
Por Márcio de Souza
A febre do sexo assola a sociedade. Nunca fomos tão primitivos! A diversidade de parceiros e a rotatividade é tão grande que fica difícil estabelecer vínculos até de amizade. O lance rola mais ou menos assim: Encontrou, conheceu, foi pra cama, esqueceu.
Um dos problemas que vejo na extrapolação sexual é a fragmentação do ser. Cada relação que você tem com uma pessoa diferente é um pedaço do seu ser que você deixa no outro. Não to falando de fluídos ou coisas físicas. To falando de emoções, esperanças, sentimentos, expectativas. Todo mundo quer amor, todo mundo quer amor de verdade, já diziam os titãs. Mas essa forma, ta longe de ser a forma sadia de encontrar esse amor.
Não é através de um bacanal ou de um sexo gostoso no primeiro encontro que se encontra o amor da sua vida. Tem gente que até vai falar que é. Mas no caso de cristãos, pode acreditar, a abstinência e a amizade crescente entre homem e mulher podem fazer a diferença para a entrega de um coração. Respeito pelo corpo do outro, a espera do momento certo de prazer, boas conversas sobre as expectativas da consumação do ato e a certeza de que se vai transar com quem se ama (depois do casório é claro) são requisitos fundamentais para não se frustrar amanhã ou depois na vida sexual.
Creia nisso, o sexo casual pode ser bom no momento, mas não trará satisfação plena, ao contrário, te transformará num homem confuso e mal resolvido com relação a sexualidade e suas emoções.
E no mais, tudo na mais santa paz!
Um dos problemas que vejo na extrapolação sexual é a fragmentação do ser. Cada relação que você tem com uma pessoa diferente é um pedaço do seu ser que você deixa no outro. Não to falando de fluídos ou coisas físicas. To falando de emoções, esperanças, sentimentos, expectativas. Todo mundo quer amor, todo mundo quer amor de verdade, já diziam os titãs. Mas essa forma, ta longe de ser a forma sadia de encontrar esse amor.
Não é através de um bacanal ou de um sexo gostoso no primeiro encontro que se encontra o amor da sua vida. Tem gente que até vai falar que é. Mas no caso de cristãos, pode acreditar, a abstinência e a amizade crescente entre homem e mulher podem fazer a diferença para a entrega de um coração. Respeito pelo corpo do outro, a espera do momento certo de prazer, boas conversas sobre as expectativas da consumação do ato e a certeza de que se vai transar com quem se ama (depois do casório é claro) são requisitos fundamentais para não se frustrar amanhã ou depois na vida sexual.
Creia nisso, o sexo casual pode ser bom no momento, mas não trará satisfação plena, ao contrário, te transformará num homem confuso e mal resolvido com relação a sexualidade e suas emoções.
E no mais, tudo na mais santa paz!
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Postado por Márcio de Souza, pastor, escritor e conselheiro sexual no Púlpito Cristão












3 comentários:
Creio nisso e concordo, em gênero, número e grau.
Somos livres para dizer: não agora...
Quem se prostitui peca contra seu próprio corpo.
Cristina Coelho
Caraca que artigo bacana de se ler, esse fim vai entrar pro meu hall 2009.
Sexo casual é típico de quem curte um baita dum vazio existencial; tanto é, que depois que completa "as etapas", a pessoa se sente um trapo.
Não existe termômetro melhor do que esse!
Porém, como se está desestruturado afetiva, emocional e psicologicamente, não se consegue atinar pra isso de forma lúcida e decidida, daí mesmo se sentindo péssima, a pessoa se ilude, se engana, se arma das mais diversas racionalizações e mergulha cada vez mais nessa viagem onde a dignidade vai se desvanecendo.
E é igualzinho às outras compulsões, começa às vezes com uma brincadeira, uma aposta, uma simples casualidade...
A parte boa é que uma hora dessas em que se está atolado nessa lama enganadora que mina os valores de forma gradativa, o autor de nossas vidas vem e nos resgata pra Ele!!!
Glória pois a Ele, eternamente!!!
Abs...
R.
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