O Cristianismo e o Evangelho
Por Joacy Júnior
(Leia, reflita, use seu discernimento crítico e tire suas conclusões)
O que você está prestes a ler é uma simples comparação antitética entre o Cristianismo institucional, cuja origem tem data, logo está submetida ao tempo, e o Evangelho, cuja origem não se pode medir, visto que “nasce” com a morte do Cordeiro ocorrida antes da fundação do mundo, logo não está submetido ao tempo.
Com essa simples comparação (e ao dizer “simples comparação” não quero ser modesto, é que com sinceridade acho simples mesmo o que aqui escrevo) tenho como objetivo lhe provocar. Isso mesmo, incitar sua mente, lhe chamar para a reflexão, despertar seu senso crítico… Se é que você ainda tem isso… Se é que o “cristianismo” já não lhe furtou o direito de pensar… Tenho como objetivo penetrar nos seus conceitos e perturbar suas convicções cristãs; por isso lhes desejo uma boa leitura, uma boa reflexão e um bom uso de discernimento crítico e, muito mais, uma conclusão que lhe dê a liberdade de como indivíduo pensante, aceitar ou rejeitar, elogiar ou criticar o que aqui escrevo, pois que, o que aqui escrevo também é resultado de minhas conclusões que nascem das leituras que faço dos livros de qualquer natureza, dos mais profundos aos mais simples, das degustações que faço da vida e da compreensão que tenho da realidade que envolve a igreja hodierna.
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O cristianismo[1] é antropocêntrico, o homem reina soberanamente manipulando a fé e impedindo o SER de ser; O Evangelho é Cristocêntrico e Cristo é tudo em todos.
No cristianismo os homens seguem homens, posto que há entre os cristãos os partidos: “eu sou de Paulo, eu sou de Apolo, eu sou de Cefas, eu sou de Cristo” como se Cristo estivesse dividido; No Evangelho os homens seguem a Cristo e por Cristo são capazes de testemunhar sua fé com a própria vida, e, mesmo correndo o risco de ser mal compreendido, não negam a sua fé.
No cristianismo Deus é objeto de estudo da teologia[2] e de seus doutores; No Evangelho Deus é e sempre será maior que a arrogância dos homens que acham poder decifrá-lo.
No Cristianismo a interpretação da aceitação de Abel em detrimento da de Caim é porque Abel deu das primícias[3], Caim não; se esquecem que esta aceitação é porque Deus atentou para o derramamento de sangue na oferta de Abel, posto que em sua oferta havia uma “sombra” da cristocentricidade do culto por haver sacrifício, enquanto a oferta de Caim era fruto da terra. Portanto, Abel não comprou Deus com suas primícias e não foi por elas que ele foi aceito. “Atentou Deus para Abel e sua oferta” – ora, poderia não ter atentado – mas, uma vez que quis atentar para a oferta de Abel, isso é soberania. O que o texto ensina não é sobre oferta que torna o homem aceito; a ênfase do texto é o fato de Deus SER quem É. E isso apesar do homem e suas ofertas. O problema é que só conseguem ver o que “está escrito” e não percebem o que está dito. Logo, no Cristianismo os homens barganham com Deus através de seus “sacrifícios” – todos de tolo – no Evangelho o Perfeito Sacrifício se consumou no grito que ecoou do Calvário: “ESTÁ CONSUMADO”.
No cristianismo “o véu está posto no coração deles” porque só ficam com Moisés[4]. No Evangelho, todos com o rosto descobertos “dão a cara para bater”, posto que, entre Moisés, Jesus e Elias, é o Filho Amado que deve ser ouvido.
No cristianismo os homens ainda se sentem em dívida para com Deus, esquecendo-se que Jesus assumiu a dívida e já pagou alto preço por ela. E é este sentimento de dívida que “justifica” as barganhas; daí o porquê de eles buscarem ainda que inconscientemente (?) uma salvação meritória. No Evangelho a única consciência de dívida é aquela que Paulo sabiamente diz: “a ninguém devais coisa alguma, senão o amor…”.
No cristianismo tudo é “princípio” que se transforma em fundamento de fé. No Evangelho “ninguém pode por outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo”. E, sobre este fundamento, cada um é responsável pelo que constrói.
O Cristianismo é a religião do “não toques, não uses, não manuseies”. O Evangelho é a liberdade concedida pela Graça de sempre saber o que convém.
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Sempre em Cristo… que não era cristão e nem fundou essa religião das conveniências, é, porém, o Evangelho Eterno que estabeleceu o caminho pela fé fundamentada no amor ao qual temos acesso ao Trono da Graça.
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[1] Aqui retrato o cristianismo atual corrompido com suas mensagens antropocêntricas, logo, descentralizado da pessoa de Cristo. Como bem pontuou Mahatma Gandhi: “em vosso Cristo eu creio, eu não creio é em vosso cristianismo”.
[2] Aqui também faço referência a uma teologia que busca ir além dos ensinos bíblicos, logo filosófica, psicológica e sem nenhum comprometimento com a Sã Doutrina.
[3] Algumas igrejas estão adotando a prática das primícias fundamentadas neste texto.
[4] Estou fazendo alusão à tentativa de judaização por parte de uma considerável parcela da igreja evangélica que ainda não entendeu o Evangelho da Graça e insistem em querer “resgatar” o que já fora abolido na cruz por Cristo.
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Reflexão corajosa e bem compreendida por minha parte, ao ver o cristianismo enquanto sistemática religiosa plural e humana. Como diria Logos, “O Evangelho é quem desvenda os nossos olhos e desamarra todo nó que já se fez. Porém ninguém será liberto sem que clame arrependido aos pés de Cristo, Rei dos reis”. Direto do pela Volta ao Evangelho, para o Púlpito Cristão.







O texto é bom, mas sobre a parte de Caim e Abel, está errado. Pois o que pesou na aceitação de Abel e na reprovação de Caim foi a intenção do coração e não o sacrificio de sangue que nem consta que Abel o fez; só diz que Abel trouxe as primeiras crias do rebanho… Gen 4:4
O autor está correto em afirmar que o Cristianismo não é as boas noticias (evangelho) que o Salvador ensinou e que os apóstolos também ensinaram.
Este Cristianismo que vc`s conhecem e seguem é um sub-produto de Roma, adaptado e moldado para fazer prisioneiros de um sistema religioso. Um sistema que os transformaram em escravos.
Neste Cristianismo há homens acima de outros homens, com posições de sacerdotes, um clero. Há também inumeros tipos de sacrificios, rituais, altares, culto a Mitra e bizarrices sem tamanho.
Alguns exemplos:
Neste Cristianismo tem pastores, no evangelho só tem um Pastor. Jo 10.
Neste Cristianismo tem presbiteros, no evangelho são os mais velhos ou mais experientes no evangelho.
Neste Cristianismo tem bispos, no evangelho são os que ensinam o evangelho. ( ou seja, todos)
Neste cristianismo tem diáconos, no evangelho são os que estão a ajudar os que ensinam.
Neste cristianismo tem santa ceia de pão de farinha e suco de uva (ceia de Mitra), no evangelho é o Pão que desceu do céu e que alimenta para a vida eterna e quem segue o evangelho reparte o verdadeiro Pão. ( a ordem é repartir, – façam isto: reparta).
Neste cristianismo tem dizimos e ofertas da lei, no evangelho tem amor ao próximo e ajuda aos nescessitados.
Neste cristianismo a adoração é cantar musicas, no evangelho adorar é fazer a vontade do Pai.
Neste cristianismo o deus deles mora em templos feito por mãos de homens, no evangelho o Criador habita em templo feito por ele mesmo, ou seja em nós. (para confundir o cristianismo diz que Ele habita em nós, mas ao mesmo tempo diz: vamos a casa de Deus, quando vai para os templos).
No Cristianismo usa parte das escrituras para justificar suas praticas e se questionado diz que segue a regra hermeneutica e exegetica…, no evangelho segue-se as simples palavras do Salvador.
Neste cristianismo os exemplos de fé são homens como Davi, Salomão, Samsão… ( Davi cantou, dançou, Salomão disse,,,), no evangelho o exemplo é o Salvador e quem segue o evangelho atenta somente para Ele.
E ai vc é do cristianismo ou do Evangelho?
hahaha .. ótimo no final estar escrito: …” Reflexão corajosa e bem compreendida por minha parte…” hehehe, falou aí o grande profeta zé barnabé …. hihihi …
E ratificado pela profetiza Zefinha Soriente! hehe
rsrsrs … saiu-se mto bem
O título é muito bom! O texto é frágil…e no tocante a graça comentada por ele outro fracasso, liberalismo gracioso…
“…Evangelho, cuja origem não se pode medir, visto que “nasce” com a morte do Cordeiro ocorrida antes da fundação do mundo, logo não está submetido ao tempo.”
Já começa falando asneira. Tá sabendo legal heim amigo.
Queridos proprietários deste blog,gostaria de ser informado porque os meus comentários não são divulgados, o que disabona no que se refere a EVANGÈLHO quando faço meus comentários? Será que vocês só divulga o que intereça assim como fazem os pastores que não se preocupam com a salvação do povo? Quero deixar bem claro que estou me sentindo descriminado por vocês,será que eu não tenho o direito de pensar? Onde está a liberdade de penssamento e expressão? Vou enviar o comentário de ontem novamente!!!!É tudo.