As imprecaçoes judaicas e a Nova Aliança: Um chamado à exercer uma fé realmente cristã
Poderosa nação de nossos dias, ferida terrivelmente no seu coração financeiro, fez juramento, na voz de seu então presidente, de que se faria justiça à ofensa, que seus inimigos seriam perseguidos, capturados e destruídos. Abaixo o terrorismo, morte (justa) aos terroristas. Cadeira elétrica, câmara de gás, injeção letal. Parecia lógica humana e comum tal reação, não fosse o fato de invocar a Deus para se misturar a tais missões.
Durante séculos, as ações e reações deste porte têm sido sempre a mesma: “olho por olho”. Um Pastor de renome mundial foi convidado – e aceitou – para fazer uma oração em favor das famílias das vítimas e pedir proteção (participação) divina sobre a justiça que se faria. Diz a história que Lampião e seus cangaceiros faziam oração pedindo salvação para as almas das pessoas que fossem por eles executadas. Tal paralelismo demonstra que o ser humano civilizado ou ignorante, tem sido sempre o mesmo no que tange à vingança sumária.
Todas estas ações parecem normais às pessoas que não têm compromisso com o Mestre. Estas, também fariam o mesmo. Na Velha Aliança o morticínio enche as páginas da Bíblia. Esta é o livro do sangue, no que tange a sua primeira parte de trinta e nove livros. Mas uma Nova Aliança foi inaugurada, porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho Unigênito, para que todo o que Nele crê não pereça, mas tenha vida eterna. Esta aliança é Jesus. O único sangue derramado nela deve ser o Dele, cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. E isto sem guerras, ódio ou vingança.
Recordo que em minha cidade natal, em tempos idos, se dizia: “Essa religião é muito fina”. Realmente, o caminho é estreito, e apertada a porta que conduz à vida eterna. Foge, às vezes, a lógica humana e carnal. Jesus é manso e humilde de coração. Ordena que se recebermos uma bofetada em um dos lados da face, devemos oferecer o outro lado. Diz: “Aprendei de mim”. Estatui que oremos pelos que nos perseguem e, maravilha de fato, amemos os nossos inimigos.
Se o cristianismo de nossos dias não tivesse sido tão modificado em sua adaptação ao nosso bem-estar, ao gosto de nossas farsas, como fizeram anteriormente os fariseus por Ele criticados e condenados, não teríamos guerras, nem brigas, nem richas as mais constantes. Se não fossemos tão incautos e dispostos a desobedecer-Lhe as ordens – mandamentos – teríamos um mundo como sonharam Mahatma Gandi, Martin Luther King e outros e outras que perderam suas vidas por causa de um ideal realmente cristão. Morreram assim porque ousaram acreditar, com sua passividade, no exemplo, nas máximas e nos ensinos do Mestre.
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De acordo com os estudiosos, esses salmos imprecatórios eram orações feitas para que Deus vindicasse Sua própria justiça, não a vingança pessoal em favor de alguém. Era uma maneira de Deus zelar de Seu próprio nome, não O expondo à ignomínia pública entre as nações.
Cremos que na era da evangelização mundial devemos pregar a graça, mas não nos calarmos diante do maior juízo que está por vir.
Deus abençoe
DEIXAM-ME NARRAR O QUE E VERDADE.FALO PORCIMA DE UMA RAZAÕ.
homen de Deus devemos vigia e nao brinca com a fe do proximo
devemos chegar ao ceu com autoridade
O problema é a rebeldia deliberada contra Deus, as vezes a iniquidade e injustiça chega a tal ponto que é necessário a intervenção divina.
Em romanos 12:19 está escrito: “Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira, porque está escrito: Minha é a vingança; eu recompensarei, diz o Senhor.”
Em apocalipse 6:10 os MÁRTIRES fazem orações imprecatórias:
“E clamavam com grande voz dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?”
Em colossenses 3:25 está escrito: “Mas quem fizer agravo receberá o agravo que fizer; pois não há acepção de pessoas.”
Sem falar ao que foi feito com Ananias e Safira, e com Elimas o encantador.