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07/11 por: Antognoni Misael 29 Comentários

O ABURGUESAMENTO DA “FÉ”

Por Samuel Torralbo

Segundo alguns sociólogos e pensadores modernos, um dos fenômenos que surgiu após a segunda guerra mundial, foi o “aburguesamento dos despossuídos”, caracterizado pela substituição do “ser” pelo “ter”. Estabelecendo assim, como tendência cultural o endeusamento do mercado de consumo, onde a ideia era disponibilizar o poder de consumo para as pessoas, enquanto que, cada vez mais a capacidade de se humanizar, contemplar e aprofundar-se na existência tornar-se-ia pífia e ínfima.

Uma vez que, todo homem é um ser cultural, quase sempre, de maneira normativa a vida passa pela concepção da cultura em desenvolvimento no tempo e espaço. É o chamado “movimento das massas”, que diretamente é afetada pelos meios formatadores de valores e significados relacionados à vida em sociedade.

São inúmeras as provas de que a percepção, significado, e motivação de um povo (incluindo a igreja) são afetadas e influenciadas na maioria das vezes diretamente pelo momento histórico. Por exemplo, a reforma protestante em síntese foi uma resposta ao sincretismo religioso, alienação, e abusos cometidos pela igreja católica durante quinze séculos. Observe ainda que, no período da segunda guerra mundial as pregações de natureza escatológica tiveram um aumento significativo, ao mesmo tempo em que, o desenvolvimento da teologia da libertação na América Latina, aconteceu em decorrência a corrupção, desigualdade e injustiças sociais.

É incrível como o cenário sociocultural pode alterar motivações, interesses e até mesmo a mensagem anunciada por algumas comunidades cristãs. De modo que, dentro do contexto religioso no Brasil, o protestantismo iniciou-se como um fenômeno missionário que objetivava o anúncio puro e simples do evangelho de Cristo Jesus. A realidade socioeconômica do Brasil no inicio do século 20 era ainda mais precária e subdesenvolvida, enquanto que, a mensagem da igreja era fundamentada na urgência da salvação e da esperança eterna com Cristo.

A manutenção da visão missionária, como também da pregação pura e simples do evangelho permaneceu latente no coração da igreja brasileira provavelmente até o inicio da década de 80, quando teve inicio o movimento neopentecostal, exatamente no período em que, terminava a ditadura militar, e o Brasil começava a respirar novos ares da democracia.

É no mínimo interessante observar que, no mesmo berço sociopolítico que abriu as fronteiras do mercado, para a entrada de mais capital e consumo, nasceu também o movimento religioso que afrouxaria os marcos doutrinários que sempre pautaram a vida da igreja.

A convergência de fenômenos como: o estimulo ao capital e consumo, a abertura e flexibilização da mídia, aumento do poder de compra, e o desejo coletivo em consumir, proporcionaram o cenário ideal para o crescimento da teologia da prosperidade no Brasil.

Sem que muitos percebessem a relativização de doutrinas bíblicas foram acontecendo, onde a vida espiritual para muitos evangélicos não estaria mais atrelada a piedade, santidade, amor e obediência a palavra de Deus, mas antes, ao poder de consumo, acumulo, e ostentação social.

Aos poucos o culto centralizado em Cristo, foi sendo substituído pelo culto a personalidade humana, onde o centro seria o homem com suas demandas, urgências, mimos, e idiossincrasias de fieis alienados do evangelho, mas plugados na prosperidade material.

Na sutileza do tempo, lideranças que prontamente se posicionaram contra o movimento da teologia do consumo, foram sendo vencidos pela ideologia daquilo que “dá certo” e não mais no principio bíblico do que “é certo”.

De modo que, recentemente, estamos presenciando inúmeras comunidades cristãs se prostrando diante do altar da teologia da prosperidade, substituindo os cultos de oração, por culto da vitoria financeira, os encontros de ensino da palavra, por campanhas do consumo. Infelizmente, o “aburguesamento da fé” é uma realidade pós-moderna, e pode ser percebido nas compulsões de inúmeros evangélicos que substituíram a missão de anunciar o evangelho de Cristo, para conquistar em nome da “fé” coisas temporais e superficiais.

Deste modo, outra vez, a história se repete, porém agora no contexto religioso, onde o aburguesamento acontece no campo do materialismo em nome da “fé”, ao mesmo tempo em que, o empobrecimento espiritual é notório através de vidas que afirmam ser discípulos de Cristo, mas que, revelam na praticidade da vida a superficialidade em relação ao conhecimento e submissão a vontade divina revelada pelas escrituras sagradas.

Sendo assim, diante desta sórdida constatação, permanece inalterada uma das mais belas e significativas expressões bíblica que afirma: “E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo,” (Filipenses 3.8)

***

Samuel Torralbo é colunista do Púlpito Cristão e escreve em seu blog pessoal.

29 respostas para “O ABURGUESAMENTO DA “FÉ””

  1. Isaias Medeiros disse:

    Há um certo tempo eu notei que os evangélicos que são contra a abominável teologia da prosperidade são também antipáticos ao sistema capitalista. Além disso, percebi que muitos dos que a defendem, aparentemente, apoiam também bandeiras ditas conservadoras.

    Tenho algumas dúvidas. Por exemplo: não é possível fazer uma distinção clara e objetiva entre teologia da prosperidade e capitalismo? Ou ainda: o que importa mais: levar aos povos o verdadeiro Evangelho ou implantar um regime socialista onde isto for possível?

    Caio Fábio, a quem hoje admiro, já levou as suas para aprender a não confiar nos ‘companheiros’: tanto de cristandade, quanto de partido. Não seria a trajetória dele um norte, neste aspecto? Digo, não é ele, hoje, a prova de que se pode viver e pregar um Evangelho verdadeiro sem a detestável militância política e ideológica o tempo todo subentendida, no background?

    Abraços.

    • ramiro disse:

      Caio Fábio é abominável!

      Por favor, Isaías, não tenha este homem como referência.

      Ele enganou milhares de brasileiros, inclusive a própria esposa. É o exemplo de lobo em pele de cordeiro.

      Perigosíssimo!

    • a.cardoso disse:

      Sim,irmão Isaías,ele é exemplo de uma postura contrária ao status quo imposto pelas denominações que não se adaptaram às mudanças da sociedade.A igreja se acostumou com um modelo confortável,onde o pastor é uma figura estática,que só apascenta aos domingos,e assim mesmo o sermão é tudo que ele faz.Não há contato com gente comum,nem ajuda de perto,mas somente 20 minutos de conselhos duas ou uma vez por semana.Conheci o pastor Caio Fábio de perto e posso afirmar que ele é íntegro,sua opinião sobre ele é correta.Veja sua entrevista à Cristianismo Hoje,no Youtube,voce vai gostar.Também tem o Caminho da Graça na Net,é só clicar.A Paz!!!

    • a.cardoso disse:

      Irmão Isaías,conheci o pastor Cai Fábio de perto e posso afirmar que sua opinião sobre ele é correta.Capitalismo e Cristianismo não são opostos.O socialismo se apropriou de alguns tópicos da bíblia,mas não são exclusivos de nenhum sistema político.Aliás,Carl Max fez um estudo afirmando que o protestantismo era a única religião compatível com o marximo.(livro Cristo em cadeias Comunistas-Richard Wurmbrant).Este terreno em comum é muito útil aos ateus para enganar e conseguir o apoio de cristãos sinceros,vide o que fizeram na Europa.Veja entrevista para Cristianismo hoje no Youtube e na Net,o Caminho da Graça.A Paz!!

    • Renato disse:

      Noto a mesma coisa. Muitos dos articulistas deste blog tem uma cosmovisão claramente marxista. Não posso aceitar que, a pretexto de se criticar Edir Macedo e outros que tais, se defenda a mesma cosmovisão de Stalin Mao e Pol Pot.

      Noto até que nem é maldade, é ignorância mesmo. Simplesmente, a maioria dos articulistas não tem nenhum instrumento de análise para criticar o dinheirismo e consumismo que não sejam as “análises” marxistas que aprenderam na faculdade.

      • Renato disse:

        Só um adendo. Caio realmente é horrivel de lascar. E duvido que tenha aprendido alguma coisa depois de ter sido feito de palhaço pelos que agora se tornaram quase que donos do pais.

    • cleo disse:

      Caio Fabio… ahhhhh o Caio Fabio….

    • LUCIA GOULART disse:

      Isaías Medeiros, muito claro seu texto, acredito que você já deve ter pregado em alguma rádio, pois meu esposo comentou sobre uma ministração bem parecida. Somos contra a teologia da prosperidade, sempre fui, no começo quando congreguei em uma dessas igrejas tentei entender, mas não deu, sempre criticava dentro da palavra. E o pior que são tantas heresias, que não sei como conseguem ser tão criativos. estou terminando o curso de serviço social, e comecei o curso porque sempre atuei nessa área na igreja de ação social. sempre inconformada com o capitalismo. no curso estudamos politias sociais, e economia politica, foi quando comecei a pesquisar mais sobre essa doutrina e o neo liberalismo, ambos estouraram na década de 70. O neo liberalismo com Bush e a Dama de Ferro,logo em seguida essa doutrina. É grande a conexão entre os dois, e seu texto é ótimo, depois ouvi uma ministração maravilhosa do PR Ed Rene Kivtiz,Evangelho dos Evangélicos, que deu uma rápida explicação. Costumo dizer que Cristo era comunista, a igreja primitiva tinha tudo em comum, mas o comunismo foi satanizado por ser ateu, e concordo nunca houve um socialismo como pretendeu Marx. Agora entre teologia da prosperidade no meio evangélico, e a teologia da libertação, no meio católico, prefiro a da libertação, por que, idolatria por idolatria, a teologia da libertação fez muito pelo social, e tenho grande respeito pelo Frei Beto, Leonardo Boof, são cristãos, mas são católicos. A paz de Cristo.

  2. Fernando Braga disse:

    Ah! Que saudade de quando a Assembléia era de Deus!!!!

  3. marcio disse:

    O que se nota e a igreja sendo sutilmente absorvida pelas ideias do capitalismo, a onde o consumismo e que se esta em evidência, reduzem a felicidade a bens materialista e a teologia da prosperidade iludindo cada vez mais o povo para um deus materialista, um povo preocupado com carro que devem dirigi amanha, com célula de ultimo tipo, com as roupas da moda e etc, sem percebe estão virando escravos de um deus que se mostra como verdadeiro (lobo com pele de ovelha), não foi atoa que o mestre falo da a o pai o que e do pai e ao mundo o que do mundo, só que a interpretação da turma que faz da igreja uma corporação e bem diferente, para justamente se encacha nas conveniências, de arrecadação do deus das negociatas, talvez o dia que o povo começa a percebe que o único que eles precisam para intervê com o Pai e o filho que nos foi enviado, ai as coisas verdadeiramente vão melhora.

  4. hamilton disse:

    Não sei por quê a surpresa se o protestantismo (não o caminho da fé em Cristo), é , em sua essência fundamentado nua cultura exclusivista(só eles devem e podem prosperar sob a mão divina), liberal economicamente e capitalista, que é a europeia. Os europeus pós reforma manipularam culturalmente o cristianismo pra que ele service aos seus propósitos capitalistas, expansionistas de dominação, tudo com fins econômicos…Enfim o resto já se sabe! falam muito no céu mas são lobos vorazes por gozar dos bens do mundo (as vezes a qualquer custo)…existe mais cristianismo na utopia boba dos hippies do que em certas igrejas !

  5. Xarope disse:

    Gostaria que o autor do texto soubesse que um suposto irmão teve a coragem de escrever uma tremenda verborreia reacionária contra esse texto e outras publicações desse site.

    http://colunas.gospelmais.com.br/a-velha-bufonaria-disfarcada-de-analise_3167.html?fb_comment_id=fbc_131354023681141_211757_131895383627005

  6. Renato disse:

    Noto a extrema ignorância do autor e de muitos comentaristas sobre os motivos da exacerbação do consumismo.

    A idéia de que o estado deveria incentivar ativamente o consumo foi tornada mainstrean por um economista fortemente intervencionista, Keynes, admirador de Mao e outros ditadores. Keynes defendeu que o estado deveria incentivar o consumo, incorrendo inclusive em déficits orçamentários para isso. Keynes defendia também que a moeda deveria se desvincular totalmente do ouro (para que ela pudesse ser inflacionada livremente). Os keynesianismo (que é a teoria padrão defendida pelos parlamentares de esquerda, como se pode ver em inúmeras intervenções de parlamentares e políticos dos partidos de esquerda, exigindo sistematicamente medidas que foram propostas por Keynes e discípulos) defende que se deve criar crédito sem lastro em larga escala, com os bancos sendo coordenados pelo banco central nessa empreitada. Ora, essa é uma das principais causas do consumismo, porque produz nas pessoas uma falsa sensação de que teem mais dinheiro do que realmente teem.

    Outra causa fundamental do consumismo é o ambiente cultural, que é totalmente dominado pela esquerda.

    Já a liberdade de mercado e de expressão não podem ser “culpadas” pelo consumismo. Desde muitos séculos, agricultores, criadores de gado, artesãos, fabricantes de móveis, roupas, sapatos, tijolos, e o que mais imaginar, produziam e vendiam livremente seus produtos, e as pessoas livremente os compravam nas feiras e mercados. Ao longo dos séculos, geralmente tem sido assim (a não ser para certos produtos aos quais o estado impunha um monopólio absurdo, proibições, taxas, mas geralmente esses produtos eram exceções, e essas regulamentações prejudicavam, e não ajudavam a economia popular). Ora, tendo existido desde tempos imemoriais, o mercado não pode ser o culpado pelo recente aumento do consumismo. Meu avo paterno e meu avo materno livremente produziam em seus pedaços de terra, produtos agrícolas que vendiam, e com cujo valor compravam, livremente, para suas famílias, roupas, calçados, e outras utilidades. Assim como fizeram gerações de pessoas antes deles. E não eram consumistas, pelo contrário, davam muito mais valor aos bens essenciais do que aos acessórios, e administravam seu dinheiro conforme o que podiam.

    Agora, supostos cristãos defendem que o estado seja o tutor de tudo, se imiscua em tudo, diga o que comprar e o que vender, supostamente para “livrar a igreja do consumismo”? Entendi certo? Um sistema desumano, absurdo e genocida é proposto como solução? Um sistema que só produziu morte, opressão, genocídio, pobreza, e uma elite que se julga sobre-humana? Não se cura uma dor de cabeça com uma marretada, nem Jack o estripador é o remédio adequado para uma dor de barriga…

  7. zwinglio disse:

    Olá!

    Eis um texto eivado de marxismo (disfarçado para os incautos)e contraditório, por várias razões, mas cito apenas essa: fala contra uma sociedade promotora de “cultura das massas” quando na verdade o fazer e propor cultura no Brasil está nas mãos dos marxistas culturais.

    Os valores judaico-cristãos estão sendo corroídos pelos ideólogos aderentes às teses da Escola de Frankfurt e pelo intelectuais orgânicos gramscianos que rezam na cartilha de Gramsci, proponente da substituição da religião Cristianismo pela religião Socialismo. Esta, segundo àquele autor, deveria matar o Cristianismo.

    Só quero ver quando é que esse site se debruçará na corrosão que o marxismo cultural vem causando em denominações cristãs inteiras. Digo se debruçar de modo condenatório.

    O diabão a ser enfrentado hoje pelos autênticos cristãos não é a TP, coisa que já está escancarada, e sim o marxismo cultural, esse lixo ideológico cancerígeno.

    Me assentei num banquinho.

    • Renato disse:

      Zwinglo

      O pior é que, segundo me parece, não é de caso pensado não. A escola e a imprensa são adeptas na maior parte, da visão de mundo marxista, e totalmente fanáticas pelo marxismo cultural. Então, muitos irmãos não tem outra referência. É só isso que eles conhecem. Você provavelmente teve acesso a mais informações, mais autores, com os quais pode fazer uma critica consistente a esse “espírito da época”. Agora pense numa pessoa que só leu e ouviu análises assim. A hegemonia é muito grande.

  8. L.S. disse:

    aviso aos desavisados:

    1- o modo de produ~ção capitalista é FUNDADO e MANTIDO através da GUERRA e EXPLORAÇÃO.

    Ora, como obedeceremos o ensinamento mor de Cristo, apoiando um sistema violento e que se baseia na injustiça????

    2- Existe uma enorme diferença entre capitalismo e socialismo (isso se aprende no colegial, inclusive).

    O socialismo, atualmente, pela maioria dos teóricos políticos, é considerado como CAPITALISMO DE ESTADO.

    Já o comunismo, modelo mor de civilização, totalmente de acordo com a moral e ensinamentos cristãos, NUNCA FOI IMPLANTADO.

    3- Leiam o manifesto comunista e se dêem uma chance. Marx, ao falar do fim da propriedade privada, por exemplo, fala que a propriedade privada que deve ser abolida é a BASEADA NA EXPLORAÇÃO DO HOMEM PELO HOMEM, e não de toda e qualquer propriedade.

    Afinal, embora tenhamos de repartir as riquezas, o ser humano também tem suas individualidades, ora!

    SOU CRISTÃ, por conseguinte, MARXISTA. e INCLUSIVE FREQUENTO UMA IGREJA SUPERHIPER NEOPENTECOSTAL, MAS QUE CONSIDERO MUI ABENÇOADA. SE APLICARMOS A TEORIA DA PROSPERIDADE À RISCA, TERÍAMOS DE FAZER UMA REVOLUÇÃO, AFINAL, NO MODO DE PRODUÇÃO CAPITALISTA, A DESIGUALDADE IMPERA.

    Que Deus nos abençoe grandeemente,
    nos enriqueça com seu maravilhoso amor,
    e que a cada dia maais,
    nos conceda sabedoria.

    ps: No mais, podemos até discordar etc, mas o amor de Deus, é maior que tudo isso. E ele é quem sabe o que é melhor pra nós.

    • Renato disse:

      Durante décadas, vocês marxistas apoiamvam os regimes mais genocidas da história, dizendo que eles eram uma maravilha. Depois da sua queda, e da demonstração dos seus crimes, vocês dizem que o seu sistema, na verdade nunca foi aplicado…
      Então vocês estão pretendendo repetir a dose, para matar outra vez mias de cem milhões de pessoas.

      Você diz que “o modo de produ~ção capitalista é FUNDADO e MANTIDO através da GUERRA e EXPLORAÇÃO” (que mania de caixa alta…). VocÇê está errada. Porque alguém teria de ser proibido de produzir por si mesmo? Porque o estado (essa entidade que é a verdadeira culpada dos piores crimes) teria de ser o dono de tudo?

      Leia a Bíblia e você verá que o santo Abel criava gado, mas nada o proibia de criar gado por si mesmo. Ele criava gado, e Caim plantava verduras (provavelmente trocavam livremente entre sí os produtos de seu trabalho). Note que não foi o fato de cada um ser livre para produzir o que desejava que gerou morte e desgraça. O que causou a morte de Abel foi a inveja. Veja também que quando o povo de Deus entrou na Terra prometida, ninguém ficou escravizado ao estado, não fundaram uma sociedade de funcinários públicos. Pelo contrário, seguindo a orientação de Moisés e Josué, a terra foi dividida, e cada plantava livremente, criava gado livremente, produzia manufaturas e outras utilidades, e vendiam e compravam livremente. Eles tinham liberdade econômica. Note ainda que o estado centralizado surgiu muito depois, POR CAUSA DA MALDADE DAS PESSOAS. Embora Deus tenha solenemente advertido o povo contra o estado centralizado, o povo insistiu, e o resultado foi desastroso. Estatolatria é pecado, irmã.

      Quanto aos escritos de Marx, muito eu teria a dizer a você, mas não teria tempo agora. Amanhã, se tiver tempo, postarei alguns textos de Marx, saindo das meras peças de propaganda. Irmã, não se apegue a algumas palavras bonitas, veja o todo. Se eu fosse julgar as coisas pela aparência, seria espirita, e não evangélico, porque os espíritas escrevem coisas muito mais bonitas que os evangélicos. Você, que se enlevou com o Marx publicitário de sua “causa”, se assustará com o Marx explicito.

      • Renato disse:

        Desculpem, deixei para depois e acabei não postando o que havia prometido. Eis aqui algumas coisas que Marx disse:

        Dois trechos do poema “sentimentos” de Marx:

        “O paraíso eu abrangeria,
        Traria o mundo para mim;
        Vivendo, odiando, planejaria
        Que minha estrela brilhasse forte até o fim.”

        “… Mundos para sempre eu destruiria,
        Já que não posso criar nenhum outro mundo;
        Já que meu clamor ninguém perceberia.”

        Em outro poema, um desafio a Deus:

        “Com desdém lançarei meu desafio
        Bem na face do mundo,
        E verei o colapso desse pigmeu gigante
        Cuja queda não extinguirá meu ardor.
        Então vagarei semelhante a um deus,
        Vitorioso, pelas ruínas do mundo
        E, dando às minhas palavras uma força dinâmica,
        Sentir-me-ei igual ao Criador”

        Este aqui é mais explícito. Chama-se “invocação de alguém em desespero”:

        “Estabelecerei o meu trono muito acima de todos
        Frio e monstruoso será o seu topo
        O pavor supersticioso será a sua base
        E a negra agonia será o seu condutor.”

        Mais explícito ainda:
        “Com Satanás fiz meu acordo,
        Ele escreve as partituras e marca o compasso;
        Eu toco e canto a marcha da morte
        Com rapidez e desembaraço.”

        A fonte é esta aqui:
        http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1405

        Recomendo que leia o texto completo. Não sei se os textos citados existem em português, mas em inglês e espanhol deve ser fácil de achar.

        continua…

        • telmo flores disse:

          Não te preocupa com o atraso irmão, até porque ela com certeza, como toda boa petista, já achou que encerrou o assunto com o monte de besteira que escreveu e ainda em caixa alta………………

      • Renato disse:

        Outro artigo sobre Marx, citando textos interessantes está aqui:

        http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1396

        Vejam que elucidativo este trecho do artigo:

        “Mais notavelmente, a descrição feita por Marx de como seria a primeira etapa da sociedade pós-revolucionária, a qual ele classificou de “comunismo grosseiro”, especifica uma tentativa de se impor o igualitarismo por meio do confisco e expropriação selvagem e cruel da propriedade privada, seguida de sua destruição. Adicionalmente, as mulheres seriam coercivamente coletivizadas, bem como toda a riqueza material. Com efeito, a avaliação de Marx sobre o comunismo grosseiro, a etapa da ditadura do proletariado, não era muito romântica:

        Esse movimento que tende a opor a propriedade coletivizada à propriedade privada se exprime de uma forma completamente animal quando contrapõe o casamento (que é, evidentemente, uma forma de propriedade privada exclusiva) à coletivização das mulheres: quando a mulher torna-se uma propriedade coletiva e abjeta. Pode-se dizer que essa idéia da coletivização das mulheres contém o segredo dessa forma de comunismo ainda grosseiro e desprovido de espírito. Assim como a mulher deve abandonar o casamento em prol da prostituição geral, o mesmo deve acontecer com o mundo da riqueza, o qual deve abandonar sua relação de casamento exclusivo com a propriedade privada para abraçar uma nova relação de prostituição geral com a coletividade.

        Não bastasse isso, Marx reconhece que

        O comunismo grosseiro não é a transcendência da propriedade privada, mas apenas a sua universalização; não é a derrota da ganância, mas apenas sua generalização; não é a abolição do trabalho, mas sim sua ampliação para todos os homens. Destarte, a primeira forma positiva da abolição da propriedade privada, o comunismo grosseiro, não é senão uma forma na qual toda a abjeção da propriedade privada se torna explícita. [...]

        Os pensamentos de toda propriedade privada individual são, pelo menos, dirigidos contra qualquer propriedade privada mais abastada, sob a forma de inveja e desejo de reduzir todos a um mesmo nível; destarte, essa inveja e nivelamento por baixo constituem, de fato, a essência da competição. O comunismo vulgar é apenas o paroxismo de tal inveja e nivelamento por baixo, baseado em um mínimo preconcebido.

        E completa,

        Eis a razão por que todos os sentimentos físicos e morais foram substituídos pela simples alienação trazida pela sensação da posse. A essência humana deveria mergulhar em uma pobreza absoluta para poder fazer surgir dela a sua riqueza interior!”

        Creio que está claro, do artigo e de suas citações, que Marx tinha plena consciência do mal que estava fazendo, embora se justificassse afirmando que desse mal absoluto emergiria o bem.

        Continua…

      • Renato disse:

        Interessantíssimo:

        Karl Marx is the hero of some labor union leaders and civil-rights organizations, including those who organized the recent protest against proposed immigration legislation. It’s easy to be a Marxist if you haven’t read his writings. Most people agree that Marx’s predictions about capitalism turned out to be dead wrong.

        What most people don’t know is that Marx was an out and out racist and anti-Semite. He didn’t think much of Mexicans. Concerning the annexation of California after the Mexican-American War, Marx wrote: “Without violence, nothing is ever accomplished in history.” Then he asks, “Is it a misfortune that magnificent California was seized from the lazy Mexicans who did not know what to do with it?” Friedrich Engels, Marx’s co-author of the “Manifesto of the Communist Party,” added, “In America, we have witnessed the conquest of Mexico and have rejoiced at it. It is to the interest of its own development that Mexico will be placed under the tutelage of the United States.” Much of Marx’s ideas can be found in a book written by former communist Nathaniel Weyl, titled “Karl Marx, Racist” (1979).

        n a July 1862 letter to Engels, in reference to his socialist political competitor, Ferdinand Lassalle, Marx wrote, “… it is now completely clear to me that he, as is proved by his cranial formation and his hair, descends from the Negroes from Egypt, assuming that his mother or grandmother had not interbred with a nigger. Now this union of Judaism and Germanism with a basic Negro substance must produce a peculiar product. The obtrusiveness of the fellow is also nigger-like.”

        Engels shared much of Marx’s racial philosophy. In 1887, Paul Lafargue, who was Marx’s son-in-law, was a candidate for a council seat in a Paris district that contained a zoo. Engels claimed that Paul had “one-eighth or one-twelfth nigger blood.” In an April 1887 letter to Paul’s wife, Engels wrote, “Being in his quality as a nigger, a degree nearer to the rest of the animal kingdom than the rest of us, he is undoubtedly the most appropriate representative of that district.”

        Though few claim him as their own, such as leftists claim Karl Marx, Thomas Carlyle is another unappreciated historical figure. Carlyle is best-known for giving economics the derogatory name “dismal science,” an inversion of the phrase “gay science,” which at the time (1849) referred to life-enhancing knowledge. Most people have incorrectly learned that the term “dismal science” had its origins in reference to Thomas Malthus’ gloomy predictions that the global population would grow faster than food supplies, condemning mankind to perpetual poverty and starvation. My George Mason University colleague, professor Davy Levy, and his co-author, Sandra Peart, tell the true story in their 2001 book, “The Secret History of the Dismal Science: Economics, Religion and Race in the 19th Century.”

        Carlyle first used the term “dismal science” in his 1849 pamphlet entitled “An Occasional Discourse on the Nigger Question.” He attacked the ideas of Adam Smith, John Stuart Mill and other free market, limited-government economists for their belief in the fundamental equality of man and their anti-slavery positions. The fact that economics assumes that people are all the same and are equally deserving of liberty was offensive to Carlyle and led him to call economics the dismal science. Carlyle argued that blacks were subhuman, “two-legged cattle,” who needed the tutelage of whites wielding the “beneficent whip” if they were to contribute to the good of society. Carlyle was by no means alone in denouncing economics for its anti-slavery and pro-equality position.

        No less a historical figure and a Christmastime favorite, Charles Dickens, author of “A Christmas Carol,” shared Carlyle’s positions on slavery and blacks as subhuman.

        Marx, Engels, Carlyle and Dickens all share one belief prevalent throughout mankind’s history down to today: the belief that some people are endowed with superior intelligence and wisdom, and they’ve been ordained to forcibly impose that wisdom on the masses.

        Fonte:
        http://www.wnd.com/2006/06/36692/

        Tem uma tradução parcial do texto pelo Júlio Severo:
        http://juliosevero.blogspot.com.br/2006/06/o-racismo-de-karl-marx.html

        Fico por aqui. A quem quiser pesquisar a fundo toda a maldade de Marx e seus seguidores, fontes não faltam. Recomendo, para começar, o “Livro negro do comunismo” que espantosamente foi escrito por socialistas.

  9. L.S. disse:

    um adendo:

    no mais, mesmo que não consigamos implantar um modo de produção,e por conseguinte, uma sociedade realmente justa, nós como cristaos, devemos fazer nossa parte, COMPLETAR NOSSA CARREIRA, E LUTAR O BOM COMBATE.

    ou você considera justo:

    QUE AS EMPRESAS AMERICANAS SEJAM DONAS DE ESPÉCIES DE ANIMAIS E PLANTAS ???

    QUE A ÁGUA, INCLUSIVE DA CHUVA,SEJA PRIVATIZADA ???

    QUE OS 15% MAIS RICOS DO MUNDO DETENHAM 80 %DAS RIQUEZAS MUNDIAIS????????

    assistam: the corporation e capitalism, a love story;
    leiam: A BÍBLIA, que praticamente em todos TODOS os seus livros faz menção as injustiças que ocorrem no mundo e sobre o dever DEVER OBRIGAÇÃO dos cristãos de acudir os necessitados.

  10. Hélio disse:

    Este blog parece confundir “capitalismo” com “teologia da prosperidade” e “socialismo” com “evangelho”.

    Fazem uma confusão geral.

    Acham que criticar o capitalismo e promover um estado socialista estarão promovendo o evangelho.

    Ledo engano.

  11. l.S. disse:

    puxa, gente, por que vocês excluíram meu comentário ??????

    Só porque falei que era uma cristã marxista???

    Paciência.

  12. Misses disse:

    Burrice deveria ter limite.
    O povo dEle perece por faltar de conhecimento.
    Confundir Marx e cristianismo é como confundir o cu com as calças.
    Deveriam, no mínimo, saber que Marx era satanista (para quem tiver um mínimo de coragem de leitura procure uma biografia séria dele e deixe de ler a babação do Frei Beto).

  13. Oliveira Jr disse:

    Há que esclarecer: socialismo, progressismo e comunismo são as três moscas que voam em torno do mesmo monte. O comunismo tem como intenção primeira a completa destruição dos cristãos autênticos sob o completo domínio do estado em todas as esferas da vida privada. É de admirar que cristãos desconheçam a mais forte de todas as palavras bíblicas a respeito do totalitarismo vindouro, a marca da besta. Em Ap.13 não poderá nem comprar nem vender quem não tiver a tal marca na mão direita ou na testa. O que é isso senão a total interferência do estado na vida individual e na economia mundial? A regulação do que se pode comprar ou vender ficará nas mãos do estado, que só permitirá tais ações a quem tiver a marca desse mesmo estado satânico. Se o estado diz ‘compre’, todos compram, mas a culpa pelo consumismo é do modelo capitalista. Eis a inversão da realidade nua e crua.

    O autor do texto pretende, também, confundir o leitor com a balela de que a teologia da libertação veio em decorrência da corrupção, da desigualdade e das injustiças sociais, como se fosse a solução divina para o problema humano através de uma teologia sincera e bem fundamentada para o perfeito bem estar do homem: a sociedade perfeita. Do texto se infere que ele é um apoiador da maior apostasia teológica já construída na face da terra. Pergunto, então: Porventura, desde a queda do homem, houve um só momento de incorrupção, de igualdade e de perfeita justiça? Nunca! Só haverá quando vierem novos céus e nova terra pelo poder de Deus. Antes, pela mão do homem imperfeito, não! Ademais, em todo o texto escriturístico o que Deus pede é equilíbrio, jamais igualdade. Um quilo de penas é exatamente igual a um quilo de chumbo em força peso, mas totalmente diferente em substância e volume. Nunca se pode confundir quantidade com qualidade – três não é necessariamente igual a bom.

    Os comunistas disfarçados de cristãos usam (e se lambuzam com) o texto de Atos para corroborar suas teses marxistas, pois os irmãos vendiam suas posses, tinham tudo em comum e não havia necessitado entre eles (At.4:32 e ss). Leitura atenta do texto bíblico destrói essa idéia maluca. Vendiam suas posses porque queriam (At.5:3,4), não eram espoliados pelo estado. Entregavam aos pés dos apóstolos, não ao estado. Não há uma só ordem explícita ou implícita para que os discípulos tivessem tudo em comum nem que fossem iguais; e nem que o governante imponha isso aos governados. Há, sim, o relato de que fizeram assim na Judéia por decisão própria, mas acabaram por perceber o erro que cometeram. O que parecia bom e justo resultou num problema terrível. Em At.11:27 e ss., vindo a fome ao mundo – não só na Judéia -, os irmãos da Ásia providenciaram ajuda aos da Judéia que, por não terem mais nada, estavem em situação de penúria. A Escritura nos avisa que o socialismo comunista não funcionou, porque não há almoço grátis. Mas há quem prefira a rebeldia.

    Na Ásia, porém, houve uma ordem dada por Paulo em ITs.4:11, 12: “E procureis viver quietos, e tratar dos vossos PRÓPRIOS NEGÓCIOS, e trabalhar com vossas próprias mãos, como já vo-lo temos MANDADO; para que andeis honestamente para com os que estão de fora, e NÃO NECESSITEIS DE COISA ALGUMA”. Exatamente ao contrário do que fizeram na Judéia, acumularam capital. Capital é trabalho acumulado, não uma entidade maléfica. Há que se ter para se poder repartir: não se pode dividir o não se tem. Em IITs.3 Paulo explica que alguns estavam vivendo sem trabalhar, a marca característica do socialismo, que destrói a iniciativa privada obrigando todos a viver conforme determina o estado numa igualdade que nivela por baixo. Imagine todos os competidores tendo que chegar juntos e iguais numa corrida. Só é possível se todos correrem na velocidade do mais lento.

    A teologia da prosperidade incorre em erro ainda maior: afirma que Deus está obrigado a dar o que prometeu. Ora, Deus não é obrigado a coisa alguma. Ele dá a quem quer, não a quem pede (Rm.9:15,16). Uma vez que Ele é a Verdade, o que diz é fato, e fatos são imutáveis posto que são passado. O comunismo quer reconstruir a realidade, e a realidade é um fato. É o retorno ao caos pela destruição dos fundamentos (Sl.11:3).

    O comunismo, e suas variantes textuais, é o modelo satânico que será utilizado no período da Grande Tribulação. Por enquanto Satanás está testando qual o modelo que mais se adapta aos seus propósitos para ver qual a reação dos homens, principalmente da Igreja. Uma vez que perceba onde pode atuar para aperfeiçoar sua apostasia, tomará as medidas necessárias a fim de enganar os que se julgam bons demais para aceitar a Verdade como ela realmente é. Enquanto isso, aos seus maiores inimigos, dá títulos de reacionários, retrógrados, fundamentalistas, teóricos da conspiração, dentre outros de sua própria lavra, repetidos à exaustão pelos revolucionários e por todos quantos odeiam a fé cristã pura e simples.

    Seguir tal ideologia é pactuar com o inimigo em qualquer de suas formas. Claro está que o primeiro ato de rebeldia contra a ordem estabelecida veio de Satanás, no Éden – “É certo que não morrereis…” – façam o que eu digo e serão inteligentes de olhos abertos -, contrariando o que dissera o Criador.

    O comunismo, para ser implantado, exige que se destrua a ordem estabelecida para que outra, ‘perfeita e justa’, venha como por mágica do caos gerado pela desordem. Eis por que vemos tanta inversão de valores em nossos dias. Sem ofensa aos muares: aceitar tal idéia, tentando amalgamá-la ao cristianismo ou vice-versa, é asnice que advém da ignorância e, em boa parte de seus defensores igreja adentro, é sem-vergonhice da grossa.

    • telmo flores disse:

      não é necessário acrescentar mais nada às tuas palavras, caro irmão, disseste tudo, o problema é que eles acham que a Bíblia precisa de complemento e é aí que o diabo os engana, pobre LS

  14. alex vander disse:

    Nos fins dos tempos o Senhor vai desmascarar os falsos profetas, que na realidade sabem que não creem em coisa alguma. Zacarias 13:4,5 diz:
    “E acontecerá, naquele dia, que os profetas se envergonharam, cada um da sua visão, quando profetizarem; nem mais se vestirão de manto de pelos, para mentirem.”
    “mas dirão: Não sou profeta, sou lavrador da terra; porque tenho sido servo desde minha mocidade.”
    Vale lembrar também, que o anticristo aniquilará a babilônia religiosa que ficará desolada e nua, apocalipse 17:3-16. Isso é o julgamento divino, o anticristo se dirá que é deus e não admitirá outros meios religiosos. Vergonhoso!!!

  15. Paulo Sales disse:

    O autor explica bem, parte dos problemas da igreja, no entanto essa questão de capitalismo, socialismo e tal, vista do angulo do brasil é complicada. o brasil é muito bagunçado para ser referencia na definição de certas tendencias, aqui cai tudo que é porcaria e logo se alastra.
    Fato é que vivemos um momento de muita idiotização, e o bla bla bla dos pulpitos não está resolvendo.
    Ninguém vem aqui explicar malaquias 3-10 que é a base da teologica da prosperidade, pelo contrário, tem gente ai dizendo que Deus vai bater em quem não enfiar a mão no bolso para pagar o dizimo ou algo que o valha. Bem, resalvadas as dividas proporções, pois eu não to aqui para ser inquisitor de ninguém, ta tudo uma grande bagunça, pra todo lado.

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