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30/10 por: Ruy Marinho 22 Comentários

Justificação pela fé: o coração do evangelho

Por Alderi Souza de Matos

Em nossos dias, a verdade bíblica da justificação pela fé é desconhecida ou mal-compreendida por muitos evangélicos. No entanto, ela foi a questão central levantada pela Reforma Protestante do século 16. Assim como o “sola Scriptura” foi denominado o “princípio formal” da Reforma, porque a Bíblia é a fonte de onde procedem todas as autênticas doutrinas cristãs, a justificação mediante a fé é o seu “princípio material”, porque envolve a própria substância ou essência do que se deve crer para a salvação.

João Calvino, o pai espiritual das igrejas reformadas, referiu-se a essa doutrina como “o principal ponto de apoio sobre o qual se articula a religião” (Institutas 3.11.1). Ele tratou desse conceito em uma das seções mais longas da sua obra principal (Livro III, Caps. XI-XIX), onde lhe deu a seguinte definição: “Interpretamos a justificação simplesmente como a aceitação pela qual Deus nos recebe em seu favor como homens justos, e dizemos que ela consiste na remissão dos pecados e na imputação da justiça de Cristo” (3.11.1).

Thomas Cranmer, o arquiteto do anglicanismo, disse que a justificação pela fé era “a forte rocha e o fundamento da religião cristã” e Martinho Lutero afirmou que ela é “o tema principal do qual fluem todas as outras doutrinas”. Na realidade, a experiência religiosa fundamental de Lutero e as ênfases mais importantes da sua teologia e da sua obra como reformador pioneiro decorreram da descoberta dessa majestosa verdade bíblica.

A justificação é a resposta de Deus à mais importante de todas as questões humanas: Como uma pessoa pode se tornar aceitável diante de Deus? A resposta está clara no Novo Testamento, especialmente nos escritos de Paulo, como a passagem clássica de Romanos 3.21-25. Biblicamente, a justificação é um conceito jurídico ou forense, e tem o significado de “declarar justo”. É o ato de Deus mediante o qual ele, em sua graça, declara justo o pecador, isentando-o de qualquer condenação. Infelizmente, a palavra portuguesa “justificação”, originária do latim, dá a idéia de “tornar justo”, no sentido de produzir justiça no justificado. Mas o termo grego original dikaiosyne não se refere a uma mudança intrínseca no indivíduo, e sim a uma declaração feita por Deus. Visto que não temos justiça própria e somos culpados diante de Deus, ele nos declara justos com base na expiação de nossos pecados por Cristo e na sua justiça imputada a nós.

Pode-se dizer que a justificação está estreitamente relacionada com três princípios da Reforma: “sola gratia”, “sola fides” e “solo Christo”. Daí, James Montgomery Boyce a define como “um ato de Deus pelo qual ele declara os pecadores justos somente pela graça, somente por meio da fé, somente por causa de Cristo”. Assim, a fonte da justificação é a graça de Deus, o fundamento da justificação é a obra de Cristo e o meio da justificação é a fé. A fé é o canal através do qual a justificação é concedida ao pecador que crê; é o meio pelo qual ele toma posse das bênçãos obtidas por Cristo (como a paz com Deus, Rm 5.1). Ela não é uma boa obra, mas um dom de Deus, como Paulo ensina em Efésios 2.8-9. É o único meio de receber o que Deus fez por nós (“sola fides”), ficando excluídos todos os outros atos ou obras.

Isto significa que a justiça do crente é somente uma justiça imputada, atribuída a ele, sem incluir uma transformação moral e espiritual? Não, a justificação é seguida de uma justiça real e efetiva – tão de perto que, se não seguir, a pessoa não está justificada. Mas a justificação em si ainda não se refere a essa mudança. Deus nunca nos torna justos antes de nos declarar justos. Estando justificados pela graça e reconciliados com Deus mediante a fé, com base somente nos méritos de Cristo, estamos capacitados para crescer em santificação (Ef 2.10). Em suma, Deus não somente nos declara justos (justificação), mas posteriormente nos torna justos (santificação).

Tristemente, muitos evangélicos têm deixado de confessar de modo convicto essa verdade que está no coração do evangelho. Muitos líderes e movimentos têm voltado a insistir na prática de certas ações ou na exibição de determinadas virtudes como condição para que as pessoas sejam aceitas, perdoadas e abençoadas por Deus. Volta-se, assim, ao sistema de salvação pelas obras ou pelos méritos humanos contra o qual se insurgiram os reformadores. Com isso exalta-se o ser humano, suas escolhas, decisões e iniciativas, e se desvaloriza a Deus, sua graça, sua soberania, sua obra de expiação por meio de Cristo. Tenhamos a coragem e a coerência bíblica de reafirmar a verdade solene da justificação pela fé somente, que é, no dizer dos reformadores, o articulus stantis et cadentis ecclesiae, “o artigo pelo qual a igreja se sustenta ou cai”.

***

Fonte: Mackenzie

22 respostas para “Justificação pela fé: o coração do evangelho”

  1. missionario sergio disse:

    RUYMARINHO MUITO BOM O TEXTO, O MELHOR E O ASSUNTO QUE MAIS INTERESSA PARA AQUELE QUE SE DIZ CRISTAO.,.

    CONTINUAM TRAZENDO TEXTOS SERIOS, COM ARTIGOS QUE TRAZ CONHECIMENTO DAQUILO QUE CRISTO CONQUISTOU NA CRUZ POR NOS CRISTAOS..,

    GRAÇA E PAZ

  2. Wallysson disse:

    Desculpe-me senhor, mas a Fé NÃO é um sentimento de confiança, pois São Paulo nos ensina que Fé é conhecimento intelectual: “Fé é o fundamento das coisas que se esperam, e o argumento das coisas que não se vêem” (Hebreus 9:1).

    Portanto, a Fé é um conhecimento intelectual que assente as coisas que não se vê.

    Citando a carta de São Tiago: “Que aproveitará, irmãos meus, se alguém diz que tem fé, e não tem obras? Por ventura poderá salvá-lo tal Fé?” (Tiago, 2:14) Ora, a Fé, para ser verdadeira, então deve ter obras!

    E ainda: “Tu tens fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras” (Tiago, 2:18).

    E para provar o que dizia, São Tiago prossegue mais adiante:

    “Abraão, nosso pai, não foi ele justificado pelas obras, oferecendo o seu filho Isaac sobre o altar? Tu vês que a fé cooperava com as suas obras, e que a fé foi consumada por meio das obras.” (Tiago, 2: 21-22)

    São Tiago diz diferente de vc: Abraão foi “justificado pelas obras” e que a fé dele “fé foi consumada por meio das obras”.

    Ora, só somos salvos pelos méritos infinitos de Nosso Senhor Jesus Cristo, e nossas obras, sem Fé, são palha, são nada. Da mesma forma que a Fé sem obras não salvam, as obras sem Fé também não salvam. Portanto, somos justificados por nossa Fé e por nossas obras. O Concílio de Trento anatematiza a doutrina da salvação somente pelas obras:

    “811. Cân. 1. Se alguém disser que o homem pode ser justificado perante Deus pelas suas obras, feitas ou segundo as forças da natureza, ou segundo a doutrina da Lei, sem a graça divina [merecida] por Jesus Cristo — seja excomungado. [cfr. n° 793 s].”

    E também anatematiza a doutrina da salvação somente pela Fé:

    “819. Cân. 9. Se alguém disser que o ímpio é justificado somente pela fé, entendendo que nada mais se exige como cooperação para conseguir a graça da justificação, e que não é necessário por parte alguma que ele se prepare e disponha pela ação da sua vontade — seja excomungado [cfr. n° 798. 801, 804].”

    O Concílio de Trento, a propósito, anatematiza também àqueles que julgam que seja impossível ao homem justificado observar os preceitos de Deus (828. Cân. 18).

    Mas como você não consegue ver que as obras cooperam com a Fé e que Fé e obras nos levam à salvação neste texto de São Tiago? Isto é o cúmulo da contradição e da cegueira.

    Te peço que leia a Bíblia com mais cuidados, pois que a leitura da Bíblia sem ter quem a explique só pode o levar a mais erros e contradições como apresentado nessas suas enviesadas explicações que não explicam coisa alguma.

    Antes, rezo para que aceite a verdadeira Mestra e guia no entendimento das Escrituras, que é a Igreja Católica Apostólica Romana.

    São Tiago, rogai por nós.

  3. Paulo Sales disse:

    Eu não concordo nem com voce Wallysson, nem com o autor, no entanto não posso negar que o texto é bom, e edificador.
    Enquanto Paulo trabalhava seu texto contra o legalismo, Tiago o fazia contra modo de vida das pessoas, então são encaminhamentos diferentes para situações diferentes.
    A fé não pode ser intelectualizada pois ela é loucura para nós. Viver pela fé é viver uma loucura que só o coração pode entender.
    As obras do que tem fé em Cristo é o resultado visivel da dessa propria fé, traduzida em conduta, ações, caminhos retos, amor e esperança, além disso quem disposto está a viver no caminho de Jesus, recebe atenção do Espirito que o molda nos dons santos de Deus.
    Quanto ao texto onde há sitações aos reformadores, só posso dizer que Lutero desconcidera Tiago e faz criticas improprias e arrogantes a sua carta, mas isso não me interessa, afinal ele não era santo.
    Enfim, o texto edifica, e pra mim está valendo.

  4. a.cardoso disse:

    Eu não ía nem comentar por causa desta discussão ser cansativa,e entre nós protestantes ser improdutiva,pois todos somos salvos em Jesus.No entanto esta já é a terceira vez em que CATÓLICOS invadem este blog,com a intenção espúria de contradizer matérias importantes.Parece que estão monitorando o blog para impedir algum leitor católico de romper as algemas do engano papal.Ora,se as obras também salvam,por que vc Wallysson não muda as suas obras?Voce mesmo crê nas obras,então porque não segue a escritura?Porque se submete ao sacerdócio humano para perdão de pecados?E a confissão aos padres,não é isso uma afronta aberta a CRISTO?Por que crê na intercessão dos mortos,invocando Tiago a rogar por vós?E porque invalida a palavra de JESUS,quando disse que a ninguém chameis por pai,porque UM só é vosso PAI?Onde estão as obras que testemunham a tua fé?Fora das escrituras?Não são todas estas coisas flagrantes delitos contra a santidade de Deus?Não sentes vergonha de praticando-as,vires te opor à sã doutrina bíblica?Por favor retira-te,se não queres aceitar a escritura cmo regra de fé e prática,nós somos servos do Senhor,não temos nenhuma pretensão de pertencer a uma organização reprovada pela história da humanidade.irmão Ruy parabéns pelo texto.

  5. Wallysson disse:

    a.cardoso, calma.

    Vc diz que “monitoro este blog para impedir algum leitor católico de romper as algemas do engano papal” …meu Deus … pobrezinho, mas vamos lá, minha fé é pequena, sou muito insignificante, mas amo confrontar a mentira e fazer resplandecer a Verdade da luz de Cristo que nos é passada pela bíblia, pela sagrada tradição e muito bem guardada na Igreja de Cristo, Una, Católica e Apóstólica, conforme Ele confiou a Pedro e pela sucessão apostólica hj encontra-se sob Bento XVI.

    1ª desconhecimento do a.cardoso:

    Vc me diz que não sigo as escrituras.

    Resposta – Na verdade não sigo a sua interpretação das escrituras, pois vc deve ser de mais uma das 58 mil seitas protestantes brasileiras que nasceu outro dia e que possui sua interpretação pessoal achando que é a correta, perfeita e escolhida por Cristo como a verdadeira. Se for assim, verdade, não sigo. Sigo a bíblia – que vc diz seguir – cujos livros foram compilados e escolhidos – dentre centenas – para a sua composição pela única igreja de Cristo – pq se assim não fosse, ela não teria autoridade para tão grandiosa tarefa. Sendo ela escolhida, definida e confiada por Cristo – a Pedro, o 1º papa -, somente ela tem a interpretação correta, CLARO. Ou vc acha que Cristo erra ou muda de opinião ou mente, a.cardoso?
    Deve achar, vai que sua interpretação pensa isso, né, não sei.

    2ª desconhecimento do a.cardoso:

    “Porque se submete ao sacerdócio humano para perdão de pecados?E a confissão aos padres,não é isso uma afronta aberta a CRISTO?”

    resposta – Nosso Senhor instituiu o Sacramento da Confissão, quando disse a seus Apóstolos:
    “Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (Jo., XX, 23).
    Portanto, o sacerdote pode perdoar ou não, os pecados confessados. Como poderá o sacerdote saber que pecados deve perdoar, e que pecados reter, se eles não forem revelados pela pessoa que vai se confessar?
    É óbvio que a confissão exige dizer os pecados
    A confissão, evidentemente, deve ser uma manifestação daquilo que alguém fez, e que muitas vezes é conhecido apenas pelo penitente que, normalmente confessa o que fez pela voz, oralmente.
    Pq vc nega o Sacramento da Confissão tal qual ele está no Evangelho? Como pode ser perdoados, se recusa atender o que Cristo ensinou sobre a confissão, no Evangelho?
    Por isso, o infalível Concílio de Trento decretou:
    “Se alguém disser que a confissão sacramental ou não foi instituída, ou não é necessária por direito divino; ouse disser que o modo de se confessar secretamente somente com o sacerdote, que a Igreja Católica sempre observou desde o princípio, e que continua observando, é alheio à instituição e ao mandato de Cristo, e que é uma invenção humana, seja anátema” (Concílio de Trento, Cânones sobre o Sacramento da Penitência, Cânon, 6, Denzinger, 916).

    3º desconhecimento de a.cardoso:

    “Por que crê na intercessão dos mortos,invocando Tiago a rogar por vós?”

    Em primeiro lugar, convém distinguir entre mortos e mortos. Como existe morte física e morte da alma, os que morrem em pecado mortal estão mortos duas vezes, enquanto os que morrem na graça de Deus estão mortos apenas fisicamente.
    Por esse motivo é que Nosso Senhor Jesus Cristo diz que Abraão, Isaac e Jacó — mortos há séculos — estavam vivos, quanto à alma: “Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó. Ele não é o Deus dos mortos, mas dos vivos”. (Marc. XII, 26-27).
    E se os que morreram na graça de Deus e são santos permanecem seus amigos, então é claro que podem interceder pelos homens, da mesma forma que o faziam quando estavam vivos na terra.
    É o que se lê na Escritura a respeito da intercessão dos vivos, quando Deus ordena aos amigos de Jó que recorram à intercessão de Jó para serem atendidos por Ele: “Ide a meu servo Jó, e oferecei um holocausto por vós; e meu servo Jó orará por vós; admitirei propício a sua INTERCESSÃO, para que se vos não impute esta estultícia…” (Jó, XLII, 8).
    Então Deus admite a intercessão dos vivos, para que, por suas orações e méritos, outros sejam atendidos.
    Como vimos, Abraão, Isaac e Jacó, embora mortos fisicamente, estavam vivos pela graça. Portanto, eram capazes de rogar pelos demais homens.
    É o que se lê na Escritura, quando Moisés recorre aos méritos de Abraão, Isaac e Jacó para obter graça para o povo de Israel.
    “Lembra-te de Abraão, de Isaac e de Israel, teus servos, a quem por ti mesmo juraste…” (Ex. XXXII, 13).
    E no Apocalípse está escrito que os que estavam mortos clamavam a Deus dizendo: Até quando?:
    “Aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que tinham dado dele. Clamavam em voz alta, dizendo: Até quando, Senhor, santo e verdadeiro, dilatas Tu o fazer justiça e vingar o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?” (Apoc. VI, 9-10).
    Logo, os mortos fisicamente, mas vivos pela graça, podem clamar a Deus e interceder pelos homens.
    E nós, vivos, também podemos rezar por nossos mortos, como se lê no II livro dos Macabeus, em que Judas Macabeu manda oferecer um sacrifício pelos que tinham morrido numa batalha, por terem cometido pecado não mortal (II Macabeus XII, 41 e seguintes).
    Isso sem falar nos ossos de Eliseu ressuscitaram um morto. (IV Reis, XIII, 21). Eliseu já estava morto, e sua alma estava junto a Deus no céu. Por sua intercessão, usando inclusive suas relíquias, um morto foi ressuscitado!

    a.cardoso, esta é a interpretação da Igreja de Cristo fundada sob Pedro.

    A sua interpretação ou a do seu colega pastor ou daquele moço que acha que é igreja, não se sustenta. Não dura. Não dá frutos, pois Cristo não mente. Claro que posso te ajudar, é só perguntar novamente, mas te indico que procure um padre, verdadeiramente católico e confesse-se. Faça o catecismo e muito lá vc aprenderá sobre a una e sã doutrina. Busque a salvação pela humildade e não achando que pessoalmente é infalível e dono da verdade, pois vc tem que ir até Ela e Cristo a confiou em Pedro. Cristo dirige-se a Pedro, após sua maravilhosa profissão de fé (“Que dizem os homens de mim (…) que dizeis vós?” “Tu és o Cristo, Filho de Deus vivo”!), e confirma sua promessa: “Bem aventurado és Simão Barjona, porque não foi a carne e o sangue que a ti revelou, mas sim meu Pai que está nos céus, e eu digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão sobre ela. E eu te darei as chaves do reino dos céus, e tudo o que ligares na terra será ligado também nos céus“(S.Mateus, XVI, 16-19)

    CUIDADO! O Malafia, aquele pastor doidão, escreveu uma bíblia e retirou este texto, acredita? Pois é, cuidado com o demônio, desvie destas ciladas.

    a.cardoso, vc diz “Por favor retira-te”. Então te respondo. Não.

    Despeço-me rezando pela sua conversão e rogando a São Tiago pela sua consequente salvação.

  6. a.cardoso disse:

    Eu não pensei que fosse confrontado com deboche e arrogância,mas compreendo e me regozijo,isso me dá alegria!Nós PROTESTANTES,não reconhecemos o papado como autoridade de nada.Pra nós seu papá é apenas um louco,que pretende se passar por substituto de Cristo na terra,ou seja a maior blasfêmia do mundo.O diabo teve e tem tal pretensão.Pedro era casado e Paulo acusou os hereges de proibir o casamento 1Timóteo 4;2,3.A confissão foi instituída por Deus no Velho Testamento e Cristo a ratificou na oração do PAI NOSSO(esse Pai não era o papa)”perdoa as nossa dívidas”e “vós orareis ASSIM”Mateus 6:7 a 15.Quanto a perdoar pecados ,eu perdôo todos os dias,contra mim.E quanto aos outros,o próprio Pedro escreveu em sua primeira carta:cap 2 v. 4″Chegando-vos para ele,A PEDRA QUE VIVE,rejeitada,sim,pelos homens,mas para com Deus eleita e preciosa,também vós mesmos,como pedras que vivem,sois edificados casa espiritual para SERDES SACERDÓCIO santo,a fim de oferecerdes SACRIFÍCIOS ESPIRITUAIS agradáveis a Deus POR INTERMÉDIO DE JESUS CRISTO.”A pedra é Cristo,o sacerdócio é universal para todos os crentes.quem anuncia a salvação já exerce o sacerdócio e perdão de pecados em Cristo(sacrifícios espirituais),não sacrifícios com elementos físicos ,como voces alegam fazer na abominação da missa.Outra coisa Macabeus é livro de história Judaica e não faz parte da literatura sagrada dos judeus até hoje.Foram voces que impuseram-no na bíblia para enganar os inocentes,a quem voces negavam o acesso às escrituras.Quanto as almas clamando,é uma figura de linguagem,pois em Gênesis o próprio Deus diz a Abel”A vz do sangue de teu irmão clama da terra a mim.”Gn4:10.Acaso sangue fala?Claro que não.Além do mais se observarmos o clamor daquelas almas voces tem muito a temer,pois era justiça pela morte das testemunhas de Jesus.Roma e os pápás têm matado e roubado muitos mártires,ao longo dos séculos,como Savonarola,John Huss,e outros ,sem falar da matança na noite de SÃO BARTOLOMEU,na França,e o tribunal da SANTA inquisição.Ainda tem a fuga dos NAZISTAS com passaporte do vaticano,o roubo dos bens dos JUDEUS na @ GUERRA,que mais direi?O clamor das almas está sobre voces.Quanto a sua pirraça,estaremos prontos para responder à altura com argumentos históricos e bíblicos.

  7. Wallysson disse:

    a.cardoso, calma.

    Meu primeiro post não foi agressivo e nem debocahdo, foi vc que veio com sua legião contra mim no post seguinte.

    Considerando sua falta de conhecimento, teológico e histórico além de sua interpretação particular, diga-se de passagem, fraquinha, fraquinha e sem contar com sua dificuldade de expressar ao escrever, continuo, humildemente a te ensinar.

    4º desconhecimento de a.cardoso

    “Pedro era casado”.

    Resposta: Pedro foi casado, e daí?!

    É fato contudo que Pedro, ao se tornar apóstolo, deixou tudo o mais para seguir ao Senhor:

    “E todo aquele que por minha causa deixar irmãos, irmãs, pai, mãe, mulher, filhos, terras ou casa receberá o cêntuplo e possuirá a vida eterna.” (Mateus 19:29).
    “E todo aquele que por minha causa deixar irmãos, irmãs, pai, mãe, mulher, filhos, terras ou casa receberá o cêntuplo e possuirá a vida eterna.” (Mateus 19:29).

    5º desconhecimento de a.cardoso:

    “”A pedra é Cristo,o sacerdócio é universal para todos os crentes”

    Ai meu Deus … a.cardoso, esta sua tentativa de mentir, roubar as almas e matar a esperança em Cristo já foi refutada, milhares de vezes, mas vamos lá:
    “Tu és o Cristo, Filho de Deus vivo”!), e confirma sua promessa: “Bem aventurado és Simão Barjona, porque não foi a carne e o sangue que a ti revelou, mas sim meu Pai que está nos céus, e eu digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão sobre ela. E eu te darei as chaves do reino dos céus, e tudo o que ligares na terra será ligado também nos céus“(S.Mateus, XVI, 16-19)

    Nunca houve texto mais deturpado, mais recortado e refeito, na busca desesperada de alterar-lhe o sentido, que se apresenta simples. Para a.cardoso Cristo estaria falando de duas pedras. A primeira pedra (“tu és pedra”) não é pedra; no máximo, é uma pedra menor, diferente da segunda (“sobre esta pedra”). A primeira é Pedro, a segunda, Cristo, ou a confissão de Pedro, conforme o examinador.

    Porém, o texto se dirige todo a Pedro – “tu és Pedro…”; “eu te darei as chaves…”; “tudo que (tu) ligares…” – em resposta à sua confissão, como um prêmio pela sua defesa pública da fé. O texto não traz qualquer interrupção lógica, para passar a se referir a Nosso Senhor. Se assim fosse, a frase ficaria sem sentido: “tu és Pedro, mas não edificarei a minha Igreja sobre ti, senão sobre mim; as chaves do céu porém te darei.”

    Ora, é impossivel admitir que a Sabedoria Divina tenha se expressado de forma tão confusa, ainda mais se nos lembrarmos da mudança do nome de Pedro. Lembremos ainda que Cristo falava em aramaico, língua em que Pedro e pedra significam, ambos, Cefas. Não resta qualquer espaço para dúvidas.

    Mas, dirão ainda os protestantes: em várias passagens se diz que Cristo é a pedra, o fundamento! Não há dúvida. Mas só Cristo é pedra? Vejamos o que Nosso Senhor diz:”eu sou a luz do mundo” (S. João, VIII, 12) e depois: “Vós sois a luz do mundo“, dirigindo-se aos apóstolos (Mateus, V, 15).

    Duas luzes? Sim. Há, portanto, luz e luz, pedra e pedra. Uma luz fonte, outra luz reflexo; uma pedra fundamento invisível, causa e fim dos homens, outra pedra fundamento visível, rocha de sustentaçao da Igreja indefectível e guia infalível dos homens.

    Mas não é necessário prolongar a explicação de algo tão evidente, que mesmo alguns protestantes mais honestos já reconheceram. Reproduzimos apenas uma citação feita pelo padre Franca – P. F. Jalaguier, em seu L’Eglise, Paris 1899, p. 219: “Nous nous plaçons encore ici sur le terrain qui leur est le plus favorable (aos católicos) parce qui’ll est à nos yeux le seul vrai; et nous admettons que ce passage renferme une promesse spéciale fait à Saint Pierre” ["Nós nos colocamos ainda aqui num terreno que lhe é mais favorável (aos católicos) porque ele é, a nossos olhos, o único verdadeiro; e nós admitimos que essa passagem contém uma promessa especial feita a Pedro"] .

    6º desconhecimento de a.cardoso

    “Macabeus é livro de história Judaica e não faz parte da literatura sagrada dos judeus”

    Em primeiro lugar, vc diz que o livro dos Macabeus não é válido ou seja, não seria inspirado, é isso, né?!

    Vc diz. a.cardoso diz. A seita a qual petrence a.cardoso diz. Entendi.

    Quem decide quais são os livros inspirados e que devem fazer parte da Sagrada Escritura, a.cardoso? Vc? Sua seita? Ou vc ou sua seita definiram já algum livro inspirado? Não. Nunca Graças a Deus. Nenhum foi, nem podem, não têm permissão e nem foram designados para isso. Não, a.cardoso, não! Quem decide isso é a Igreja, e foi ela a Igreja Católica Apostólica Romana, sob a autoridade dada por Cristo a todos os papas, goste ou não – o diabo não gosta – quem definiu quais os livros que pertencem ao canon revelado. Estes que vc julga, jura e mente em afirmar que é interprete perfeito. Lutero, vc e as suas seitas demoníacas negaram o valor dos Macabeus exatamente por isso. Mas o livro dos Macabeus fazia parte da chamada Bíblia dos Setenta que Cristo normalmente citava.

    7º desconhecimento de a.cardoso.

    vai estudar história de fato. Aprenda primeiro para não passar vergonha e aí sim conversaremos sobre Tribunal de Santa Iquisição.

    No Coração de Jesus e Maria, sempre e sempre e sempre.

    • a.cardoso disse:

      Voce é evangélica?E não reconhece a escritura quando a vê?Como pode ser evangélica sem conhecer a bíblia?Me desculpe,mas tenho dúvidas sobre sua conversão.

      • Rejane disse:

        … e eu sobre a sua …

        você tem muitas dificuldades para argumentar através de sua redação. Faço idéia a dificuldade que tem para interpretar o que está escrito.

  8. Rejane disse:

    Gente, uau.

    Sou evangélica, mas não há como comparar a missiva destes dois representantes aqui. O a.cardoso e o walyrsson.

    Enquanto o a.cardos faz um monte de acusações e liga a metralhadora, o wallyson responde a cada uma com um embasamento bíblico super direto e claro.

    Wallysson, onde aprendeu desta forma? Onde posso estudar para aprender mais?

  9. a.cardoso disse:

    Aí,né Wallysson? Quando se fala de Inquisição voce foge,não é?Por que será?E 1 lugar quem disse que a pedra é Cristo foi o próprio Pedro a quem vc diz que obedece,incoerência sua ou desobediência aberta? 2 O fato de alguém “deixar”esposa e filhos por Cristo é de livre vonyade,e não compulsóri como s padres.Não existe padre casado como Pedro.Pedro mesmo prescreveu que os maridos vivessem a vida comum do lar,1 Pe 3:7;coisa que os padres não fazem.E deixe de mentir para justificar suas heresias,pois está escrito em 1 Coríntios cap 9 v4 e 5:”não temos nós o direito de comer e beber?E também o de fazer-nos acompanhar de UMA MULHER IRMÃ,como fazem os DEMAIS APÓSTOLOS,e os IRMÃOS DO SENHOR,E CEFAS?”.Quem está mentindo ,o Apóstolo Paulo ou voce?A sua igreja não viu isso?Porque não se submete?3_No livro de atos,no cap 15 houve uma questão a ser resolvida pela igreja.Nesta questão a última palavra não foi de Pedro,mas sim de Tiago,que presidia a igreja de JERUSALÉM,(não Roma),Vers13 a 21.E não foi só isso!Na carta de Paulo aos Gálats cap 2 vrs 11 a 16,Pedro é repreendido por Paulo,NA PRESENÇA DE TODOS,porque transgrediu uma DOUTRINA FUNDAMENTAL,a de justificação pela fé em Cristo.Pedro errou,e o papa continua infalível?Com que exemplo?Tirado de onde?Não da bíblia por certo,visto Pedro ser censurado por Paulo.Ou então Paulo se enganou e voce tem uma nova revelação para a humanidade!!4-Quem decide o cânom do Velho Testamento são os JUDEUS,e não a igreja católica que surgiu em 313 dc,quando se uniu ao Império Romano.Macabeus é livro considerado não inspirado pelos JUDEUS.É só entrar em contato com a Hebraica para constatar isso.Quando eles querem adquirir uma cópia do V.T.eles compram uma bíblia evangélica,não católica.Mostre-me um só trecho destes livros não judaicos,citados POR CRISTO,e eu me desculparei aqui mesmo no blog pra todo mundo ver.Voce não tem nenhum texto de CRISTO falando sobre estes livros no evangelho,mas todos temos vários textos de Cristo citando es escrituras EVANGÉLICAS,portanto quem precisa de base Cristã é voce.Ah!Quando é que vamos falar sobre a INQUISIÇÃO mesmo?

    • Wallysson disse:

      Oi a.cardoso, vi que do outro post vc desistiu e pulou pra cá, certo?!

      Ok, vamos lá. Aceito o convite do duelo e deixo que escolha as armas.

      Engraçado é que o assunto post é justificação pela fé, mas vc estou tendo que te ensinar sobre tudo, tá bom, pelo menos assim vc tem a oportunidade de aprender sobre a Verdade.

      Vc, como sempre, liga sua metralhadora, mas não acerta o alvos .. rsrsrs, deixe-me organizar seu pensamento e assim refutar a interpretação de sua seita ou sua ou de seu pastor ou de seu cunhado, sei lá, então vamos:

      1º novamente a questão da pedra se é Cristo ou pedro:

      a.cardoso, eu já exliquei no post acima, mas vc não leu.

      Reescrevo aqui a minha resposta:

      “Tu és o Cristo, Filho de Deus vivo”!), e confirma sua promessa: “Bem aventurado és Simão Barjona, porque não foi a carne e o sangue que a ti revelou, mas sim meu Pai que está nos céus, e eu digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão sobre ela. E eu te darei as chaves do reino dos céus, e tudo o que ligares na terra será ligado também nos céus“(S.Mateus, XVI, 16-19)
      Nunca houve texto mais deturpado, mais recortado e refeito, na busca desesperada de alterar-lhe o sentido, que se apresenta simples. Para a.cardoso Cristo estaria falando de duas pedras. A primeira pedra (“tu és pedra”) não é pedra; no máximo, é uma pedra menor, diferente da segunda (“sobre esta pedra”). A primeira é Pedro, a segunda, Cristo, ou a confissão de Pedro, conforme o examinador.
      Porém, o texto se dirige todo a Pedro – “tu és Pedro…”; “eu te darei as chaves…”; “tudo que (tu) ligares…” – em resposta à sua confissão, como um prêmio pela sua defesa pública da fé. O texto não traz qualquer interrupção lógica, para passar a se referir a Nosso Senhor. Se assim fosse, a frase ficaria sem sentido: “tu és Pedro, mas não edificarei a minha Igreja sobre ti, senão sobre mim; as chaves do céu porém te darei.”
      Ora, é impossivel admitir que a Sabedoria Divina tenha se expressado de forma tão confusa, ainda mais se nos lembrarmos da mudança do nome de Pedro. Lembremos ainda que Cristo falava em aramaico, língua em que Pedro e pedra significam, ambos, Cefas. Não resta qualquer espaço para dúvidas.
      Mas, dirão ainda os protestantes: em várias passagens se diz que Cristo é a pedra, o fundamento! Não há dúvida. Mas só Cristo é pedra? Vejamos o que Nosso Senhor diz:”eu sou a luz do mundo” (S. João, VIII, 12) e depois: “Vós sois a luz do mundo“, dirigindo-se aos apóstolos (Mateus, V, 15).
      Duas luzes? Sim. Há, portanto, luz e luz, pedra e pedra. Uma luz fonte, outra luz reflexo; uma pedra fundamento invisível, causa e fim dos homens, outra pedra fundamento visível, rocha de sustentaçao da Igreja indefectível e guia infalível dos homens.
      Mas não é necessário prolongar a explicação de algo tão evidente, que mesmo alguns protestantes mais honestos já reconheceram. Reproduzimos apenas uma citação feita pelo padre Franca – P. F. Jalaguier, em seu L’Eglise, Paris 1899, p. 219: “Nous nous plaçons encore ici sur le terrain qui leur est le plus favorable (aos católicos) parce qui’ll est à nos yeux le seul vrai; et nous admettons que ce passage renferme une promesse spéciale fait à Saint Pierre” ["Nós nos colocamos ainda aqui num terreno que lhe é mais favorável (aos católicos) porque ele é, a nossos olhos, o único verdadeiro; e nós admitimos que essa passagem contém uma promessa especial feita a Pedro"] .

      Entendeu agora?

      2º – Vc, sei lá pq, quer saber pq o padre não pode casar, te digo:

      O celibato do clero tem fundamento no próprio exemplo de Cristo, que não se casou.

      Sobre a questão de Pedro ser casado eu já escrevi acima, por favor, leia as minhas repostas!

      O matrimônio tem como fim primeiro a procriação, ordenada por Deus a Adão e Eva quando lhes disse: “Crescei e multiplicai-vos” (Gen., I, 28).

      Deus fez o homem e a mulher para que tivessem filhos segundo a carne. Ora, esta geração material é símbolo da geração espiritual, realizada por Cristo com a Igreja, sua esposa, da qual nascem os filhos de Deus. Assim como Adão era o esposo de Eva, assim Cristo é o esposo da Igreja. Como Cristo não se separa da Igreja, o homem também não pode se separar de sua esposa. Assim como Cristo só tem uma Igreja, o homem só pode ter uma mulher.

      Quem explica isto é São Paulo em sua Epístola aos Efésios (V, 21-33).

      Sendo assim, a geração espiritual dos filhos de Deus é superior à geração física. Por isso, os sacerdotes são chamados a ter filhos espirituais da Igreja, porque o sacerdote é um outro Cristo.

      É claro que se todos os homens fizessem voto de castidade, a humanidade desapareceria, o que contrariaria a ordem de Deus a Adão e Eva, para que se multiplicassem. Por isso, o voto de castidade e de celibato é exigido pela Igreja só de alguns, que querem seguir a Cristo de mais perto. O voto de celibato ou o de castidade, assim como os votos de pobreza e de obediência são conselhos de perfeição de Cristo para alguns, e não para todos. Faz os votos quem quer. Feitos os votos definitivamente a Deus, eles já não podem mais ser retirados.

      Disse-lhe que Cristo deu o exemplo de vida apostólica, e que Cristo não se casou, dando assim exemplo de como Ele queria que seus ministros vivessem.

      Dos Apóstolos, parece que alguns foram, ou eram casados, mas desde que decidiram seguir a Cristo, deixaram tudo. Por isso Cristo disse: “Todo aquele que deixar por amor de meu nome a casa, ou os irmãos, ou as irmãs, ou o pai ou a mãe, ou a mulher, ou os filhos, ou as fazendas, receberá cento por um e possuirá a vida eterna” (Mt XIX, 29).

      Nem se diz uma palavra sequer sobre esposas dos apóstolos. A única alusão é feita com relação a São Pedro de quem já expus na última resposta.

      São Paulo, tratando do problema do casamento e do celibato diz: “O que está sem mulher está cuidando das coisas que são do Senhor, de como há de agradar a Deus; mas o que está com mulher está cuidadoso das coisas que são do mundo, de como há de dar gosto à sua mulher e anda dividido. E a mulher solteira ou virgem cuida nas coisas que são do Senhor, para ser santa no corpo e no espírito, mas a que é casada cuida nas coisas que são do mundo, de como agradará ao marido” (I Cor. VII, 32-35). E São Paulo disse ainda: “Digo também aos solteiros e às viúvas que lhes é bom se permanecerem assim, como também eu” (I Cor. VII, 8).

      Portanto, São Paulo deixa claro a superioridade do celibato e da virgindade sobre o matrimônio embora ele também diga que casar é bom. Por isso, a igreja sempre defendeu o celibato dos sacerdotes.

      Foi sempre em tempos de crise e de decadência religiosa que se contestou o celibato. Num desses períodos de crise é que a Igreja explicitamente ordenou por lei aquilo que sempre Ela praticou: o celibato eclesiástico.

      No Oriente, devido também à separação de Roma, se permitiu o casamento dos sacerdotes, e o resultado disso foi mau.

      Entendeu, a.cardoso ou tenho que desenhar?

      3º Tiago e Pedro:

      “Alguns homens, descendo da Judéia, puseram-se a ensinar aos irmãos o seguinte: Se não vos circuncidais, segundo o rito de Moisés, não podeis ser salvos. Originou-se então grande discussão de Paulo e Barnabé com eles, e resolveu-se que estes dois, com alguns outros irmãos, fossem tratar desta questão com os apóstolos e os anciãos em Jerusalém.

      Acompanhados (algum tempo) dos membros da comunidade, tomaram o caminho que atravessa a Fenícia e Samaria. Contaram a todos os irmãos a conversão dos gentios, o que causou a todos grande alegria. Chegando a Jerusalém, foram recebidos pela comunidade, pelos apóstolos e anciãos, a quem contaram tudo o que Deus tinha feito com eles.

      Mas levantaram-se alguns que antes de ter abraçado a fé eram da seita dos fariseus, dizendo que era necessário circuncidar os pagãos e impor-lhes a observância da Lei de Moisés.

      Reuniram-se os apóstolos e os anciãos para tratar desta questão.

      Ao fim de uma grande discussão, Pedro levantou-se e lhes disse: Irmãos, vós sabeis que já há muito tempo Deus me escolheu dentre vós, para que da minha boca os pagãos ouvissem a palavra do Evangelho e cressem. Ora, Deus, que conhece os corações, testemunhou a seu respeito, dando-lhes o Espírito Santo, da mesma forma que a nós. Nem fez distinção alguma entre nós e eles, purificando pela fé os seus corações. Por que, pois, provocais agora a Deus, impondo aos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós pudemos suportar? Nós cremos que pela graça do Senhor Jesus seremos salvos, exatamente como eles. Toda a assembléia o ouviu silenciosamente. Em seguida, ouviram Barnabé e Paulo contar quantos milagres e prodígios Deus fizera por meio deles entre os gentios. Depois de terminarem, Tiago tomou a palavra: Irmãos, ouvi-me, disse ele. Simão narrou como Deus começou a olhar para as nações pagãs para tirar delas um povo que trouxesse o seu nome. Ora, com isto concordam as palavras dos profetas, como está escrito: Depois disto voltarei, e reedificarei o tabernáculo de Davi que caiu. E reedificarei as suas ruínas, e o levantarei para que o resto dos homens busque o Senhor, e todas as nações, sobre as quais tem sido invocado o meu nome.

      Assim fala o Senhor que faz estas coisas, coisas que ele conheceu desde a eternidade (Am 9,11s.). Por isso, julgo que não se devem inquietar os que dentre os gentios se convertem a Deus. Mas que se lhes escreva somente que se abstenham das carnes oferecidas aos ídolos, da impureza, das carnes sufocadas e do sangue. Porque Moisés, desde muitas gerações, tem em cada cidade seus pregadores, pois que ele é lido nas sinagogas todos os sábados.” (Atos dos Apóstolos, XV, 1-21)

      Note, a.cardoso, que:

      i. Surge uma dúvida sobre a necessidade de circuncidar os pagãos: judaizar ou não, eis o problema;

      ii. Em vez de procurar na Bíblia – fazendo livre exame – os homens que discutiram com Paulo e Barnabé decidem procurar os Apóstolos para resolver a questão;

      iii. Depois de alguma discussão, Pedro toma a palavra, e define a questão, dizendo que
      a) Cristo o designou para converter os gentios e,
      b) não se deve judaizar, pois os gentios foram chamados à salvação assim como os judeus.

      iv. Portanto, o problema foi solucionada por Pedro: não se devia judaizar os pagãos convertidos. A evidência disso é que todos se calam; todos ouvem silenciosamente a sentença de Pedro.

      v. Barnabé e Paulo falam também, e por fim fala Tiago: mas Tiago dá alguma sentença? Muda algo que Pedro dissera? Responda a.cardoso!
      De forma alguma! Fala para concordar com Pedro, e para mostrar como a decisão de Pedro se harmoniza com o que disseram os profetas: Pedro está certo, Pedro está conforme as Escrituras, eis o “parecer” de Tiago!

      vi. Por fim, Tiago conclui dizendo que os gentios deveriam se abster dos pecados pagãos. A palavra “julgo” não encerra um parecer, mas tem o sentido de pensar, achar (como trazem algumas Bíblias). Tiago dá conselhos práticos, não define o problema.

      Portanto, Tiago não deu parecer nenhum. Apenas concordou com Pedro!

      É o que diz a Escritura, quando examinada em sua totalidade, não isolando trechos para favorecerem a vc e ao protestantismo.

      4 – a) A Igreja Católica Apostólica Romana foi fundad em 313 DC.

      Resposta: Errado! Ela foi fundada por Cristo, pessoalmente sobre Pedro. Eu já te ensinei isso e vc não leu, assim aconteceu:

      “Tu és o Cristo, Filho de Deus vivo”!Bem aventurado és Simão Barjona, porque não foi a carne e o sangue que a ti revelou, mas sim meu Pai que está nos céus, e eu digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão sobre ela. E eu te darei as chaves do reino dos céus, e tudo o que ligares na terra será ligado também nos céus“(S.Mateus, XVI, 16-19)

      De onde vc achou esta data de 313?

      4 -b)livro dos Macabeus

      Moço, vc sempre pergunta as mesmas coisas … Vc diz que Macabeus não é válido, não seria inspirado. E a prova que dá para isso é que “Macabeu, como os demais apócrifos, nunca foi citado por Jesus, nem por qualquer livro canônico.

      A.cardoso, a.cardoso … Jesus não citou todos os livros da Bíblia; entretanto, eles continuam válidos. Certo? Capisce?!

      Os que não foram citados vc considera inválidos, a.cardoso? Ou Não? Vc confiou na Igreja Católica Apsotólica Romana nos outros casos? Estranho. Como sair dessa a.cardoso?

      E quem decide quais são os livros inspirados e que devem fazer parte da Sagrada Escritura? Os homens? Vc, sua seita, seu pastor, seu cunhado? NÃO, NÃO e NÃO, graças a Deus. Quem decide isso é a Igreja, e ela definiu quais os livros que pertencem ao canon revelado.

      Lutero e os protestantes negaram o valor dos Macabeus exatamente por isso. Mas o livro dos Macabeus fazia parte da chamada Bíblia dos Setenta que Cristo normalmente citava ou Ele não citava a.cardoso? Se vc concorda que ele citava e sabe que Macabeus fazia parte, é claro que concorda comigo ou consegue argumentar diferente?

      5 – Santa Inquisição.

      a.cardoso, este é meu assunto preferido. Gosto demais de debater e ensinar sobre o mesmo. Mas encontro grande dificuldade pois o desconhecimento é geral. Pergunte-me à vontade o que quiser que, cordialmente, te ensino, mas gostaria que primeiro entendesse da matéria.

      Solicito isso que é para ter certeza de que não cometerá erros básicos e péssimos e completamente descontextualizados que muito já ouvi de desconhecedores do assunto.

      Para te ajudar a aprender sobre o assunto, posso te indicar como bibliografia:

      _ “A Inquisição e seu mundo” do Professor da Faculdade de Direito da USP, João Bernardino Gonzaga.

      _ Manual do Inquisidor escrito pelo Grande Inquisidor Bernard Guy (Essa obra está editada em francês);

      _ Se você ler italiano recomendo-lhe o livro de Rino Cammilleri “La Vera Storia dell´Inquisizione”, Edizione Piemme, Casle Monferrato, 200.

      _ Em francês, lhe recomendo a Histoire de l´ Inquisition au Moyen Âge de Jean Guiraud ( Ed Auguste Picard, Paris , 2 volumes, 1935).

      É impossível compreender a Inquisição sem conhecer a heresia contra a qual ela foi fundada, que foi o catarismo, heresia gnóstica de tipo maniqueu. Sobre os cátaros, então, lhe recomendo os livros de Arno Borst Les Cathares, e a série de livros sobre o Catarismo do historiador pró cátaros Michel de Roquebert: L´Épóppée Cathare ( $ vol,) Les Cathares, e ainda Histoire des Cathares.

      Fique à vontade em me perguntar sobre inquisiçãoou qualquer outro assunto que humildemente tentarei ensiná-lo conforme a sã doutrina.

      a.cardoso, não me nego a ensiná-lo ou discutir sobre quaisquer assuntos, mas vc sempre pergunta a mesma coisa e não lê o que respondo.

      In Corde Iesu et mariae, semper

    • Wallysson disse:

      a.cardoso, só esqueci de mais uma coisa que vc disse:

      “O fato de alguém “deixar”esposa e filhos por Cristo é de livre vonyade,e não compulsóri como s padres”

      Meu senhor, só é padre quem quer. Isto é de livre vontade. Ninguém é obrigado a ser padre, ou vc acha que alguém só descobre que não pode casar depois de anos de seminário?

      Pôxa, a.cardoso, essa foi mais uma das “demais” que vc “metralha”. Péssima, né?!

  10. Rejane disse:

    Wallysson me diga de onde conseguiu este conhecimento que vem dando esta aula ao a.cardoso?

  11. Letícia disse:

    Sr. Wallysson, adorei suas explicações. São muitíssimos esclarecedoras e, eu como evangélica, começo a rever muitos conceitos martelados que somos – evangélicos – programados a repetir sem, muitas vezes, procurar entender.

    Por gentileza, não me ficou muito claro a utilização pela Igreja do livreo de macabeus assim como os outros que vc cita como parte da bíblia dos setenta. O que é isso? Nunca me ensinaram a respeito.

    Obrigada pela aula que vem dando!

    a.cardoso, ainda temos que aprender muito!

    • a.cardoso disse:

      Letícia,voce não é evangélica!Logo se vê isso pela sua servilidade diante de alguém que vomita heresias.é claro que voce é católica se passando por evangélica,tentando influenciar outros que não leram os comentários anteriores.Não existe evangélicos que não saibam as doutrinas fundamentais da JUSTIFICAÇÃO PELA GRAÇA,POR MEIO DA FÉ,POR INTERMÉDIO DE CRISTO SOMENTE,SOB A PRESCRIÇÃO DA ESCRITURA.Visto a sua notória ignorância destes fatos,fica patente a minha conclusão: VOCE NÃO É EVANGÉLICA!!!

  12. Wallysson disse:

    Prezadas Rejane e Letícia, boa tarde.

    É com muita alegria que respondo suas duas perguntas, assim como respondi todas que me foram feitas, embora o a.cardoso diga que não respondi, mas quem sabe ler verá que as respondi mais de uma vez.

    1º – “onde conseguiu este conhecimento?”

    Resposta:

    Deus nos ensina através da Igreja. E Ele, que não pode Se enganar, e nem nos enganar, a revelou. Veja em minhas repostas acima como Deus a fundou sobre Pedro.

    Não é difícil de entender que Deus Nosso Senhor quis se revelar. É óbvio que Deus cuida para que a Revelação seja transmitida corretamente, senão para que Ele Se revelaria? O a.cardoso e seus seguidores acham que não.

    A Revelação não é produto da consciência individual ou coletiva do homem através dos tempos. Ou conjunto de estórias desenvolvidas por grupos como meio de dominação cultural. Isto tudo não é Revelação, por definição.

    A revelação é sobrenatural e externa ao homem. Portanto ela não nos chega de modo direto e imediato, mas através da Igreja.

    Como a verdade é una, só pode haver uma Igreja que Ele estabeleça para transmitir e guardar a revelação. E essa é a Igreja que Ele fundou: a Igreja Católica.

    Cristo, Verbo de Deus, confiou Sua verdade e Sua graça à Igreja Católica, para que transmitisse aos homens de todas as gerações:

    “Foi-me dado todo o poder no céu e na terra. Ide, pois e ensinai todos os povos…Eis que Eu estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos” (Mt 28. 18-20)

    A garantia de que a Igreja cumprirá fielmente esta missão não reside em si apenas, enquanto composta de homens frágeis, mas na presença eficaz de Cristo e de Seu Espírito Santo, até a consumação dos tempos (cf. Jo 14, 16-17 e 16, 13-15).

    Ora, foram duas as formas de transmitir (tradere) a Revelação: a Tradição (traditio), e as Sagradas Escrituras. Sendo que estas últimas, são posteriores à primeira e necessitam dela para ser retamente interpretadas, pois as Sagradas Escrituras nasceram da Tradição.

    O próprio fato da existência e o número dos livros inspirados (canon) só os conhecemos pela Tradição.

    Esta tradição tão repetida por Cristo e os apóstolos e a escrituras hj estão guardadas e praticadas e ensinadas corretamente graças à sucessão apostólica que inicada por Pedro hj é cuidada, e muito bem, pelo papa Bento XVI.

    O Magistério da Igreja é riquíssimo e a melhor forma de um leigo aprender é através do catecismo. No catecismo está o ensinamento da Igreja sobre a correta interpretação da bíblia. Assim nao há como haver várias igrejas e várias interpretações, como as da sua igreja e das outras que vc conhece.

    Após estudar a bíblia com o auxílio do catecismo, vc aprenderá bastante e refutará esta tentas de baboseiras de a.cardoso e seus seguidores, pois cada um deles pensa de um jeito, é uma igreja e tem a sua verdade diferente do outro, uma bagunça só … do jeito que deus nunca quis e que o diabo se regozija.

    2ª – Pergunta:

    “Por gentileza, não me ficou muito claro a utilização pela Igreja do livro de macabeus assim como os outros que vc cita como parte da bíblia dos setenta. O que é isso? Nunca me ensinaram a respeito.”

    Resposta:

    Existem dois cânones do Antigo Testamento: o Alexandrino, também chamado Versão dos Setenta (Septuaginta), que é o verdadeiro e sempre foi utilizado pela Igreja desde o início, e o Palestinense (bíblia hebraica), fixado no séc I de nossa era pela Escola de Jâmnia.Foi usado na Palestina e era o único reconhecido autêntico pelos fariseus.

    A Septuaginta é uma tradução para o grego e foi feita no séc. III aC, em Alexandria (Egito), por setenta e dois sábios judeus, em virtude da diáspora. A população judaica nessa cidade já não mais compreendia a língua hebraica.

    Essa foi a Bíblia adotada pelos Apóstolos de Nosso Senhor Jesus Cristo em suas pregações e textos: das 350 citações que o Novo Testamento faz dos livros do Antigo Testamento, 300 concordam perfeitamente com a versão dos Setenta, inclusive quanto às diferenças com o hebraico. E os fariseus não o condenavam por isto.

    Por volta do ano 100 dC, os judeus da Palestina se reuniram em um sínodo na cidade de Jâmnia e estabeleceram alguns critérios para formarem o seu cânon bíblico, tais como: o livro não poderia ter sido escrito fora do território de Israel, o livro não poderia conter passagens ou textos em aramaico ou grego, mas apenas em hebraico, o livro não poderia ter sido redigido após a época de Esdras (458-428 aC), etc.

    Por causa desses critérios nacionalistas, os livros escritos pela comunidade judaica do Egito não foram reconhecidos pelo sínodo de Jâmnia. Esses livros não reconhecidos e que aparecem na tradução dos Setenta são tecnicamente chamados de deuterocanônicos, por não terem sido unanimemente aceitos. São, portanto, deuterocanônicos no Antigo Testamento os seguintes livros: Tobias, Judite, Baruc, Eclesiástico, Sabedoria, 1Macabeus e 2Macabeus, além das seções gregas de Ester e Daniel.

    Durante muito tempo vingou entre os eruditos não católicos, isto é, hereges protestantes, a teoria de que o cânon alexandrino tinha ampliado o cânon hebraico, o palestinense. O chamado sínodo de Jamnia não teria reconhecido este acréscimo, e por isso não reconheceu como inspirados os deuterocanônicos. Esta tendência era comum entre os reformadores do século XVI.

    Recentemente, porém, graças às descobertas de Qûmram, mais conhecidos como Manuscritos do Mar Morto, o cânon tradicional católico foi mais uma vez confirmado, porque se descobriu que aquela comunidade hebraica mais antiga dispunha de uma coleção semelhante à tradução dos Setenta. Ou seja, não foram os alexandrinos que ampliaram o catálogo dos Livros Sagrados, mas a Escola de Jamnia que o reduziu.

    Portanto se vê claramente, inclusive pelas pesquisas mais recentes, que o cânon da Igreja sempre foi o correto. Qualquer historiador honesto reconheceria isto. Só os imigos de Cristo e Sua igreja, não.

    Amigas, no ano de 1.517, quando foi “inventada” a primeira denominação protestante, a de lutero, que tem o nome dele “luterana”, a Igreja Católica já tinha cerca de 1.480 anos! Alíás, a Bíblia dos Apóstolos (Católica) foi traduzida do grego para o latim por São Jerônimo por volta do ano 300! (A Igreja Católica já tinha 267 anos e São Jerônimo era Padre) a Bíblia fala muito sobre os “falsos pastores ”que surgiriam nos fins dos tempos! Só não vê quem não quer! == todas as denominações surgidas muuuuito depois da Igreja Cristo surgiram mais recentemente, ex:
    Igreja Luterana 1517;
    Anglicana 1534;
    Presbiteriana 1560;
    Batista 1611;
    Metodista 1738
    De Jesus Adventista 1831;
    Testemunhas de jeová 1874;
    Exército da Salvação 1878;
    Pentecostal 1914;
    Assembléia de deus 1914.

    • Meu caro católico,

      Não creio que a igreja (protestante ou católica) seja a mãe da Escritura, mas sua guardiã. A igreja nao estabeleceu Canon algum, apenas reconheceu o que já era aceito, e você sabe disso. Os livros canonicos do NT já circulavam nas igrejas e eram citadas pelos “pais”, de modo que o que aconteceu no Con­cílio de Cartago III nao foi uma edição, subtração, nem adição do conteúdo revelado, mas uma submissão e reconhecimento dele. A autoridade, portanto, não provinha dos padres reunidos, mas do texto que era reconhecido e crido em todas as igrejas. Isso foi muito diferente do que aconteceu em 1537, quando a Biblia foi estuprada pela igreja catolica, que com violencia impos os livros apocrifos ao texto, para validar suas doutrinas de vento e num intento vao de anular o canon protestante, fiel ao Canon de Jamnia (judaico) e de Cartago (cristão).

      Sobre seu argumento sobre terem encontrado parte de livros deuterocanicos (apocrifos!) em Qumran para validar o uso dos mesmos pela ICAR nao se justifica. Do contrario, teriamos que aceitar também o apócrifo do Gênesis, de Henoc, de Noé, de Lamec, do Livro dos Jubileus, os quais também foram encontrados entre os manuscritos de Qumran! Isso sem falar do Rolo do Templo, do Documento de Damasco, da Carta Halákica, da Regra da Guerra e outros escritos aceitos pela comunidade. Portanto, deixe de falacias!

      No entanto, se o católico estivesse certo em sua crença, isto é, se realmente a igreja fosse a mãe da Bíblia (e não sua serva, lugar que lhe cabe melhor), então poderíamos acusá-los não de uma, mas de duas incoerências, pois ao pregar heresias descabidas e inconsistentes com a Escritura (veneração dos santos mortos e crença na sua mediação – o que na melhor das hipóteses configura necromancia; veneração de Maria atribuindo a ela o poder de ouvir orações dos fiéis em todo mundo – atribuindo-lhe por consequência o atributo divino da onisciência, crença na infalibilidade papal – negando o testemunho das Escrituras e da consciência universal, que aforma que todos somos falíveis), vocês demonstram nao honrar nem as Escrituras, e nem a igreja que mediou a confirmação do Canon.

      Finalmente, este blog é um espaço moderado para opiniões, não é foro de debates. Por isso, primamos por moderar comentarios curtos, que possibilitem o dialogo, e nao os classicos “ctrl+v” de quem nao tem paciencia para ouvir o outro e quer enfiar a todo custo na cabeça das outras pessoas pensamentos copiados da internet que jamais foram examinados por si mesmo. Por isso, a partir deste momento, você deverá postar comentarios curtos. Do contrario, seus posts nao serao aprovados.

      Vai tumultuar outra freguesia, compadre.

      Solo Christus! Sola Scriptura!

      Leonardo Gonçalves
      Editor chefe do Púlpito Cristão.

      • Wallysson disse:

        Prezado Leonardo, vejo que a dificuldade de interpretação não é só do a.cardoso, que dó!

        Acato, humildemente, seu pedido para que eu pare. Eu paro. A casa é sua e, piedosamente, acato sua súplica.

        Christus vincit!!!
        Christus regnat!!!
        Christus imperat!!!

      • rinaldi disse:

        acho que sua colocação não foi legal leonardo. e estava gostando da argumentação desse sr.
        o que vc escreveu foi exatamente o q ele explicou, parece que vc nao leu.
        não sou catolico, mas acompannahdo esta discussao vi que ele se expressou e foi desafiado.
        o a.cardos foi quem motivou toda a conversa e a extençao do assunto.
        ele esta sendo tolido por ser catolico.
        pq ento vc publica coisas sobre a icar?
        nao faz sentido.
        essa é a minha opiniao

  13. a.cardoso disse:

    O Wallyson está saindo porque não tem como refutar a palavra do Leonardo.Não pode acusá-lo de ignorante com fez comigo,visto ser ele um graduado em Teologia.Por isso o está acusando implicitamente de ser ditador,ou seja ,finge que foi expulso por expor verdades.Mais um ardil de um lobo,pensando iludir ovelhas de Cristo.Quanto ao rinaldi,não ser católico e dizer que o Leonardo não leu,e que “o que ele escreveu foi que voce explicou” só evidencia minhas desconfianças sobre invasão premeditada do blog,pois não é possível tanta cegueira assim.Isto é caso pensado,claro.è bom mesmo eles irem pra o próprio lugar preparado pra eles,desde a eternidade,onde o fogo não dorme.

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