Série: Observador McAlister [4]
M.Z.: Como o senhor vê a questão do sacerdote que se envolve com política?
W.M.: É um abandono e uma traição de sua vocação. Ele deve se arrepender e voltar a fazer aquilo que foi chamado por Deus para fazer, que é discipular, pregar a Verdade. Para mim, o sacerdote que se engaja na política é um traidor.
M.Z.: Por quê?
W.M.: Porque Deus o chamou para outra coisa. Ele é um traidor da vocação, do chamamento. Deus o chamou para o ministério e a política não é um ministério. Ele foi chamado pra pregar e para ser um despenseiro da multiforme graça de Deus. A política é a aquisição e o emprego do poder público.
É claro que Paulo fez tendas para sobreviver, assim como existem pastores que têm o seu trabalho secular, o que é legítimo. Mas nós estamos falando de pôr a instituição do sacerdócio a serviço de questões políticas. O sacerdote está envolvido numa aliança tácita com a congregação, de só pregar aquilo que deve crer. Ou seja, está lidando com questões do coração, da mente, na presença de Deus. Seu púlpito é um altar, não é um palanque. No momento em que ele põe esse púlpito a serviço de algum interesse mercantil, trai a aliança que tem com seu povo. Ele viola o relacionamento com seu povo.
Isso corrompe os relacionamentos – um relacionamento que deveria ser sublime, nobre, em beneficio da pessoa, para trazer esse indivíduo mais perto de Cristo. E, de repente, isso está sendo posto a serviço de um projeto político para coisas transitórias, que só levam a um beneficio secundário.
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Pergunta de Maurício Zágari extraída do Livro “O fim de uma era”, respondida pelo autor Walter McAlister. Adquira o livro através deste link. Divulgação: Púlpito Cristão.
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Concordo com o senhor pasttor Walter, estamos vivendo uma realidade hoje de quem der mais leva, vejo pastores nos palanque e sei que a realidade não é ajudar o povo mas se alto-promover e ficar conhecido, infelizmente isso é uma verdade pessoas que foram chamados por Deus para pastorear hoje estão pedindo um afastamento de suas igrejas para subir nos palanque da vida. cada um será cobrado a quem muito é dado será cobrado.
Distintos irmãos, graça e paz!
Concordamos em absoluto com o pensamento do pastor.
Ora, se os mesmos realmente almejavam o episcopado, conforme 1 Timóteo 3.1-16, frustaram-se com o ministério?
Vale apena trocar o púlpito pelo parlamento?
A interpretação de 2 Timóteo 2.4 só foi para os líderes do passado?
Não há nas igrejas, entre congregados e membros, pessoas decentes, que possam representar-nos, sem precisar reduzir o corpo de obreiros?
A nosso ver, grande parte de irmãos indicados para os ministérios, infelizmente, são por questão de amizades, e não vocação.
Chegamos à seguinte conclusão, por vermos muitos deles querendo a todo custo migrarem à política partidária.
Quantos não entraram por esse caminho e não mais retornaram?
Se não todos, mais grande maioria busca o poder pelo poder.
Ilustres líderes, não ajam pelo impulso, mas perguntem para o Senhor se valerá esse sacrifício.
Sim, não esqueçamos também, daqueles pastores, muito embora não sejam candidatos, no entanto, fazem alianças absurdas, comprometendo-se com figuras que, quando nasceram, caráter estava em férias.
Em Cristo,
Tadeu de Araújo
CNCORDO COM O PASTOR:ÀQUELES QUE FAZEM USO DE SEU MINISTÉRIO SACERDOTAL PARA USO PRÓPRIO ESTÁ FORA DA PALAVRA;PORÉM A POLÍTICA FAZ PARTE DO NOSSO COTIDIANO E QUEM NÃO ENTENDE PODE FACILMENTE SER ENGANADOS,NÃO PODEMOS DEIXAR QUE O ÍMPIO PROMOVA E APROVE LEIS QUE NÃO ESTA DE ACORDO COM A PALAVRA ,POR FALTA DE VERDADEIROS HOMENS DE DEUS NA POLÍTICA ESTA SENDO VOTADO LEIS CONTRA A FAMILIA.É NECESSÁRIO SIM POLÍTICOS COM ENTENDIMENTO E COMPROMISSO COMA PALAVRA DE DEUS , REFLITAM SOBRE ISSO,LEMBRE-SE HOMENS HONRADOS ESTÃO SENDO TAXADOS DE HOMOFÓBICOS,A LEI DO ABORTO ESTÁ ÀS PORTAS E NÓS OQUE FAZEMOS? CUMPRIMOS A LEI QUE NOS FOI IMPOSTA POR ÍMPIOS?
O verdadeiro homem chamado por Jesus ao ministério não se rende as paixões infames , baratas e cheias de mentiras e enganos,que levam a ruína e perdição.