exercer seu ministério ao mundo.
.
Além disso, a maioria dos cristãos pentecostais também crê:
.
4. Na vinda de Jesus pré-milenista e pré-tribulacionista.
5. No falar em línguas como evidência física inicial do batismo no Espírito.
6. Em uma interpretação dispensacionalista da Bíblia.
.
Razões que contribuíram para crescimento do Movimento Pentecostal
.
No final do século dezenove e início do século vinte, a medicina avançava às duras penas e oferecia pouca ajuda aos que se achavam gravemente enfermos. Consequentemente, a fé no miraculoso para a cura física começou a ressurgir nos círculos evangélicos. Na Alemanha do século dezenove, os ministérios que ressaltavam a importância da oração pelos enfermos atraíam a atenção dos crentes estadunidenses, ao mesmo tempo que a teologia pietista, com sua crença na purificação instantânea do pecado ou no revestimento do poder do Espírito produziu um ambiente receptivo aos ensinos da cura mediante a fé.
.
No Brasil, na época em que Daniel Berg e Gunnar Vingren aportaram em nosso país, a medicina era ainda mais precária, havendo em nossas terras um grande número de leprosos e muita gente morria apenas por falta de higiene ou por efeito de uma desinteria. A promessa de uma cura instantânea veio de encontro com as necessidades básicas da população, de modo o movimento teve ampla aceitação. A crença mística do povo brasileiro e a influência dos cultos afros e xamãs, sobretudo no norte do país, também foi um importante fator para a recepção das doutrinas pregadas pelos missionários suecos. Não queremos dizer com isso que o pentecostalismo somente se instaurou no Brasil por causa da influência dos cultos afros e do xamanismo. Lembremos que o mundo greco-romano nos dias apostólicos também tinha suas religiões de mistério, e ainda que isso tenha contribuído para a aceitação do evangelho, esse não foi o fator preponderante.
.
Objeções à doutrina pentecostal
.
Muitos cessacionistas têm se empenhado em desacreditar o pentecostalismo e a atualidade dos dons espirituais. Porém, nenhuma exegese por eles apresentada justifica o anti-sobrenaturalismo presente em sua teologia. Os cessacionistas argumentam que se a inspiração profética é atual, então teremos duas fontes inspiradas: a Bíblia e a profecia. Os restauracionistas pentecostais, por outro lado, dizem que as profecias só são válidas se estiverem em comum acordo com a Bíblia sagrada e terão valor apenas após o seu cumprimento. Outra questão diz respeito aos milagres. Alguns cessassionistas dizem que a ocorrência de sinais fantásticos seria mais que uma mera persuasão e violaria incondicionalmente o livre-arbítrio humano. A isso os pentecostais dizem que Jesus e os discípulos também faziam sinais, e nem por isso aqueles que se convertiam tinham seu livre-arbítrio violado. Muitos presenciaram a multiplicação dos pães, e nem por isso se tornaram crentes.
.
Muitas foram as contribuições do pentecostalismo e seu surgimento é avesso ao ambiente teológico contemporâneo. Em meio ao cenário árido da teologia do início do século vinte, surge um movimento com ênfase na santificação, na leitura e pregação devocional da Bíblia e com uma visão de ministério às nações. As Assembléias de Deus, filha desse reavivamento espiritual, tornou-se uma das maiores denominações do mundo.
.
É interessante perceber que nesses cem anos de controvérsias teológicas, enquanto os teólogos alemães e norteamenricanos patenteavam jargões como geschichte, desmitologização, faziam estudos sobre o Jesus histórico desassociando-o do Jesus da fé, criavam teologias com ênfase em teorias naturalistas e evolucionistas, a teologia pentecostal surge na contramão desse ambiente secularista como um movimento de restauração da fé apostólica. Talvez minha observação pareça mais uma defesa arrebatada ou até mesmo apaixonada demais, mas isso não é verdade. É fato que o pentecostalismo foi uma das principais reações contrárias ao secularismo teológico que surgiu no século vinte. Se por um lado os demais movimentos estavam associados ao desejo de amoldar a fé cristã aos padrões filosóficos e científicos do homem moderno, o pentecostalismo por sua vez surgiu do desejo de reencontrar a fé cristã primitiva e de desassociar-se do sistema secular.
.
Não faltam porém objeções às práticas do movimento, entre as quais destacamos algumas. Em muitas igrejas evangélicas pentecostais, a excessiva ênfase na inspiração sobrenatural da fala, ou dom de profecia, tem substituído a pregação da palavra de Deus.
.
É comum em nossos dias ver pregadores pentecostais trazendo novas e estranhas revelações acerca de anjos, visões e da conduta cristã, a ponto de ter se tornado praxe de certo pregador televisivo, invocar serafins antes de fazer sua preleção. Essa prática definitivamente não é cristã. Jamais vimos Jesus ou os seus apóstolos invocando a presença de anjos antes de trazer uma mensagem aos fiéis. E os exageros não param por aí: a Bíblia também volta e meia desaparece dos púlpitos nos congressos, e quando reaparece, é permutada. Esse mesmo pregador televisivo que mencionamos gosta de dizer a Deus em suas “fervorosas” orações: “se tenho crédito no céu...”. Crédito no céu? Onde está a mensagem da graça, do favor de Deus? Outro pregador pentecostal que há anos se identificava como homem ortodoxo tem se rendido fatalmente à práticas neo-pentecostais, mercadejando as bênçãos de Deus e enfatizando muito mais o presente que o porvir. Virou já um ícone do evangelho da prosperidade. De modo quase geral, a pregação catequética e com embasamento escriturístico tem sido substituída por empolgados shows evangélicos, promovidos por pregadores que mais parecem animadores de auditório.
.
Isso, porém, não significa que não haja pentecostais sérios e ortodoxos. Há muitos que ainda prezam pela pregação bíblica e que mantém o perfeito equilíbrio entre a unção, a erudição e o conhecimento teológico. Conhecemos muitos assim, e enquanto existirem esses, creio que o movimento contará com certa credibilidade. No entanto, o atual quadro do pentecostalismo, sobretudo no cenário nacional, faz-nos pensar na necessidade e porque não dizer, urgência de uma nova reforma religiosa dentro do próprio movimento: uma nova restauração da fé apostólica.
.
O pentecostalismo surge no cenário contemporâneo na contramão da teologia moderna liberal e neo-ortodoxa. Enquanto Barth, Bultmann, Tillich e Brunner agitavam o cenário teológico mundial com inovações e com suas tendências filosóficas, obviamente influenciados pelo existencialismo de Kierkgaard, pelo ceticismo de David Hume e pelos apelos filosóficos de Immanuel Kant, surgiu no cenário mundial um movimento que buscava justamente o oposto. Se por um lado Paul Tillich buscava amoldar a Bíblia às necessidades do homem, William Seymour e os demais pregadores do movimento pietista pentecostal instavam para que os homens se amoldassem à Palavra de Deus. Enquanto Barth apresentava Deus como “Totalmente-Outro”, os pregadores pentecostais insistiam na possibilidade de um relacionamento pessoal com Deus e definiam-no como aquele que habita os céus e que paradoxalmente, vive em nós.
.
Muitos excessos têm sido cometidos desde então, mas isso não desqualifica o movimento. Na verdade, esses excessos ocorrem bem na fronteira de dois movimentos contemporâneos com muita força em nosso país: o pentecostalismo e o neo-pentecostalismo. Apesar da semelhança semântica, quero ressaltar que a dissimile é maior que qualquer afinidade que estes dois nomes possam sugerir.

13 comentários

Teóphilo

Muito bom o estudo!
O mais incrível é que este texto complementa exatamente um outro que estou escrevend, cujo título é "cronologia"... descobri que eu não sou nem dispensionalista nem cessacionista.
Você já visitou meu site oficial?
http://teophilo.info
É lá que estão as coisas sérias, pois no blog registro apenas notas.
Parabéns pelo texto!

Leonardo G. Silva - BA.; Th.M.

Olá Teóphilo.

Se este texto te ajudou de alguma forma, pode usá-lo sem nenhum problema. Ele é um fragmento de um livro que escrevi há 2 anos atrás. Fiz o registro mas ainda não publiquei. Talvez algum dia...

Quanto ao seu site, eu já conhecia ele antes de te conhecer. Tem muita coisa boa por lá. Sobre o seu blog, eu já andei dando uma passadinha por lá. Também é muito bom e acho que seria interessante colocar alguns textos do site no blog também, para facilitar o acesso à informação.

Um abraço;

Leonardo G. Silva

Anderson Paiva

Leonardo,

Parabéns pela análise, sobriedade e panorama histórico.

Um abraço,
Anderson Paiva

NilmaBostonRio

Interessante.

Leonardo G. Silva - BA.; Th.M.

Olá Nilma.

Que honra receber tão ilustre visita!

Abraço.

Anônimo

fico feliz em saber que Deus tem levantado pessaos preparadas para Sua obra. É necessário que o pentecostalismo seja relevante para o mundo, ainda mais agora, em um momento tão difícil.
Que Deus abençoe a todos.

Marcos Antônio Ferreira

Não deu neste momento pra ler todo o estudo. Mas, pelo menos num ponto, há um grave pecado: a afirmação de que a palavra grega xenolalia está presente em Atos 2. Não está! Em que versículo, em que variante de manuscrito grego? A palavra pode até ser subentendida. Mas isto é muito diferente de afirmar que a palavra grega está em Atos 2. O uso de uma afirmação gratuita dessas, sem comprovar textualmente, pode descredibilizar todos os seus demais argumentos.

Leonardo Gonçalves

Marcos Antônio Ferreira,

A referência à xenolalia não é minha. Foi Charles Pahram quem primeiro afirmou que as línguas faladas pelos pentecostais eram xenolalia, e não glossolalia. Ao ler o texto completo, o irmão perceberá que ele é descritivo, e não prescritivo.

Abraço fraterno,

Leonardo.

Gláucia Carneiro

Atos dos Apóstolos 19:6 E, impondo-lhes Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e falavam línguas, e profetizavam.
1 Coríntios 14:2 Porque o que fala em língua desconhecida não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala mistérios.
1 Coríntios 14:4 O que fala em língua desconhecida edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja.
1 Coríntios 14:5 E eu quero que todos vós faleis em línguas, mas muito mais que profetizeis; porque o que profetiza é maior do que o que fala em línguas, a não ser que também interprete para que a igreja receba edificação.
1 Coríntios 14:6 ¶ E agora, irmãos, se eu for ter convosco falando em línguas, que vos aproveitaria, se não vos falasse ou por meio da revelação, ou da ciência, ou da profecia, ou da doutrina?
1 Coríntios 14:13 Por isso, o que fala em língua desconhecida, ore para que a possa interpretar.
1 Coríntios 14:14 Porque, se eu orar em língua desconhecida, o meu espírito ora bem, mas o meu entendimento fica sem fruto.
1 Coríntios 14:23 Se, pois, toda a igreja se congregar num lugar, e todos falarem em línguas, e entrarem indoutos ou infiéis, não dirão porventura que estais loucos?
1 Coríntios 14:27 E, se alguém falar em língua desconhecida, faça-se isso por dois, ou quando muito três, e por sua vez, e haja intérprete.

Não entendo muitas pessoas lerem todos este versículos e não acreditarem que as línguas continuaram a se manifestar depois da primeira manifestação.

Anônimo

Louvado seja o nome do Senhor Jesus em suas vidas!
Glorifico a Deus por mais um canal de edificação que o Senhor me apresenta. Pois estou buscando minha edificação na minha Fé em Cristo e de como fazer a vontade do Pai. Assim como diz em Mt.7:21-23.
Depois que li o seu texto me apaixonei mais ainda pelo Senhor e pelo verdadeiro Pentecostalismo. Pois o Senhor me despertou contra essas teologias de só Prosperidade, unção dos seres viventes e outras, na minha concepção, aberrações que não edificam e de acordo com a palavra do Senhor, falada pelo Apóstolo Paulo em Gl1:8,9, Anátema.
Obrigado Senhor Jesus!
Equipe Púlpito Cristão Graça e Paz!
Continuem firme no fundamento do Evangelho Genuíno.
Tiago Vieira

JESUS ESTÁ VOLTANDO

Apaz de Cristo!
Existe muitos Saulos de Tarsso e o senhor e os que se dizem guardiões da verdadeira fé e verdadeiro cristianismo(Tradicionais). Podem ser como Saulo de Tarsso cheios de conhecimentos humanos e duvidas em relação a bíblia, como aqueles homens do passado sendo mestres, Príncipes de Sinagogas, Escribas, homens que diziam conhecer a Deus mas rejeitaram seu filho o nosso Senhor e Salvador JESUS CRISTO. Mas Deus tinha obra com Saulo e o transformou em Paulo, conhecido como Apostolo Paulo e os senhores será que serão agraciado com a graça de Deus? Desejo que sim, por que Saulo de Tarsso teve um encontro com o Senhor JESUS quando perseguia seus servos e esse encontro foi de modo sobrenatural, naquele tempo já existia a palavra do senhor, por que aqueles homens tidos como sabios, inteligentes, homens que lideravam o povo de Deus não foram capaz de idendificar o senhor JESUS? Já meditaram na conversão do apostolo Paulo? De que modo foi? Por que não foi pela palavra, se ela já existia? Por que Senhor JESUS apareceu a ele? Desprezou Cristo a sua palavra? A quem Jesus deu a ordem para ir a rua direita orar por homem que estava orando? Atos cap.9 E o que diz Marcos cap.16:15-20. Essa parte da bíblia é atual? Ou os senhores não aceitam ela como como valida para os nossos dias?
Fique na Paz,
J.Ricardo

quemtemouvidosparaouvir

O ser humano tem uma tendencia terrivel de ou marginalizar ou centralizar, o equilíbrio, entendo eu, com base no texto que diz: "Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação." 2 Timóteo 1:7 é de Deus, fruto, portanto, depois de ler este tratado tão importante sobre o pentecostalismo, não digo nem que sou, nem que não sou cessacionista, nem qualquer outra nomenclatura me serve, no sentido de me "vestir" a não ser que sou cristã, porque sirvo a Cristo Jesus, ressuscitado e que está a dextra de Deus Pai, e é soberano em todos os seus desígnios! O que me deixa livre pra saber que não sou abençoada por Deus quando tenho vida material abastada, ou não fico doente, mas sim que FUI abençoada, creio nisso, com base neste texto bíblico que diz: "Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo;" Efésios 1:3. NOS ABENÇOOU, é tão claro pra mim, é tão real, quanto a água que corre da torneira da minha pia da cozinha quando lavo as louças sujas! Então, o que vier, depois disto, considero como lucro! Agora, que o povo Judeu é povo escolhido de Deus (para exemplo)e que toda a Bíblia fala de Jesus, o messias, desde os primeiros textos bíblicos, e nos mandamentos da Lei de Moises, Deus mostra a toda humanidade o que devemos fazer mas não conseguimos, pois estamos mortos em nossos delitos e pecados até o momento em que somos regenerados pelo poder do Espírito Santo, é tão clara a Velha Aliança e a Nova Aliança! É certo que tudo que está escrito na Bíblia é para nosso proveito, "E condenou à destruição as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinza, e pondo-as para exemplo aos que vivessem impiamente;" 2 Pedro 2:6 quando quer nos dizer que Deus demosntrou que abomina o pecado, mas não necessariamente está julgando dessa forma todos os pecadores agora, assim, nesse tempo presente e "Meus irmãos, tomai por exemplo de aflição e paciência os profetas que falaram em nome do Senhor. Tiago 5:10 aqui, exemplo maior para nós que somos cristãos, o proprio Senhor Jesus, sofreu e depois o autor cita os profetas que falaram em nome do Senhor! Então, devo crer que se Cristo foi considerado inimigo, porque eu que o sirvo devo querer ser "amiguinha do mundo"!? E, "Ora, tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos. 1 Coríntios 10:11, aqui falando do pecado da idolatria que é velho, não é novo, e que aumentaria como sinal do fim! Então, Jesus cumpriu a Escritura, e para todo cristão isso é sublime, mas não deixando de lembrar que nos serve de alento, pois se Deus cumpriu a promessa feita em Gênesis "E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar."
Gênesis 3:15 Temos a esperança de que a eternidade com Deus não é proessa vazia! Não devemos ficar na superfície, mas as entrelinhas, a riqueza do conhecimento profundo deve ser desejada almejada por cada crente em Cristo Jesus, com racionalidade e por fim, nunca esquecer que "Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente." 1 Coríntios 2:14 Enfim, creio que Deus faz tudo como lhe apraz, para edificação, se Ele quiser curar, tem poder para isso, mas a a benção, repito já aconteceu, na Salvação de nossas almas!

Dayvson

Eu li e fiquei um pouco confuso...
alguém poderia resumir para mim o verdadeiro pentecostalismo, sou de uma igreja pentecostal e preciso tirar essa dúvida...
eu faço estudo bíblico e não entendo...
Escuto desde as críticas até as opiniões, o importante é que eu chegue em uma conclusão fixa... e que me edifique

Postar um comentário

Comenta!