Tudo isso me incomoda. E como!
Gosto de primar pela verdade sem subterfúgios, sem meias palavras. É bom explicitar que o que direi não revela qualquer crítica aos pentecostais de qualquer denominação, mesmo porque essa diferenciação entre pentecostais e tradicionais se não é inexistente está bem tênue. Por exemplo, sou batista tradicional, porém, a igreja em que congrego é muito mais pentecostal do que muitas pentecostais hoje tidas como históricas, a exemplo da Assembléia de Deus. Isso é bom? Não sei. Só penso que não é muito ético querer desmontar as bases de uma denominação centenária, implodindo-a, a fim de impor uma nova liturgia. Mais fácil seria mudar de denominação e tanto mais ético, uma vez que gozamos de plena liberdade de escolha nesse sentido.
Todavia, não entrei no assunto que aqui me traz. ‘Voilá’! Afiem as espadas tantos quantos queiram debater (brincadeira)! Incomodam-me certas atitudes, alguns costumes inseridos na igreja a pretexto da busca de uma espiritualidade “diferenciada”, uma espiritualidade “real”, sinônimo do “verdadeiro” sobrenatural de Deus. Essa tal espiritualidade é evidenciada e materializada por poucos dentro da igreja, mas facilmente verificável pela altissonante maneira com que dão “glórias a Deus” e “aleluias”. Não que eu tenha qualquer tipo de preconceito contra essas manifestações. É que o incômodo se manifesta quando observo que são sempre “os mesmos”. Nesse momento tais atitudes podem levar-me a pecar, uma vez que no meu íntimo não consigo apreender qualquer autenticidade nas tais manifestações…
Incomoda porque é algo como uma “ave maria” rezada ou recitada por católicos: não transmite verdade. Incomoda mais ainda quando observo que, além de ser sempre os mesmos, as mesmas figurinhas carimbadas, são também os que vendem uma grande espiritualidade para os irmãos. Os mesmos que vão aos “montes” para “interceder”, materializando uma verdadeira proximidade física com o Criador, a exemplo daqueles que inauguraram a “babel”. O meu medo é que Deus imploda as suas “torres”…
Esses irmãos “ungidos” – eles querem ser vistos assim – desfilam pela igreja como se fossem seres semi-celestiais. Quando se assenhoreiam do microfone e postam-se no púlpito, como que sofrem uma transfiguração: assumem um novo brilho, uma nova tonalidade de voz, até certos “sotaques” diferenciados. Em suma, ficam mesmo irreconhecíveis.
Incomoda, ah como isso incomoda…
Normalmente os tais ungidos são também aqueles mesmos que abraçam todas as novidades “doutrinárias”, especialmente se com “tonalidades” neopentecostais. Buscam novos “sinais e prodígios”, mas pouco sabem da Palavra inerrante. Necessitam da emoção, do arrepio, do êxtase, sob pena de não se reconhecerem como “movidos pelo espírito”. Consideram-se muito mais espirituais do que aqueles que apenas reconhecem no Criador o Todo-Poderoso, o Senhor de suas vidas, o motivo das suas miseráveis existências, pois “estes tais” são apenas “crentes racionais”, frios.
Tudo isso incomoda, confesso…
São esses mesmos que escancaram as portas das igrejas e denominações (mesmo históricas) para as “novidades”: atos proféticos, evangelhos da autoajuda, autoestima, triunfalismo, prosperidade, etc. E eles nunca aprendem, ainda quando vivem o erro que se torna manifesto; ainda quando as suas condutas pretéritas se transformam em nada no futuro. Mesmo quando o “profeta” é desmascarado eles ainda querem o “mover”, buscando esse “avivamento” insaciável, porque a Palavra já não mais lhes basta. A Espada da Verdade não causa arrepios, tremores, rugidos, sons ininteligíveis.
A busca é mesmo incessante, já é preciso ver, ao invés de sentir somente. Necessitam “materializar” a fé em “óleos” para ungir, como se Deus estivesse naquela substância; querem a luta dualista com satanás e seus demônios, lutando nessa guerra titânica, onde são plenamente “observados” pelos irmãos e reconhecidos como uma quase “casta” superior.
Incomoda, sim, incomoda…
Tenho falado com a minha esposa que chegará o dia, infelizmente, em que será difícil congregar em uma igreja realmente comprometida com a Verdade bíblica. Uma igreja que, para buscar os dons, não tenha que se conspurcar com a mentira ; uma igreja em que a pregação do Evangelho de Cristo seja a centralidade e não o marginal, seja a essência e não o complemento.
O que me consola e ainda me sustenta é saber que a Igreja de Cristo, a invisível, está além das paredes, está em cada coração tocado pela graça irresistível, em cada vida transformada, em cada atitude de veneração autêntica; sem mostras, sem palavreados patéticos, sem fleumas no púlpito, sem o culto da aparência para receber o brilho dos holofotes.
Essa Igreja invisível, Corpo de Cristo, não me incomoda, mas, ao contrário, me alimenta com alimento sólido e substancial.
A todos aqueles que fazem parte deste Corpo, desta Igreja, recebam o meu abraço, sintam-se irmanados e em verdadeira comunhão naquEle que nos salvou!
***
Fonte: Ricardo Mamedes. Divulgação: Púlpito Cristão














Eu também comungo desta revolta.
Esse tipo de prática tem adulterado a adoração genuína mediante a GRAÇA, independente de méritos próprios.
Eles tem feito como os Gálatas, eles tem abandonado a simplicidade do evangelho, para viver escravizados pela norma, deixando a essência. tornando-se observadores de leis de auto justificação e auto santificação. Eles com essa atitude rejeitam a obra e Cristo que é plena, abrangente, completa, suficiente, única,absoluta e conclusiva.
Sendo que a única santificação que nos é exigida, é a santificação como resultado da obra vicária, demonstrando o resultado prático e efetivo do sacrifício de Jesus Cristo.
Que Deus nos ajude a combater esta "casta" que infestam nossas igrejas.
"Cristo nos libertou para que sejamos de fato livres. Estais, pois, firmes e não torneis a colocar-vos debaixo do julgo da escravidão" Gl5.1
graça e paz.
Amado irmão Leonardo, obrigado!Tenho me questionado muito por não entrar na "onda" que tem assolado a igreja nesta decada, movimentos estranhos, superticiosos e sem respaldo biblico,cada um quer ser "O ESPIRIRUAL" testemunho, obras ora isso é detale, porque parece que tem um publico o esperando como se tive-se um cartaz dizemdo quero ser enganado, resultado, igrejas inchadas e doentes, sem amor, graça e misericórdia que não se preoculpa com o proximo muito menos no seu encontro com Cristo, e é com isso que deveriamos nos preocuparmos. O brigado por me mostrar que não sou o unico que tem visto essa banalização do espiritual dentro da igreja.
Diacono: Itamar de souza
Tudo isso me incomodava também.
O fato dos dons estarem acima de tudo, tudo mesmo, basta ter um don para se tornar alguém de uma classe especial.
Quando alguma barbaridade vem a tona, muitos se perguntam, mas não era um "homem de Deus" "vaso"?
Enfim os dons em algumas igrejas tira a humanidade do crente.
Lamentável.
Hoje procuro um eixo, um equilibrio e encontrei um lugar onde a Palavra é centro e a referência.
E claro que infelizmente existem Muitos exageros, mas não podemos nos esquecer de que a palavra de Deus nos garante um poder sobrenatural, poder para pisar em serpentes e escorpiões, poder para em Seu nome expulsar demonios curar enfermos, que nos ultimos dias os jovens profetizariam, os velhos teriam sonhos, é calro que muito tem usado isso para se auto-promover, sobre isso sou terminamtemente contra.
Achar que pelo fato de orar no monte ou frequentar vigílias emais "santo" que os demais irmãos está totalmente fora da palavra de Deus.
Não quero usar jargões tipo pentencostal ou neoqualquer coisa, ate porque hoje ta tudo tão parecido que o verdairo pentecoste enta na vida de cada um.
Conconrdo também com a marginalização da palavra de Deus que por vezes não é o principal, mas ainda acredito que Deus usa seus servos na terra para "profetizar" para a igreja, para curar, para guerrear contra o inimigo.
Fiquemos debaixo da potente mão de Deus, firmes na palavra, crescendo na graça e no conhecimento do Senhor, sem isso ficaremos sempre escandalizados.
Que o Senhor tenha misericordia das nossas vidas.
Olá, Ricardo, a paz do Senhor Jesus seja com você e sua família. Realmente também tenho me preocupado com o rumo que tem tomado os cultos pentecostais. Sou da assembleia de Deus, e não compreendo algumas das manifestações que teimam em chamar de: avivamento. A palavra que bom, poucos pregam e poucos a escutam. É lamentável, mas graças a Deus pela igreja organismo, esta sim, continua a mesma. Que Deus em Cristo lhe abençoe!
Esse fato não ocorre isoladamente em sua igreja. Muitas igrejas que visitei antes de optar por outra mais centrada na pregação da palavra, no ensino bíblico, enfim, no culto racional são dessa forma. Na minha opinião, essas pessoas querem demonstrar uma intimidade com Jesus maior que a dos outros irmãos mais "caladinhos", quando na verdade, Jesus é intimo nosso da mesma maneira. Mas o povo gosta dessas manifestações, pastores correndo no altar prá lá e prá cá, irmãs desmaiando cheias do "poder" e outras coisas. Minha própria esposa, acostumada com igrejas pentecostais, diz que minha igreja é fria. procuro com sabedoria explicar a ela, mas é difícil. Já presenciei o derramar verdadeiro do Espírito Santo em muitos cultos. Em mim se manifesta como quebrantamento, como Glória verdadeira e autêntica. Em outros em línguas, em outros em interpretação como Paulo já disse. Já vi também casos de irmãos mais exaltados, movidos pela emoção profetizarem em línguas, e o pastor repreendê-lo, por não ser do Espírito. Não sou de subir ao monte, sou um crente normal. Adorador, leitor da Bíblia, oro pela conversão da minha família, e creio que Deus em seu tempo está fazendo a obra.
A Paz do Senhor.
Concordo plenamente com o autor do texto acima. Confesso que, inclusive, por várias vezes, em pensamento, intentei deixar a igreja onde congrego, contudo, não consigo vilumbrar uma igreja melhor ou que não tenha falhas, onde os dirigente e até mesmo os membros sejam perfeitos. Lembro-me de ter conversado com o pastor de minha igreja sobre aquilo que considero como heresias e que discordava de certas manifestações esquisitas na igreja e certas práticas não condizentes com a sã doutrina, quando obtive como resposta o seguinte: Existem várias igrejas com doutrinas, usos e costumes diferenciados, a pessoa deve ver aquela que mais se adpta. Concluindo, eu tive nesta resposta um convite para deixar a igreja, caso não me agradasse com sua forma de culto.
Sinto que muitos, assim como eu, são obrigados a suportar todos esses desmandos e ficar calados, sob pena de incompatibilizar-se com os dirigentes e ser vistos com maus olhos pela maioria dos irmãos. À medida em que evoluímos no conhecimento da Verdade, ficamos cada vez mais críticos e vamos nos libertando das práticas "evolutivas" introduzidas na igreja e creio que nos tornamos antipáticos perante os dirigentes e até mesmo com a grande maioria que não usufruem do grau evolutivo quanto o nosso.
Bom dia Ricardo!
Pela primeira vez eu não me senti uma "ilha", pois sempre me quetiono: "Será que tais comportamentos realmente são manifestações do Espírito Santo de Deus?". Porque se fossem eu não poderia me considerar um cristão genuíno, pois raramente me derramo em lágrimas e nunca fico berrando ou dançando pela igreja, mesmo sentindo a presença de Deus em minhas ações, palavras, relacionamento, ou seja, em todo tempo. Desejo profundamente estar fazendo a vontade do Todo-Poderoso e que pessoas como você que consideram a Igreja, não placas, mas a Igreja invisivel, a Noiva, a tão esperada pelo Noivo, a verdadeira, continuem a gritar em defesa do verdadeiro evangelho.
Graças dou por sua vida, e que Deus seja conosco, para que possamos realizar boas obras para a honra e glória do nosso Salvador.
Concordo com você!
Como já comentei um tempo atrás, quando eu estive em JOCUM, conheci muitos 'abençoados' que gritavam, jejuavam, oravam em linguadas (isso mesmo, rsrsrs…), tudo em público, diante da visão dos outros.
Quando iam fazer devocional,sozinhos, diante da palavra, só eles e Deus, não acontecia nada!
Engraçado né?! Que 'deus' fraquinho…
Abração amigo!
(clap clap clap clap)Eu não sou de bater palmas a toa, mas seu texto está impecável. É isto tudo e muito mais. Até bater palmas agora é visto por alguns como um ato exclusivo de adoração(…logo estarão banindo as palmas do PARABÉNS PRA VOCE kkkk).
Gostei muito do seu texto, e apenas para registrar minha experiencia – pois só dela mesmo que posso falar…eu estive por 8 anos na Assembleia de Deus e vi as transformações da igreja. Eu vi muita coisa…tanto suportei que achei que o mais digno era realmente sair antes que minha fé morresse. Hoje não estou em uma igreja perfeita, como a outra não era…mas pela ética e para não murmurar e gozando de plena liberdade em Cristo congrego em outra igreja. Tenho carinho pelos amigos assembleianos que ficaram por lá (poucos mas uma benção), assim como tenho amigos católicos pois foi onde eu estava quando Jesus me encontrou. Cada um tem uma trajetória, respeito a de todos…o chato é ouvir os comentarios dos "ungidos" da antiga igreja dizendo que estou "desviada" pois só a IGREJA deles vai para o céu…prefiro nem comentar isto.Bom,o que me motiva a continuar é pensar que a perfeição é mesmo no céu e que aqui todos somos falhos, e que a Igreja de Cristo tem estas paredes invisíveis…e que hoje sinto-me feliz com Cristo e carregando minha CRUZ com muita alegria principalmente por saber que HOJE meu fardo é mesmo leve e a porta é mesmo estreita e que finalmente não há ninguém pendurando pedras em minha cruz e nem diminuindo mais ainda o caminho que já é estreito… Só carrego o que Jesus me designou pra suportar…e é o bastante. E pra usar uma gotinha ácida, "a lá pulpito cristão: Farisaismo…to fora!"
Oh Jesus, por isso que amo ler isso aqui… nunca me sinto sozinha… que bom… muito bom o texto… concordo plenamente, me incomoda muito tbm essas coisas ai…um abraço CarolBarroso
Caro Ricardo
Texto excelente. Sou da Assembléia de Deus, mas nunca fui chegado ao "reteté/repleplé" como costumam chamar as manifestações dos dons.
Já fui chamado por um pastor batista (pentecostal é verdade) amigo meu, de o "assembleiano mais batista" eu ele conheceu. Claro que essa colocação não foi pejorativa, nem de um lado e nem de outro.
Desde muito já assumi a postura de Lutero quando disse
"Fiz uma aliança com Deus: que Ele não me mande visões, nem sonhos, nem mesmo anjos. Estou satisfeito com o dom das Escrituras Sagradas, que me dão instrução abundante e tudo o que preciso conhecer tanto para esta vida quanto para o que há de vir"
Não sou contra o "reteté" mas não vejo nele um culto "racional" como Paulo nos fala.
É isso… e como se diz por aqui:
"No mais, tuda na mais santa paz"
Soli Deo Glória
Acabei de receber uma "cipoada" dessas em minha caixa postal. Acusaram-me até de me alegrar com o fechamento de igrejas. Pois bem, aos megaespirituais, respondo: fico muito feliz quando os deturpadores do Evangelho são desmascarados dentro do seio da Igreja, e muito triste quando esse fato vira anedota nas ruas. Não preciso interpretar uma personagem: sou uma protestante convicta do nome que carrego, esforço-me para conhecer a Palavra de Deus e para ensiná-la com zelo. Tenho 27 anos de uma jornada produtiva e testemunhos de bênçãos que não preciso contar na TV, mas que conto a cada um que se aproxima de mim. E, pela infinita graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, sou agraciada com uma carreira acadêmica. Não preciso sair enviando mensagens críticas ou amaldiçoadoras aos meus irmãos. Uso os blogs cristãos para me edificar e não para ampliar o campo de atuação das ferraduras! E aqueles que estão dando à criatura a glória devida ao Criador, só gostaria de lembrar que "os idólatras vão para o inferno". E, se quiserem distribuir "cipoadas e maldições", estejam à vontade: sei em quem tenho crido. É uma pena que a igreja esteja atacando a Igreja, facilitando o início do reino do anticristo, ao invés de ser bereana e consultar na Bíblia o motivo das críticas.
Fiquem na Paz do Senhor.
“UM QUASE PREGADOR
Eu até que poderia ter me expandido no cenário evangélico, acredito que embora não dominando muito bem a oratória, não sendo um hermeneuta, não tendo muita afinidade com a exegese, mas mesmo assim, poderia eu, se dependesse só de Deus, ter me projetado para o mundo dos pregadores, mas não fui; Por razão qualquer não fui, mas não foi uma razão qualquer no sentido literal da palavra, mas uma razão qualquer, que é bem especifica, e não tão qualquer.
Sou daqueles pregadores, ou melhor dizendo, eis pregador, que já nasceu morto, ou aquilo que a ciência médica chama da de “NATIMORTO”, mas como toda morte tem uma “Causa Mortis” a minha foi falta de ouvinte, ou melhor dizendo, minha mensagem, não tinha público, é mais ou menos igual a aquele produto que não tem mercado, não tem consumo; não se consumia a mensagem que eu pregava, ela não era tão saborosa quanto às dos meus concorrentes, o produto que eu oferecia, às vezes era amargo, salgado, cortava, feria, e custava um preço caro, mas os dos meus concorrentes, era um contraste; Mais barato, mais fácil, muita doçura, muita cura, muitos bens, ao passo que a minha propunha uma vida de renúncia, de cruz, as deles ofereciam liberdade total, tudo posso, reenvidicações aceitas; Não pude concorrer fui obrigado a falir.
Cheguei à conclusão mais lógica, quando me questionava a este respeito, meu produto era muito fraco, diante de um tão desejado; Eu anunciava: Que era preciso nascer de novo, que era preciso se arrepender, que quem estava em Cristo era nova criatura, que era preciso buscar em primeiro lugar o Reino de Deus, que tomássemos nossa cruz e seguisse a Jesus. Agora veja a oferta deles: Muita benção, Nada de Vida de Oração, só determinar, reenvidicar, você pode, pise na cabeça do diabo. Enquanto eu me apresentava como irmão Léo, ou no muito Presbítero Léo, eles se autodenominam: Apóstolos, Bispos, Missionários Etc. Eu pregava arrependimento, eles pregavam prosperidades, a arma que tinha em minhas mãos era a bíblia sagrada, eles tinham um paletó cheio de unção, que ao ponto de jogá-lo igreja afora, e todos caírem no poder. Enquanto eu pregava num tom abaixo de 40 decibéis eles a toda força do pulmão alcançavas uns 100 decibéis (figurativo). Eu com muito esforço alcançava um “SOL MAIOR” a entoar um hino da Harpa (foi na cruz, foi na cruz, onde um dia eu vi meus pecados castigados em Jesus) eles cheio de força Alcançavam um “LÁ MAIOR SUSTINIDO”, nota quase que na maioria das vezes muito aguda, e diziam “Restitui, eu quero de volta o que é meu. Minha Língua era uma língua entendível, com erros de gramática, mas eles falam noutras línguas. Enquanto eu dizia, E conhecereis a verdade e ela voz libertará, ele dizia “Eis que te Digo meu Servo, ou assim te diz o Senhor. O máximo que eu poderia pedir a Deus era, Senhor abençoe os teus filhos, eles com toda força diziam, senhor vem BRADAR aqui. Algumas vezes eu até queria fazer igual a eles, mas não dava, eles eram muitos superiores a min. Lembro-me que Paulo falou que falasse 2 ou 3 em línguas, mas ao contrário eles incentivam todos a falarem, daí começa o: chaprapra, cantaribaia, decantasnévias, e etc. O que posso oferecer é um Cristo salvador, mais eles tem bem mais, tem um tal de manto de mistério. Nas minhas reuniões o máximo que pude aglomerar, pois era um culto oficial de minha igreja, foi umas 150 pessoas, isso porque não sabiam que era eu que iria pregar, mas eles reúnem mil, dez mil, quatrocentos mil. Meu ministério de pregação foi bem curto, por isso eu intitulo de ‘UM QUASE PREGADOR”.
Preb.Léo José
Caro Ricardo,
É verdade que existem muitas coisas que ao invés de ajudar, acabam atrapalhando o culto racional à Deus. Onde congrego, não são somente estas coisas(reprepré, etc…)que nos tem trazido problemas.
Para completar, o presidente do ministério apela para apoio político, usando o púlpito para promover um candidato a ponto de colocar dos dois lados do púlpito(PASMEM!!!)as fotos enormes do tal "pastor político" que vai solucionar os problemas de São Paulo, e até hino foi feito pro dito cujo, passando na TV e no rádio!
Penso nos meus irmãos e irmãs da Assembléia de Deus do Brás(Madureira), pois eles não merecem isso, nós já tivemos experiência com políticos quando a tal Maeli Verguiniano(filha do antigo presidente da AD BRÁS) teve o seu mandato cassado por envolvimento com propinas, trazendo um grande incômodo a todos, e quem ganhou com tudo isso foi uma tal emissora de televisão que eu nem preciso citar o nome. Isso também me incomoda… Mas parece que o raio irá cair no mesmo lugar pela segunda vez…
Fatima,
como não tenho nenhuma outra forma de falr contigo, usarei este espaço já que assunto é pertinente ao texto do Ricardo.
Ontem, também levei uma "cipoada" como vc disse, e creio que o motivos sejam parecidos.
O dsicurso é mais ou menos parecido com "rouba mas faz" então vamos deixar as igrejas abertas e soltinha.
oi,e aprimeira vez q escrevo e me indentifico muitocom essa forma de ser.obrigada.
Irmãos, eu não passei por facilidades nesses 27 anos. Mas agradeço a Deus por cada dia deles, pois a Mão Furada na Cruz está sobre mim a cada momento. Vi meu pai e irmão morrerem (infarto) na presença do Senhor; e ou eu espero pelo Arrebatamento da Igreja ou mantenho a lembrança de dois varôes que glorificaram a Jesus até o último suspiro. Imaginem se eu posso concordar com a turma do "me dá, me dá" depois de ter vivido duas vezes essa situação tão forte? Sei onde eles estão, e quero ir para lá. Não quero saber de vidente, milagreiro, reteté ou o que lá aparecer nas igrejas.
Em também tenho minhas dúvidas em relação aos chmados dons espirituais de alguns, e a essas empolgações, acredito que tenha gente sincera, mas arece que uma grande parte só quer aparecer.
Mas caso seja verdade concordo com você, o arrependimento, perdão dos pecados, salvação e o nome de Cristo são mais importantes que essas coisas
Vejam o que Jesus disse em Mateus 11: 21-24
21 Ai de ti, Corazim! ai de ti, Betsaida! porque, se em Tiro e em Sidom fossem feitos os prodígios que em vós se fizeram, há muito que se teriam arrependido, com saco e com cinza.
22 Por isso eu vos digo que haverá menos rigor para Tiro e Sidom, no dia do juízo, do que para vós.
23 E tu, Cafarnaum, que te ergues até aos céus, serás abatida até aos infernos; porque, se em Sodoma tivessem sido feitos os prodígios que em ti se operaram, teria ela permanecido até hoje.
24 Eu vos digo, porém, que haverá menos rigor para os de Sodoma, no dia do juízo, do que para ti.
Paz!
Estou gostando muito do blog, parabéns, que Deus te use!
O Mano Tiago Eu não entendi o que Você quis dizer em Mateus 11
Pelo que pude entender os prodígios seriam de muita utilidade se fossem manifestado em Tiro e em Sidom.
O povo da época que não valorizavam os dons, (pude entender no texto)como muitas igrejas de hoje infelizmente colocam os verdadeiros dons dentro de uma caixinha chamada Cessacionismo, e acabam ignorando a ação do Espírito Santo.
Irmãos, nasci de novo em meio pentecostal, onde permaneço até hoje, e louvo a Deus por ter convivido com gente integra nas convicções do que ensina a pneumatologia o que me acrescentou importante conteúdo e convicções.
Convicções que me permitem hoje avaliar as preocupações citadas pelo Ricardo Mamedes, acompanhadas por nós no meio evangélico e que nada têm de pentecostalismo, apesar de lametavelmente ostentarem esse rótulo.
No meu entendimento essas ocorrências agridem a integridade dos verdadeiros pentecostais, uma vez que estão carregadas de influências neo-pentecostais e misticismos de origens diversas, que resultam num profusão de eventos que só envergonham o nome da igreja cristã.
É lamentável o fato de que lideranças não pentecostais entrem nessa onda achando que isso é pentecostalismo. Vergonhoso é que lideranças supostamente conhecedoras do pentecostalismo e da doutrina do Espírito Santo se deixem influenciar por essa mesma onda, que almeja o naufrágio da igreja cristã.
No Amado
Ielton Isorro
http://clamandonodeserto.blogspot.com/
Assim fica facil,coloca um rotulo em todos os pentecostais,e sai comentando, poderia fazer as mesmas coisas com os tradicionais,eu mesmo subo ao monte para orar e entendo que oraçao é igual em todo todo lugar a diferença é que em alguns lugares as pessoas se entregam com mais liberdade,quando vc critica verdadeiras heresias
isso é bom,mas quando coloca todo mundo no liquidificador parece ranço e ofende.
sergio.barros@hotmail.com
Barros
Infelizmente é verdadade! Sou assembleiano também, e muitos se incomodam se não damos glória a Deus! Mas, lugar de fazer isso não seria com minha própria vida?