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08/11 por: Ruy Marinho 49 Comentários.

As sinagogas de satanás e o evangelho pós-moderno

Por Márcio Jones

Pão e circo! Como na Roma Antiga, são os vetores em torno dos quais gira a sociedade hodierna, diz o Bispo Walter McAlister, em seu livro O fim de uma era. “Não há nada a que se atribua mais relevância senão necessidades e prazer: primeiro o que vai encher a minha barriga e depois o que vai me divertir”. E onde entra a igreja nisto? “Está ela sendo fortemente sugada por um redemoinho de forças culturais e não tem mais uma âncora para segurá-la. O que vemos na igreja é uma desorientação profunda. Ela se segura em qualquer coisa para tentar encontrar sua missão”, prossegue o Bispo.

A igreja de nossos dias, de forma majoritária, propugna por uma verdadeira emancipação da reforma protestante, iniciada em 1517 por Martinho Lutero. O objetivo parece ser a aquisição de total independência por parte dos que assim fazem, a fim de que possam dar os rumos que bem quiserem às atividades eclesiásticas. Vemos a inovação interpretativa, a insuficiência das Escrituras, o abandono da sã teologia, o uso de recursos de marketing, a luta por poder e legitimidade, tudo isso em total detrimento dos princípios e postulados, essencialmente bíblicos, deixados como legado pelos reformadores.

A passos largos caminha a igreja pós-moderna rumo à promoção do espetáculo mais inovador que faça os templos se encherem cada vez mais, da estratégia que mais desperte a atenção do público — sobretudo da juventude — e das mais variadas soluções de marketing empresarial. Jesus é a logomarca! “Importa antes ver a igreja cheia! As pessoas estão ‘se convertendo’”, é o que ouvimos e lemos. Nos EUA, por exemplo, as igrejas chegam até mesmo a promover enquetes com não-crentes, com o intuito de saber o que gostariam eles de ver na igreja para que passassem a participar de suas atividades — quase chegamos a esse ponto! Falta pouco. Penso ser a culturalização do evangelho, a mundanização da igreja. É picadeiro e não púlpito.

“A igreja hoje tem ânsia por poder e legitimidade. Logo, quando um conjunto toca uma música, dizem ‘vocês são tão bons que parecem Os Paralamas do Sucesso’. Ou seja, nossos parâmetros de comparação estão no mundo. Nossos parâmetros de importância também são mundanos. Por exemplo: o pastor que realmente tem uma boa palavra tem de estar na televisão, porque, se não estiver, não deve ter muita importância. E, de fato, a igreja está se perdendo nessa sociedade de aparências e correndo atrás daquilo que não é essencial. A igreja hoje é vítima de si mesma, mas, fundamentalmente, é vítima de sua ignorância da Palavra, da ignorância de quem ela é e a quê veio, do porque da sua existência”, arremata McAlister. Afirmo que essas congregações são verdadeiras sinagogas de satanás. Estão a seu serviço.

“Mas ainda que nós ou um anjo do céu pregue um evangelho diferente daquele que lhes pregamos, que seja amaldiçoado”(NVI)!

É a sentença proferida pelo apóstolo Paulo em Gálatas 1:8.

No verso 6 do mesmo capítulo, o apóstolo, estupefato, diz: “Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho”.

As igrejas da Galácia estavam sendo seduzidas e enredadas pelos falsos mestres que traziam ensinos judaizantes. Asseveram que Paulo não era um apóstolo autorizado e que o homem não poderia ser justificado somente mediante a fé em Cristo Jesus, mas que ainda devia fiel observância aos ritos cerimoniais da lei de Moisés (At 15:1,5). Ora, assim quiseram eles tornar a obra de Cristo na cruz insuficiente e, por essa razão ultrajante, de negação do próprio Deus da graça, de forma severa e intrépida, Paulo brande a espada do Espírito contra esses hereges.

Paulo encontra-se perplexo com a atitude das igrejas cristãs da Galácia. Outrora haviam eles acatado com tanto entusiasmo o evangelho de Cristo para logo depois abandoná-lo, e passar a uma outra doutrina, a um outro evangelho, o qual, em verdade, não é outro. Tão rapidamente apostataram eles da fé, abandonaram o Deus da graça. O reformador João Calvino, citado pelo Rev. Hernandes Dias Lopes, denuncia esse mesmo desvio em seus dias, ao escrever: “Os papistas decidiram conservar um Cristo pelas metades e um Cristo mutilado, e nada mais, e estão, portanto, separados de Cristo. Estão saturados de superstições, as quais são frontalmente opostas à natureza de Cristo”.

A carta aos Gálatas é absurdamente pertinente à realidade que vivemos nos dias de hoje. Encaixa-se como uma luva no contexto situacional moderno. Traz um tom apologético com profunda necessidade de ser resgatado, a fim de quebrar o mórbido silêncio que impera nos templos de nossas congregações. Silêncio esse oriundo de ministros que zelam mais por sua própria reputação do que pelo anúncio do verdadeiro evangelho e pelo frontal e declarado combate à enxurrada de doutrinas heréticas e humanistas, que assolam a igreja contemporânea. Tais ministros jamais poderão afirmar, como Paulo, que se buscassem agradar a homens não seriam servos de Cristo (Gl 1:10). “São pastores que apascentam a si mesmos. Líderes que se servem das pessoas para erguer um monumento à própria vaidade”, diz o Rev. Hernandes Lopes.

Arvoremos a bandeira do evangelho de Cristo, dos apóstolos, dos reformadores, dos puritanos. Resgatemos nossas origens, nossas raízes, pelo Senhor estabelecidas, e nos lembremos do firme fundamento de nossa fé, o qual é Jesus Cristo (1 Co 3:11).

***
Sobre o autor: Protestante reformado. Membro da Igreja Presbiteriana Iawe Nissi. Um vaso de barro a serviço do Reino de Deus e em defesa do Evangelho de Jesus Cristo. Inimigo declarado do movimento evangélico emergente e das doutrinas humanistas e diabólicas. Alguém em defesa da sã doutrina.

Imagem: Igreja neopentecostal em Lakewood Houston-EUA.
Fonte: Despertar de um avivamento, via Bereianos.

02/11 por: Ruy Marinho 10 Comentários.

Sua igreja talvez não seja uma igreja se…

Por Jared C. Wilson

“Queremos ir a um lugar com estacionamento amplo, que nos dê um café de graça assim que entremos. Queremos sentar em uma cadeira confortável que vibra. Queremos uma banda bombante. Queremos ver fumaça. E um laser que desenhe uma cruz na fumaça. Queremos um bom cantor para cantar coisas confortadoras enquanto ouvimos admirados. Queremos um palestrante enérgico para aliviar nosso medo da economia e que nos inspire em não mais que 20 a 22 minutos. Então queremos ir embora sem ser incomodados, ter nossas retinas scanneadas para pegar nossos filhos, e vê-los descer do parquinho, depois de terem ouvido uma lição de ninguém menos que o próprio Bob Esponja Calças Quadradas, sobre obedecer aos pais e não mentir. E, se nos sentimos assim, queremos tudo isso novamente na próxima semana. Isso é o evangelicalismo.”

Essa é minha paráfrase de um sermão recente de Matt Chandler na Village Church.

Um pastor de louvor e adoração visitou uma igreja local esses dias, uma pela qual até tenho certo respeito. Ele disse que não ouviu o nome de Jesus na mensagem. Já sabemos que muito do que se passa por evangelicalismo tem pouquíssimo, se é que tem, evangelho. É possível que muito do que se passa por “igreja”… não seja uma?

Aqui vão alguns sinais de que sua igreja talvez não seja realmente uma igreja.

Sua igreja talvez não seja uma igreja se…

- Seu pastor raramente fala sobre Jesus. (Essa é fácil).

- Seu pastor fala sobre Jesus, mas somente no estilo “siga seu exemplo”. (Você poderia ser um Mórmon ou mesmo muçulmano e pregar desse jeito).

- As músicas de “adoração” são mais sobre como você se sente e o que você pode fazer, em oposição a quem Deus é e o que Ele fez.

- A extensão do envolvimento de quase todos na igreja está limitada ao culto semanal.

- Seu pastor não pastoreia as pessoas cara a cara, mas gerencia “sistemas” em seu escritório, 40 horas por semana.

- Alguns desses sistemas são projetados para que o pastor interaja com o menor número de pessoas possível.

- Você não se lembra da última vez que participou da Ceia do Senhor.

- Muito do planejamento e foco na organização gira em torno de fazer um culto sensacional.

- Você nunca ouve a palavra “pecado” por lá.

- Você ouve a palavra “pecado”, mas apenas brevemente ou redefinida como “falhas”.

- Você não se lembra a última vez que ouviu o nome de Jesus em uma mensagem.

- A mensagem de Páscoa não é sobre a ressurreição, mas “novas oportunidades” na sua vida ou virar uma nova página.

- Em feriados patrióticos, a mensagem é sobre quão grande nosso país é.

- Nos outros fins de semana, a mensagem é sobre quão grande você é.

- Há mais vídeos que orações.

- Pessoas não cantam durante o culto de “adoração”, mas assistem.

- As responsabilidades principais do pastor são coisas estranhas à Escritura.

- Existe mais dinheiro investido em propaganda que em missões.

- A maioria dos pequenos grupos gira em torno de esportes ou lazer, e não estudo ou serviço.

- Você sempre se sente confortável lá.

- Ser membro da igreja parece apenas um sistema de recrutamento de voluntários.

- Você só encontra outras pessoas da igreja nos cultos de domingo.

Se sua igreja parece com uma ou mais dessas coisas, talvez seja uma torcida espiritual, um teatro religioso, um clube social cristão, ou alguma coisa totalmente diferente, mas, provavelmente, biblicamente falando, não é uma reunião da igreja bíblica.

***
Fonte: iPródigo, Via Bereianos

20/09 por: Antognoni Misael 23 Comentários.

“CULTO DO CHURRASCO”: UMA INTENÇÃO PARA ADORAÇÃO QUE TERMINA EM INDIGESTÃO!

Por Antognoni Misael

Semanas atrás eu postei um texto no grupo do Facebook da minha igreja local onde fiz uma provocação sobre a grande evasão dos irmãos relacionada os cultos no sábado a noite, organizado pela mocidade da igreja, em detrimento de outras reuniões paralelas realizadas no mesmo dia. Leia o desabafo:

“Desde que me conheço como crente, o culto de sábado sempre foi taxado como ‘reunião dos rebeldes’, isso pq na época alguns fariseus diziam: “os jovens cantando e pregando sem direção de anciãos, vira culto sem reverência.

Mas enfim, como bem advertiu o presbítero Val, hoje, no nosso encontro de ‘Gatos Pingados’, sobre a conferência missionária de sábado que vem, que convidemos as pessoas pra que não dê poucos gatos pingados (como hj) eu até entendo.

Entendo tmb que Deus ouve e é adorado nos nossos cultos (reuniões) de gatos pingados.

#VIVAAOSABADO!!!”

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Após conversarmos sobre isso em lócus com alguns amigos e nos convencermos de que aquela reunião já é abençoadora mesmo com a ausência de muitos irmãos da eclésia, eu tive uma ideia um tanto apetitosa, mas super arriscada de se fazer.

De uns dias pra cá passei a idealizar o “CULTO DO CHURRASCO”, isto mesmo. Inspirado no embalo de: “todo mundo espera alguma coisa de um sábado à noite” (Lulu Santos) pensei em divulgar durante quinze dias este culto liderado pelos jovens de igreja. Não tenho dúvidas de que seria um sucesso! Literalmente um culto muito carnal!!!

Já me pego imaginando a cena, às pessoas chegando cedo, de sorriso aberto, simpatia plena, em jejum noturno, só pra depois do culto devorar aquela picanha suculenta, contrafilé, bisteca gordurosa acompanhado de arroz, vinagrete, salpicão e vários litros de Coca Cola. Eita que será (ou seria) contagiante! Neste dia imagino que a palavra pregada seria rápida e muita gente ficaria fuçando o nariz durante o sermão na curiosidade de saber de onde vem aquela fumaça cheirosa.

Mas a maior surpresa aconteceria no fim daquela reunião de louvor e adoração. Diante da possibilidade de acontecer tal culto, já preparei o discurso, direi:

“Queridos irmãos, foi um prazer enorme ter vocês aqui conosco. A vossa presença nos alegra, nossa comunhão foi fortalecida e estamos muito felizes em ver a igreja cheia num “culto normal” de um sábado qualquer sem nada especial. Isso mesmo! Nada de diferente!

Saibam que o “culto do churrasco” foi algo muito bem preparado, mas quero vos dizer que o churrasco já acabou. Não sobrou nada. Infelizmente vocês terão que me compreender bem… Olha queridos, a Bíblia diz: ‘mortificai a vossa carne: a prostituição, a impureza, o apetite desordenado, a vil concupiscência e a avareza, que é idolatria: pelas quais coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência (Colossenses 3:5)’. Percebam que quando todos vocês deixaram de estar em casa ou em outro ambiente deleitando –se de coisas que não edificam para estarem aqui louvando a Deus e glorificando-O certamente vocês queimaram a vossa carne. Um churrasco do Ego foi executado!!

Irmãos, mais que isso, confesso que quando os vi com as mãos aos céus cantando hinos de louvor eu vislumbrei a fumaça vos rodeando (como naquela música “a fumaça me esconde…”). Era literalmente um churrasco acontecendo!! Gente, vocês queimaram a vontade da carne! Vocês fizeram um churrasco com o pecado e estão saindo daqui alimentados…Não de carne, mas de Deus. Amém?”

Após esse esclarecimento admito que não tenho a mínima ideia do que poderá ocorrer. Talvez os mais famintos, “des-jantados”, saiam me xingando , outros moderados me compreendendo. O que sei é…isso não passa de uma ideia, só!
Ainda tenho juízo! Na verdade, pra não me sair como “o Judas” dessa história, vejo que com certeza é bem menos dispendioso encomendar 3 kg de picanha, 3 kg de carne de porco, 3 quilos de contrafilé, 3 kg de alcatra, 3kg de Maminha, 3kg de costela bovina, 3 pacotes de Coca Pet, duas travessas de arroz…

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Fonte: Arte de Chocar. Divulgação: Púlpito Cristão.

10/09 por: Antognoni Misael 24 Comentários.

Igreja funciona dentro de boate na Rua Augusta


“Não é o lugar, mas a presença de Deus. Não é a ornamentação, mas a graça. Não é sobre estruturas, mas sobre Cristo amando pessoas através de nós e reconciliando-as consigo mesmo. Nao devia ser um museu para santos, mas um hospital para pecadores.

A igreja só é igreja quando ela ama o perdido”. (Leonardo Gonçalves)

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Púlpito Cristão.

29/08 por: Antognoni Misael 5 Comentários.

Quanto tempo é preciso para uma igreja apostatar?

Por Vinícius Musselman Pimentel

Comecei neste semestre o Seminário Martin Bucer, e na aula magna deste semestre, pregada na Igreja Batista da Graça, em São José dos Campos, o Pr. Paulo César do Valle nos lembrou de como em pouco tempo (cerca de 3 anos!*) a igreja da Galácia havia deixado o evangelho da graça. Paulo, admirado, escreve:

Admira-me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de Cristo para outro evangelho, (Gl 1:6)
Que alerta é este para nós! Três anos e uma igreja inteira praticamente apostatou. Como cresce a erva daninha da heresia! E, para nosso espanto, uma igreja plantada pelo próprio apóstolo Paulo! Não devemos estar todos atentos? Pastores, vocês estão atentos ao fato de que tão depressa as ovelhas que lhe foram confiadas podem estar crendo em heresias? Pais, vocês estão alertas à possibilidade de que em três anos seus filhos podem estar apostatando? E, não só aqueles que estão em posição de liderança. Você, membro de igreja, não fica preocupado com o que alerta Hebreus 3:12,13? Você o pratica? Encoraja seu irmão a cada dia e é encorajado por seu irmão a cada dia?

Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo; pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de
vós seja endurecido pelo engano do pecado. (Hebreus 3:12,13)

Será que não menosprezamos o poder enganador do pecado para endurecer nossos corações? Lembremo-nos dos vários episódios no Antigo Testamento – escrito para nosso ensino (Romanos 15:4) – onde, em poucas gerações, a nação de Israel abandonara o Senhor e Seus preceitos (o livro inteiro de Juízes, especialmente, 2:10,11 e os reis em Crônicas). Não dizemos todos que destruir é muito mais fácil que construir?

Mas não desanimemos. “Atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados” (2 Co4:8). E o motivo de nosso ânimo é que embora grande seja o poder enganador do pecado, maior é o poder de Deus, o qual fazer grandes coisas por seu povo e em pouco tempo, como nos testemunha o reinado de Ezequias:

Ezequias e todo o povo regozijavam-se com o que Deus havia feito por seu povo, e tudo em tão pouco tempo. (2Cr 29:36)

Oremos para que Deus traga tal graça à nossa geração a fim de voltarmos ao Evangelho a cada dia. Oremos para que possamos vigiar e orar (Mc 14:38), vigiar e ensinar, vigiar e encorajar. Lembremos que para edificar algo esforço e energia são necessários. Precisamos ativamente lutar contra a tendência do nosso coração tão propensa a desviar-se, através da leitura da Palavra, da oração e do encorajamento mútuo entre os irmãos. Precisamos manter um equilíbrio saudável de alerta e confiança – cautela contra os enganos do pecado, do mundo e do diabo e esperançosos no poder de Deus. Sem cair no extremo da confiança ingênua, que não vigia e, portanto, não ora, pois é a angústia da tribulação que nos leva à oração (como bem nos exemplifica os salmos), nem no outro extremo do temor paralisante, que não vigia, nem ora, pois não confia no poder libertador de Deus.

Vigiai e orai!

*A data, obviamente, é aproximada. Estima-se que Paulo plantou a igreja na Galácia em sua primeira viagem missionária (46-47 d.C.) e escreveu a epístola aos Gálatas antes do concílio em Jerusalém (48-49 d.C.)

Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

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Direto do Voltemos ao evangelho. Divulgação: Púlpito Cristão.

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