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09/10 por: Antognoni Misael 4 Comentários

Marketing cristão e o desafio de ser um pequeno cristo

Propagandas sobre religião às vezes me irritam. Sei que o marketing de Jesus é legal, mas tentar sistematizar resultados dando exemplos aparentes do antes e depois de nascer de novo pode se tornar confuso. Gera aquela lógica: “veja como fulano era sem Jesus, veja como ele ficou agora com Jesus”! Não vejo isso como fundamental.

Qualquer organização filantrópica ou projeto social pode mudar a vida aparente de pessoas. De fato, elas podem ficar bem melhores afetivamente, profissionalmente, esteticamente (mais gordinhas, magrinhas) ou até se libertarem das drogas.

Tirinha utilizada por usuários do Facebook

A grande verdade é que a conversão pode nos livrar de certos vícios, mas não garante essa vida linda vistas em algumas tirinhas populares de algumas redes sociais. Aparência na vida cristã já diz tudo: superficialidade. Mas a vida como um todo reflete o que Deus quer de cada um.

Imagine se eu fosse fazer uma tirinha demonstrativa da vida de Paulo, por exemplo, como ficaria antes da conversão e depois? Mais gordinho? Mais conservado? Mais bem vestido? Só especulação… Ninguém curtiria ser e sofrer como Paulo após converter-se a Cristo. (Marketing Zero não é?)

Mas já que estamos na era do Fast food, vejo que a ignorância passa a ser um direito de todos, a informação disponível a todos, mas o conhecimento um desafio. Portanto, conhecer é preciso. Ler é preciso. Pensar é preciso.

As redes sócias comprovam a superficialidade de parte dessa geração. Um simples quadrinho com conteúdo de clichê tipo “Quem ama Jesus compartilha, quem só gosta curte”, ou algo do tipo “Esta pessoa aqui é um Vencedor”, etc. faz com que diversas pessoas em suas mais agudas diferenças por instantes ocupem o mesmo lugar ideal. Tudo isso por conta de um efeito, de um clichê. Assim como verdades soltas são compartilhadas, mentiras maquiadas são difundidas. Ao fim de tudo, o que resta-nos é uma tremenda disparidade entre a marketagem e a realidade.

Sem descartar as vantagens delas, termino sugerindo que o grande perigo das redes sociais é continuar a reproduzir pessoas superficiais, cidadãos idiotizados e cristãos que não sabem ainda o real sentido de ser um pequeno cristo.

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Fonte: Arte de Chocar.

4 respostas para “Marketing cristão e o desafio de ser um pequeno cristo”

  1. a.cardoso disse:

    Há poucos dias fiz um comentário sobre uma afirmação que uma irmã postou no face.Ela estuda filosofia e não gostou de me ver discordar.A tal frase repetia os conceitos dos hippies,nos anos 60/70.A vida seria uma prisão e nós cerceados pelas convenções sociais,não teríamos liberdade verdadeira.Ora,ela é cristã,e seu marido é pastor com seminário e tudo!E são reformados!Com esta formação,seria de esperar que ela soubesse analisar as respostas e depois formulasse sua conclusão,a favor ou contra.ao invés disso ela se excluiu do meu círculo de amigos.Parece que eu não agradei aos novos amigos da faculdade! A paz!!

    • Eliezer disse:

      Mais ele disse alguma mentira, não é o que acontece hoje em dia, temos liberdade verdadeira, ou eu sou criticato por ser evangelico, ou por ser gay, muito mais por ser ateu, então não exite mesmo liberdade verdadeira, pq cada um quer impor a sua propria verdade!!!

  2. Edmar disse:

    Marketing de Jesus legal?? se fosse ele mesmo o faria, e nunca o fez, Jesus não precisa ser promovido ele já está acima de qualquer coisa que façamos, nós que precisamos dele… o evangelho que precisa ser propagado em sua verdade, sem restrições humanas ou teologias sistematicas, nós precisamos da graça de Deus e sua essencia o amor.

  3. William Robaina disse:

    Meditar de dia e de noite na palavra do nosso Deus e isso com devoção,temor e adoração,é o que precisamos! Redes sociais com moderação e responsabilidade,usar naquilo que edifica! A paz do Maravilhoso!!

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