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03/10 por: Lya 18 Comentários

Arte cristã: abrindo janelas

Nuvem de glória no Morro menino de Deus em São gonçalo, RJ

Podemos convencer alguém da sua falência moral, mas somente o Espírito Santo pode convencer uma pessoa que ela está perdida. Isto posto, vamos ao assunto.

Neste domingo participei de uma ação de evangelismo no Morro Menino de Deus. A igreja local tem uma base no morro onde prepara as crianças com escola bíblica durante a semana. Isto porque ali, como em outras comunidades, as crianças ficam expostas ao tráfico e costumam ter referenciais ruins. Mas o pastor teve sabedoria e sensibilidade para entender que um Menino de Deus amanhã será um homem de Deus, e com esta visão bem clara em sua mente, começou a mobilizar a igreja para atuar no morro com crianças.

evangelismo menino deDeusNesta ação de evangelismo, a idéia era ensinar que Jesus é mais doce que o mel. Na verdade foi uma maravilhosa Escola bíblica a céu aberto. Crianças não esquecem esse tipo de coisa. Eu lembro de quando eu era criança e uma professora (Professora Fernanda) me ensinou frações fracionando uma barra de chocolate (diamante negro, lembro com detalhes).  Bem, tivemos teatro, dança, graffiti, malabares e louvores. A equipe circense deu um show (rolei de rir com o Capitão Palhaço). Estavam muito bem , o pastor deles investe no talento deles e o grupo atrai muito a atenção das pessoas. Este evangelismo certamente teve pão e circo: Pão da Vida e circo de evangelistas usando as coisas que não são, para confundir as que são. Coisa boa é ter pastores com visão de Reino.

nuvem de glóriaEu fiz o meu graffiti, uma representação gráfica da nuvem de glória. As crianças se aproximavam e tentavam entender oque era aquilo.

“Tia, é um fogo?”

“É água, nuvem? Oque é isso, tia?”

“É a nuvem de glória, crianças. Ela representa a presença de Deus aqui no Morro. Deus sempre quis estar com a gente, ser nosso amigo. Vocês já ouviram falar de Moisés?”

Bem, assim eles aprenderam sobre a presença de Deus. E de como a Presença Santa protegia e protege o povo de Deus.  Tivemos vários grupos de louvores, inclusive os queridos missionários de Manaus ministrando.

Estou muito feliz em conhecer jovens com tanta disposição para evangelismo, que estão mesmo fazendo a diferença, que romperam com a estrutura religiosa e com a passividade. Isso vai espalhar, contagia mesmo. O Reino de Deus é dinâmico e não se molda a estruturas babilônicas.

missionário André Alves

André Alves fechou com louvores e inclusive um que fez para o evento, o “Desarmado”, bem conveniente para a comunidade local e também para aqueles que se armam diante do Senhor. E aqui faço meu apelo. Se desarme para o Senhor, você também, crente. Você que tem a metralhadora do juízo nas mãos. Que usa a teologia como um escudo e se afasta da simplicidade que há em Cristo Jesus. Na batalha pelas almas, a arma que você precisa é o amor. Antes de sair como um Rambo com uma M60 na mão, desarme-se. Ao invés de rajadas de conceitos que matam, use o amor que gera vidas.

Fico feliz de ver os jovens usando e multiplicando seus talentos a serviço do Reino. A arte abre janelas. No tempo do filósofo Sören Kierkegaard, todos os pensadores estavam com suas mentes confinadas no sistema de pensamento de Hegel, com seu método de tese, síntese e antítese. Kierkegaard libertou os pensadores do seu tempo abrindo janelas na mente deles propondo o salto da fé. Abra sua mente. Assim como a filosofia, a arte não salva. Mas abre a janela para quem está confinado ver que o Rei dos Reis está do lado de fora, esperando para entrar.

Paz e tinta!

Lya Alves é missionária, graffiteira, artistaarte educadora, desenhista da história em quadrinhos Guerreiros de Deus e colaboradora do Púlpito Cristão.

 

18 Comentários

  1. mariana disse:

    Por favor, não chamem isso de arte cristã. na verdade é arte pq tudo é arte, mas ensino a vcs o que de fato é arte, até pa o que vcs chamam de arte é uma coisa HORROROSA, deculpe-me a grafiteira, pois sou sincera sim e gosto da VERDADE.

    O texto abaixo não é meu, mas fao destas as minhas palavras. A citação encontram-se logo ao final.

    Segundo Hanz Sedlmayr (La rivoluzione del’Arte Moderna), a Arte Moderna busca antes de tudo a pureza, porém a pureza no sentido negativista que consiste na eliminação de toda a influência de uma arte sobre outra. Para o artista moderno, cada ramo da arte deve ser autônomo e despojado de elementos estranhos a ele. A arquitetura pura não deveria conter elementos de outras artes, isto é, elementos da pintura, da escultura etc. O mesmo se daria com a pintura, que não deveria conter nada de arquitetônico, e assim para todas as artes. O ideal seria a pura pintura, a pura escultura, a pura arquitetura, a pura poesia, a pura música.

    A arquitetura pura

    Mas em que consistiria a arquitetura pura? Basicamente, na eliminação:

    dos elementos cênicos, pictóricos, plásticos e ornamentais;
    dos elementos antropomórficos;
    dos elementos simbólicos;
    do elemento objetivo (relativo à finalidade do edifício).
    Chama-se elemento pictórico ao conjunto de meios empregados para se obter os efeitos de impressão ótica, os jogos de luz e sombra utilizados na arquitetura para ampliar espaços ou modificar ambientes. São as cores empregadas para contrastar formas ou aumentar proporções. A arquitetura moderna elimina a variedade de ambientes e a cor do edifício, que deve ser branco ou escuro, fosco, sem cor.

    A ausência do elemento plástico significa a expulsão da linha estética e a morte do ornamento. A silhueta do prédio moderno foi despojada da ousadia das pontas, da graça da linha formada pelas esculturas, enfim de toda variação de formas e volumes que dá movimentação, individualidade e riqueza ao perfil do edifício. Desse modo, a silhueta de um edifício moderno é simples e pobre. É um risco apenas, sempre igual. Com o desaparecimento do perfil, desapareceu também o adorno, tanto o pintado quanto o puramente plástico ou escultórico.

    Sedlmayr descreve a coluna como sendo uma construção tanto arquitetônica quanto plástica. Nela podem-se distinguir respectivamente a finalidade material de sustentação e uma finalidade simbólica: representar o homem ereto. Por isso ela é composta de cabeça – capitel – corpo e base e é feita segundo as proporções humanas: “é uma elevada forma de dignidade e um autêntico símbolo de um comportamento espiritual universal, daquela mesma posição ereta que eleva o homem sobre o animal” (W.Mrazek apud Sedlmayr, op.cit.).

    A Arte Moderna suprimiu a coluna autêntica. Sem base e sem capitel, a nova coluna guarda sua função material de sustentação. Perdeu, pois, a hierarquia de elementos que possuía e o símbolo humano.

    Outro elemento arquitetônico interessante por sua relação com o homem, também modificado pela arquitetura moderna, é a janela. H. Sedlmayr mostra que a janela é feita para o homem. Ela é moldura para a figura humana.

    A janela possui batente para fazer o enquadramento, base para apoio e capitel cuja forma e ornamentação definem o estilo. É muito comum a existência de elementos escultóricos no topo, como se vê, por exemplo, nas janelas coloniais. Assim a janela é personalizante e individualizante.

    Nos diversos estilos – gótico, barroco, colonial – observa-se que ela é feita nas proporções do homem. Por isso possui uma arquitetura e uma hierarquia de elementos.

    Na janela moderna tudo isso desaparece. Primeiramente ela foi despojada do elemento hierarquicamente diferenciado, permanecendo apenas como uma moldura. Se no começo ela manteve ainda o caráter personalizante, perdeu mais tarde também a individualidade. Com a descoberta do cimento armado, tornou-se possível construir grandes coberturas planas horizontais, sustentadas apenas por vigas. Consequentemente abertas, permitindo janelas em série, janelas contínuas e mesmo paredes de janelas. A janela foi despojada de sua individualidade, tornando-se coletiva e massificante.

    Outra característica da arquitetura moderna é a eliminação do elemento simbólico.

    Os estilos anteriores à Arte Moderna possuíam elementos simbólicos e alegóricos. O símbolo fala de valores transcendentes à matéria. Portanto, a eliminação de todo símbolo nega implicitamente a existência de qualquer transcendência e, por isso, é materialista. Todas as coisas podem ser tomadas como transmissoras de um significado. A coisa em si mesma, veículo do significado, é pura matéria. Para a arquitetura moderna não é necessário nem desejável que a construção indique a própria destinação mediante a forma e a utilização de símbolos. A arquitetura pura basta a si mesma.

    Para exemplificar, comparemos a Catedral de Notre Dame de Paris à catedral de Brasília. Para destruir a religiosidade da primeira seria preciso derrubá-la. Mesmo que Notre Dame fosse utilizada para o fim mais oposto aquele para o qual foi construída, ainda assim ela continuaria a mostrar, por suas formas, que é uma catedral. Não se pode dizer o mesmo da catedral de Brasília. Despojada de elementos simbólicos, ela tem uma arquitetura tão profana que exige a colocação de cartazes proibindo fumar.

    A tendência limite desses despojamentos são as formas arquitetônicas, consideradas ideais pela Arte Moderna, do cubo e do prisma. Essas figuras indicam as três dimensões ortogonais do espaço com absoluta “pureza” e sobre elas se apoia toda arquitetura “pura”. Interessante notar que essa linha de pensamento conduz a um edifício tão despojado e pobre quanto algumas das mais antigas edificações do homem, como as pirâmides, fruto apenas da geometria.

    A pintura pura

    Na pintura moderna, a busca da “pureza” se manifesta através da eliminação de três elementos:

    elemento plástico arquitetônico;
    elemento simbólico ou de significado;
    elemento objetivo.
    A supressão do elemento plástico consiste segundo Sedlmayr, na ausência de relevo no desenho, normalmente obtido através dos jogos de luz e sombra. Com isso, numa primeira etapa da revolução modernista, a pintura passou a utilizar uma sobreposição de planos semelhante à usada na pintura primitiva, quando não se conhecia a perspectiva. Abandonou-se a noção de profundidade. Em Volpi, por exemplo, distinguem-se o plano das bandeirolas, o plano das casinhas, o plano das montanhas, mas perdeu-se na tela a terceira dimensão, a qual dá noção de realidade.

    Numa segunda etapa, foi supressa também a estrutura arquitetônica, eliminando-se a distinção entre a parte superior e a inferior do quadro, entre a frente e o fundo. A expressão mais exata da abolição do elemento arquitetônico se encontra nos quadros em que alto e baixo são indistintos.

    Eliminação do significado

    A aversão ao elemento arquitetônico leva o pintor a repudiar a lógica, porque toda lógica é arquitetônica. Nesta, premissas, conclusões e silogismos se sobrepõe como as várias partes de um edifício. O repúdio à lógica leva-o ao sonho, isto é, o conduz a representar mais os frutos de sua imaginação do que a realidade. Por isso a obra necessita de título, de tradução, para que o espectador possa tentar compreendê-la.

    O surrealismo afirmou com Freud que a lógica é uma mentira e o mundo concreto uma ilusão. Só através do subconsciente se alcançaria o mundo real, que seria o dos sonhos e dos loucos. Daí a busca do irracional. É pois a recusa da lógica que leva o artista moderno a enaltecer a “arte” dos loucos e os desenhos primários das crianças.

    Esta mesma razão leva-o, em seguida, designar muitas obras apenas com números (obra 1, obra no 2), em lugar de títulos, tornando propositalmente ainda mais vaga a idéia daquilo que quis expressar.

    Outra técnica consiste na utilização de títulos adjetivos em lugar de substantivos. Isto demonstra um desprezo por aquilo que é definido, que tem existência própria, pelo ser.

    O desprezo ao ser gerou composições de pura aplicação de cores sobre tela. As cores, na realidade, não possuem existência própria mas existem associadas a elementos materiais. A cor é um acidente, isto é, um ser que existe em outro. É o ódio ao real, ao ser, que leva o artista moderno a representar aquilo que tem menos densidade de ser e, portanto, a preferir o acidente à substância.

    Eliminação do elemento objetivo

    Com a ausência de símbolos e significados a obra de pintura moderna torna-se subjetiva e hermética. Quem poderá compreendê-la senão o próprio pintor? E por que desejará que sua obra seja compreendida? Não diria ele também “Eu odeio a objetividade gordurosa e a harmonia, essa ciência que encontra tudo em ordem” (Manifesto Dadá, 1918)? Ou ainda: “Toda obra de pintura e plástica é inútil; que ela seja um monstro que faça medo aos espíritos servis e não adocicada para ornar os refeitórios dos animais com roupas humanas, ilustrações dessa triste fábula da humanidade” (mesmo manifesto).

    O belo é o bem claramente conhecido. Mas o pintor moderno despojou sua tela do belo. Para a pintura moderna beleza é uma palavra desprovida de sentido. Em próximos artigos trataremos de outros aspectos dessa arte que se proclama inimiga da beleza.

    Duclerc Fernandes – “Pobre Arte Moderna!”
    MONTFORT Associação Cultural
    http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=arte&artigo=pobrearte&lang=bra
    Online, 03/10/2012 às 22:53h

    • Antognoni Misael disse:

      Não sei pq esta cerimonia toda pq o post fala arte cristã.

      Não faço dicotomia entre sacro e profano. Mas esta arte especificamente tem um alvo que vai além da contemplação, do achar belo, da técnica, enfim… a arte q Lya faz busca o prospectivo, o alcance de vidas através da mensagem de cristo incorporada em sua arte. Portanto, nada mais legal do que tipificar esta arte como: ARTE CRISTÃO; #APOIO!

    • Lya disse:

      Olá, Mariana. Qual parte de “não use uma rajada de conceitos, use o amor” você não entendeu?
      Oque define um trabalho artístico não é o fato de você não gostar dele ou não, de achar bonito ou não. Arte vai além do belo. A idéia da arte como beleza é uma concepção Renascentista. Arte vai além do estímulo visual e inclui oque não se pode ver. O subjetivo faz parte. Aqui tem um texto da Ana Mae Barbosa, referência em arte-educação, sobre este assunto, um texto muito bom, simples e objetivo: http://ensinando.arteblog.com.br/65182/A-Arte-e-Beleza/

      O texto enorme que você citou eu li com carinho, mas não entendi a fonte. Essa Associação Cultural Montfort é oque? Gnóstica? Católica? Se for, provavelmente é por isso que você não entendeu a função evangelística do trabalho. Duclerc,autora do texto, se refere a arte contemporânea como se fosse arte moderna, oque significa que está mais perdida que cego em tiroteio. Ela cita a Bienal de Arte de São Paulo (um evento de arte contemporânea) como se fosse arte moderna. Não entender isso, em arte, é o mesmo que não distinguir a mão direita da esquerda.

      Além disso, a arte em questão não é o muro, mas sim a subjetividade, a beleza está na da curiosidade das crianças, na reação delas se abrindo ao Evangelho. O “Desarme-se para o Senhor”. Isto é oque importa. O que reuniu todos aqueles artistas voluntariamente não foi a estética, nem a beleza, mas a vida, a vida de Cristo fluindo. Creio que esse seja o grande diferencial da arte cristã com relação as demais.

  2. Bruno Léo... disse:

    Kara , d +++++++ matérias como essas só nos colocam mais animados para sermos colaboradores desta maravilhosa obra….

  3. Antognoni Misael disse:

    Lya,vc está de parabéns por demonstrar o uso dos talentos dedicado ao reino de forma espontânea e com piedade, de parabéns também pela visao relacionadas as artes.

    Continue neste caminho, Deus continuará sendo glorificado e o mundo será alcançado.

    Glória à Deus!!

  4. Muito bom. A arte comunica de maneira poderosa. Que Deus seja louvado por encontrar servos seus que usam este recurso para aproximar outros do Reino. Aproximar, porque salvar é com Ele. As imagens fixadas na infância ficaram guardadas pelo resto da vida.

    Bruno
    Uma Questão de Perspectiva – http://www.questaodeperspectiva.com

  5. lucy kropf disse:

    Parabéns e que mais pessoas com a mente aberta,sem pré-conceitos surjam para propagar o Evangelho que liberta.Essas crianças sem dúvida jamis se esquecerão desse dias ,desses ensinamentos.

  6. Janaina Gois disse:

    Lya…minha amiga do Reino…chorei ao ler tais palavras…e lamento a falta de compreensão de algumas pessoas,,,,mais o que importa é que vidas forma marcadas pelo poder de Deus, pois a cada apresentação artística…Deus nos trouxe ensinamentos profundos….obrigado pelo apoio e carinho!

    • Lya disse:

      Amém, Janaína, enquanto nossa arma for o amor, não precisamos nos preocupar. “Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine”. 1 Coríntios 13:1

      Ainda que eu tivesse toda a sabedoria do mundo e os melhores talentos artísticos, sem amor, eu nada seria. Amor, sublime amor. Essa é a essência do evangelho. É isso oque buscamos, e é isso que transmitimos, é isso que você, com suas sandálias do Evangelho espalha por aí.
      O resto é mi mi mi.
      Bjs.

  7. Querida parabéns é uma palavra pequena para que eu possa expressar a magnitude de sua arte.
    Sua força interior lhe capacitou a encontrar o eixo certeiro para aqueles que necessitavam de uma expressão maior em evangelismo.
    Você usou com presteza as armas que DEUS lhe deu.
    Só tenho que lhe agradecer por ser tão generosa e dedicada.
    Abençoada és tua arte cristã.
    A Mariana só tenho a lamentar pois ainda não consegue enxergar a luz no final do túnel. Não consegue enxergar alem do horizonte, não consegue enxergar alem dela mesmo.

  8. Glauber Couto disse:

    Lya,

    Parabéns pelo seu trabalho. Deus continue te abençoando.

    Mariana, filha, você entrou no site errado, Deus a abençoe.

    • mariana disse:

      Glauber, vc está corretíssimo.
      Este não é um site de arte, por isso os amigos da Lya ficaram bravos comigo. De fato, não há como falar de arte com quem não conhece do assunto. Não adianta jogar pérolas aos porcos, né?!

      • Lya disse:

        É mais fácil ofender leitores, do que refutar minha crítica, Mariana?
        Se tens de fato algo a argumentar, se for edificante, se ajudar o evangelismo, se ajudar a ganhar almas, fique a vontade, do contrário, guarde para você.

        “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai. Filipenses 4:8

  9. maikon lima vargas disse:

    Maikon Vargas DEUS atribua seu galardão lya alves.

  10. Lya disse:

    Pessoal, meu trabalho é evangelístico. As pessoas que gostam dele muitas vezes não são cristãs, mas vem acessar o blog por causa disso. Sinto muito, mas vou passar a moderar os comentários nas minhas postagens por causa deles. Há uma casta que só sai com jejum, oração e exclusão de postagens (rsrs).

    Quem quiser discutir evangelismo e arte cristã, ok, estou pronta e cheia de bom humor para um saudável debate acalorado. Quem quiser fazer ataques pessoais e ficar de mi mi mi, tá fora. Sei que esse tipo de mediocridade faz parte da internet, assim como os infernais gifs animados, os memes e os gospel-trolls, mas é inadmissível eu dar uma resposta com uma argumentação embasada e a pessoa ficar fazendo críticas pessoais, isso é baixaria. Já não basta eu ter de aguentar argumentações pífias como o inteligentíssimo: “não é não”. Vamos tentar manter o nível.Não é um bom testemunho, não influi em nada. Sei que o escândalo virá, mas não será por mim.

    Meu tempo é precioso demais para eu gastar com vãs contendas. A seara é grande, e preciso trabalhar nela. E particularmente, só trabalho com oque gera VIDA.
    Abçs.

  11. Paulo Sales disse:

    Dona Lya, me permita uma observação, se quizer censurar não tem problema, pois a senhora lendo não pra mim está bom.
    Um artigo ao ser colocado no blog está sujeito a toda sorte de opniões, e seria uma grande prova de amor se a senhora responde-se com mansidão todos eles e não deixa-se de publicar nenhum, a não ser que o texto fosse baseado em criticas levianas.
    Tem um comentario neste blog (no artigo da pastor lesbica) de um sujeito gay que diz mais ou menos assim, que Jesus e Deus com certeza fazem sexo um com o outro pois é muito bom e etc”, ora, a senhora como cristã a de convir comigo que isso é um absurdo de se publicar, mas está aqui no blog. Coisas assim me fazem pensar que este blog é pulpito mas tenho duvidas se é critão. E veja bem, não foi censurado, no entanto discordar da sua atividade ou da sua pessoa é motivo de reprovação, até por parte do Misael, podemos com isso concluir que a senhora é mais importante que Jesus, quando alguém diz alguma asneira?
    Eu sei que texto e ambientes virtuais pode ser enganosos na expressão das pessoas, mas a sensação que a senhora e seus admiradores me passa é de intolerancia, fala-se muito de reino disso e daquilo mas a prática é incoerente.
    Se a senhora quer divulgar, informar e mostrar seu trabalho, que alias eu entendo mais como social que evangelizador, porém não de menos importancia se for assim, deveria excluir o link “comente”.
    Me perdoe a franqueza, nem nos conhecemos, mas penso que este blog está fugindo da sua responsabilidade e julgando com vários pesos e várias medidas, sem contar que seus amigos são tão bajuladores que fico a me perguntar se eles contribuem de fato com seu crescimento espiritual agindo assim.
    Espero que não se aborreça comigo, mas é o que tinha pra lhe dizer.

  12. Mariana disse:

    A Lya censurou duas postagens minhas aqui.

    Nelas eu dizia que a mesma ficou mto chateada por eu não elogiá-la e discordar, sob o ponto de vista artístico do belo, daqulo que ela considera arte.

    Este é o ponto. Se fez de vítima e teve seus colegas de igreja para afagá-la com elogios mil. Lya, querida, creio que vc seja uma boa pessoa, mas tenho minha opinião sobre arte. Considero arte cristã algo muuuuuuito diferente do que vc considera.

    Só.

    Não é pessoal nem ofensivo como vc quis direcionar, só é uma opinião.

    Quem ler as postagens da mais recente para a mais antiga – a minha é mais antiga – antes de chegar na minha achará que ofendi a esta sra. e isto não é verdade.

    Repito. Minha opinião sobre beleza é diferente. Minha opinião sobre arte cristã é muito diferente.

    Só.

  13. Livia disse:

    Mariana, ótima consideração. Lya, humildade não faz mal a ninguém!

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