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POSTS ALEATÓRIOS

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PASSARINHO QUE ANDA COM MORCEGO, ACABA DORMINDO DE CABEÇA PARA BAIXO

84

Pop Star Gospel: Pastora Luciana e sua música pra pinico!

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DEUS PODE ANIQUILAR A VIDA DE UMA CRIANÇA? Quem responde é John Piper!

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Conhecendo as doutrinas da Bíblia: Parte 1, A escravidão do pecado.

ÚLTIMOS POSTS

13/12 por: Antognoni Misael 10 Comentários.

Sanctus Delirious

Por Jofre Garcia

- Igrejas!! Igrejas!! Meu reino por uma Igreja!

- Igrejas!! Igrejas!! Uma Igreja do Reino!

Gritava o sujeito nas ruas com uma Bíblia mão. Apesar de toda algazarra pouca atenção atraia. Até que um passante, indiferente, mas querendo sossego, protestou:

- Pra quê tanta celeuma? As placas estão aí, escolhas uma e te conforma.

Suspiros profundos, mãos na cabeça:

- Não quero a igreja da placas, elas já não dizem nada, são nauseantes, repulsivas, muitas delas exalam a podridão mística das coberturas idolátricas dos fantoches de Mamon.
Eis que outro se aproximou, e com nítida irritação retruca:

- Cale-se! Acaso atentas contra os ungidos? Recolha-se em seu nada ou venha ao sacrifício.

Olhos fitos, semicerrados, mas de tal modo penetrante que fez seu interlocutor baixar a vista:

- Não sabia que eram ungidos, nem parecem! Pois seus modos, seus feitos, suas falas, seus “evangelhos” de tão idênticos aos senhores e as coisas da terra, embaçaram minha visão que nem vi unção, embora tenha visto bastantes cifrões.

- Eis aí mais um frustrado! Cachorro morto! Chutai-o longe para não atrapalhar o culto – ameaçou um grupo indignado.

Corpo e indicador em riste, olhar firme e sem medo, a ponto de fazer recuar os salientes agressores:

- O cheiro fétido da rapina de vossos cultos enfastia-me o olfato, o vômito de vossas crenças inúteis embrulha-me o digestivo, o putrefato de seus sacrifícios enoja-me o espírito, a ganância torpe de vossa fé escandaliza o meu Deus.

- Cala-te!

- Cala-te!

- Cala-te!

Gritavam as turbas, os montes, as cavernas, os “crentes”, descrentes, os paletós e as gravatas…

Levantando a Bíblia acima de sua cabeça bradou:

- Não sou eu quem grita. Não sou eu quem brada. A Palavra vos acusa. A Palavra vos condena. A Palavra vos expõe. Os céus são testemunhas e até as pedras falarão por mim. A voz que lhes cortam é a mesma que os séculos não calaram, pois divina, eterna e poderosa ela é. E corta… Espírito – alma, juntas e medulas…

Alguém passando apressadamente, sandália de dedos e compras na sacola, olha com desprezo e ironiza:

- Já não basta tanta igreja e este besta criando drama. Veja, há uma logo ali, outra aqui e aquela lá. Vai-te! Pois em qualquer caminho é “amém igreja!”.

Caem-lhe os joelhos ao chão. Ergue os braços aos céus:

- Não! Não quero a igreja – metas e seus matemáticos pastores, pois suas ovelhas são números e não gente. Não quero a igreja – propósitos e seus pragmáticos pastores, pois suas ovelhas são frutos do estresse planejado. Não quero a igreja – engessada e seus pastores nostálgicos, pois suas ovelhas cultuam o passado. Não quero a igreja – empresária e seus pastores executivos, pois suas ovelhas são produtos de marca e grife. Não quero a igreja – negócio e seus pastores comerciais, pois suas ovelhas são mercadoria negociável e peças de estoque. Não quero a igreja – mídia e seus pastores estrelas, pois suas ovelhas são marionetes não pensantes. Não quero a igreja – feudo e seus pastores senhores, pois suas ovelhas são vassalas exploradas pelo medo. Não quero a igreja – mística e seus bruxos pastores, pois suas ovelhas são cegas a caminho do abismo. Não quero a igreja – quadrilha e seus pastores bandidos, pois suas ovelhas vítimas incautas.

E continuou…

- Parem! Parem! PAREM!!! SOCORRO!!!

Juntando as mãos dobrando o corpo, as lágrimas rolaram na face.

- Eu quero uma Igreja. Uma Igrejinha. Igreja – gente. Igreja – Corpo. Igreja – Vida e viva. Igreja que não se venda, que não se dobre, que não minta, que não blasfeme, que não negocie. Eu quero Igreja – Deus e não igreja – homem, mas que sendo Igreja – Deus, também seja Igreja – Homem. Eu quero a Igreja! Meu reino pela Igreja! Eu quero a Igreja do Reino, lavada no sangue do Cordeiro. Eu quero a Igre…!

Zás!

Zás!

Pedras rolaram em meio aos cânticos. Chutes vieram em meio a “mistérios”. Socos surgiram como milagres. Tapas soaram como “visões”. Cuspes jorraram em transes e sonhos. Pauladas desceram em atos proféticos. Pancadas caíram junto a versículos. Paletós e gravatas puxaram-lhes os cabelos.

O corpo inerte estendido no asfalto.

- Amém! Glóoooooooooooooooooorias!!!! – a turba bradou. E, depois, um por um, seguiu para os cultos de peito lavado e missão cumprida.

Então, um ateu, crendo, orou a Deus e tentou reanimá-lo.

Um cético creu, e trouxe-lhe um copo d’água.

Um católico quis chamar a polícia, mas temeu a turba.

E os que não dobraram os joelhos (alguém contou sete mil) socorreram-lhe a vida.

Enquanto isso, dois transeuntes que observaram toda cena, caminhando tranqüilos comentaram:

- Que vem a ser tudo isto?

- É mais um dos delírios dos santos.

E lentamente seguiram para as catedrais humanas.

Em Cristo, na Fé e no Caminho.

***

Fonte: Auxílio do Alto.

10/12 por: Antognoni Misael 11 Comentários.

Crente Esponja, Só Falta a Calça Quadrada

Por Jofre Garcia

Julgai todas as coisas, retende o que é bom”
(1ª Ts 5.21)

O discernimento é um dom proveniente de Deus, o que não significa dizer que o cristão, o converso não tenha que exercitá-lo como uma disciplina constantemente evolutiva em sua caminhada. Muito pelo contrário, o discernimento deve ser permanentemente desenvolvido, pois é por este dom que possuímos a capacidade de percepção dos elementos salutares e os nocivos que adentram na Igreja e nos edificam ou transtornam.

O discernimento funciona como um filtro por onde os germes infectos que circulam em torno procurando invadir a Igreja são identificados, sendo barrada sua entrada.

Porém, temos um problema!

O efeito esponja!

Pois a esponja vai absorvendo água ou qualquer líquido com sua sujeira e impureza, até chegar ao seu extremo de sua capacidade e no primeiro aperto espalhar seu excesso.

Este é um fenômeno muito comum em nosso universo evangélico onde as águas sujas e infectas das doutrinas exóticas e esdrúxulas encontram campo fértil e ardorosos defensores.

Sincretismos pagãos, contorcionismos teológicos, atos proféticos, “visões” vindas de fontes turvas e com propósitos duvidosos, movimentos evocativos de forças estranhas, línguas que manifestam distúrbios emocionais, doutrinas contrárias aos ensinos bíblicos sendo aplaudidas, multidões desesperadas em busca do reino deste mundo, mistura perigosa com o pior da política, mundanismo, idolatrias, etc.

E as súcias de crentes seguem empolgados os novos ídolos, ditos evangélicos, sem o menor pudor doutrinário.

Armada de textos descontextualizados (Não julgais – Mt 7.1; Quem não tiver pecados – Jo 8.7), os esponjas ameaçam aqueles que detectam os falsos ensinos e apologizam em favor das Sagradas Escrituras, mas não temem abraçar o “novo” e esdrúxulo caminho quilometricamente desviado da rota de Cristo.

Algumas velhas novidades que voltaram a ostentar imensa popularidade em nosso tempo:

Negação da cruz;

Recusa ao estreito e espinhoso caminho;

Descrença na existência real do inferno;

Negação a soberania de Deus;

Relativismo para com a Bíblia;

Renovação do misticismo exacerbado;

Culto a personalidade;

Feudalismo religioso;

Anti-Bíblia em favor das visões enfatuadas;

Estrelismo estratosférico;

Adoração a Mamom.

Mas, tudo é permitido desde os sorrisos plastificados, os achaques ufanos, os arroubos performáticos e a ostentação cinematográfica das conquistas ou pseudos milagres estiverem sendo caudalosamente derramados nas mídias sem fim, projetando uma imagem do que nunca foi não é e jamais será Caminho de Cristo.

Mas quem se importa?

“Quem creu em nossa pregação”

Bradava o profeta Isaias sob inspiração divina, ante o espetáculo do Servo Sofredor (Is 53.1), contrariando as expectativas de um Messias beligerante e doador de benesses ao bel-prazer do seu povo.

Há alguém que se importa?

Está tudo tão legal!

Somos tantos, e podemos até pressionar governos. Temos até um dia instituído nacionalmente, e podemos angariar recursos públicos para financiar nossos shows.

- Não é ótimo! Crente Esponja!!!!

- É sim Crentik! Rê rê rê rê rê rê rê…

Mas, Aquele que tem na mão direita as sete estrelas, de cuja boca sai uma espada afiada de dois gumes, e o rosto, brilha como o sol em sua força, diz: Conheço as tuas obras (Ap 1.16; Ap 2.2,9, 13, 19; Ap 3.1,8,15).

N’Ele, o Cristo que nos dá o discernimento e não o estado esponjoso.

***

Jofre Garcia é Teólogo, Radialista, admirador de automobilismo. Edita o Blog Auxílio do Alto.

05/10 por: Antognoni Misael 13 Comentários.

Ouço Música ao Longe…

Por Jofre Garcia

Perdoem-me!

Não sou evangélico fundamentalista, bitolado e fanático, personagem tão comum em nosso tempo. Alguns cheiram Bíblias, outros são especialistas no toque do shofar, tem ainda, os que chamam de “trouxas” a quem crê, ama e recusa barganhar a fé cristã. Ah! Não podemos esquecer os que vendem unção, os que uivam, engatinham, mergulham-se em óleo e metem medo pela bizarrice com que demonstram seu extravagante “evangelho”.

Desculpem-me!

Não sou protestante puritano, hiper-calvinista, não pertenço em essência a nenhum dos rotulantes “ismos” tão presentes em nossa história-igreja. Alguns estratificam a fé, outros na ânsia da racionalização da fé, deserdam-nos do seu dulçor e como estranhos iluministas, diabolizam a mais natural emoção que se dá do encontro do perdido com o Salvador que nos torna filhos. Não podemos esquecer-nos dos que materializam mecanicamente o Caminho e são tão eficientes em defenderem conjuntos doutrinários sistematizados que idolatram os heróis e esquecem da misericórdia, amor e perdão.

Perdoem-me!

Não sou evangélico imbecilizado que vaga servil, correndo atrás dos seus líderes carismáticos, reproduzindo grunhidos e imitando as gesticulações patéticas como quem segue os tripulantes de um trio elétrico.

Desculpam-me!

Não sou crente medíocre, fascinado com a espiritualidade plástica, impactado pelos milagres fabricados e os testemunhos produzidos pela indústria da fé (crendice). Tolo a ponto de sujeitar-se a tirania apossada do púlpito, o qual anda reluzindo o ouro e prata de suas conquistas.

Vão às favas!

Os pseudos vencedores que vendem o Evangelho, que fazem de sua mensagem um misticismo doentio, uma ferramenta de captação de recursos financeiros livres de impostos e preparados para uso ardiloso e vil.

Apartai-vos de mim!

Os que arregimentam exércitos de seguidores marionetados, incapazes de uma reflexão aguda e de conduzir sua fé na estrada segura da Palavra, a qual é fundamentada na inspiração divina e ilumina nosso caminho.

Arreda!

Bandidos de Bíblias em punho como arma de manipulação e domínio. Negociantes incansáveis e insaciáveis pelos privilégios mundanos, sustentados pelo suor e sangue dos incautos peregrinos que de “igreja” em “igreja” buscam na penitência do dízimo o alívio para suas almas.

Ouço musica ao longe…

Ela me acalma e tem a capacidade de me conduzir ao sonho de dias melhores. Não! Não é a utopia platônica de um mundo sempre lá, no eterno: o “outro”. Mas, uma luta constante a partir de mim e de cada um que crê, (e não são tão poucos assim) não deixando esmorecer a fé naquEle que é o seu Autor e Consumador.

Ouço música ao longe…

O Evangelho é música.

Música com cheiro, tom, textura e sabor de vida nova. Regenerada! Vida pra ser vivida, sorvida, deglutida e transformada em frutos que permaneçam. Frutos da salvação. Frutos que não pesam, não aprisionam, não machuca o indefeso crente.

O Evangelho é música feita para crer, pensar, viver.

“O evangelho é que desvenda os nossos olhos
E desamarra todo nó que já se fez
Porém, ninguém será liberto, sem que clame
Arrependido aos pés de Cristo, o Rei dos reis” (Grupo Logos)

N’Ele, que dá ritmo santo a nossa vida.


***

Jofre Garcia sempre tem nos abençoado com seus post’s aqui no Púlpito Cristão, e desta vez pôde fazer novamente. Jofre que é teólogo, radialista e bloga lá no Auxílio do Alto.

14/09 por: Antognoni Misael 8 Comentários.

Democracia é Mais do Que Isso

Por Jofre Garcia

“O temor do Senhor é o princípio do saber” Pv 1.3

Abomino qualquer tipo de ditadura, até mesmo aquelas que se fazem obtusas e recheadas de subterfúgios praticadas em muitas “igrejas” pelo Brasil. Desde cedo aprendi a desejar a democracia como bem inegociável do povo, a amá-la como parte fundamental da existência de uma nação e a defendê-la como uma conquista inerente e indispensável para a construção da cidadania.

Cidadania.

Palavra enigma que nos seduzia e nos fazia sonhar com nossa pátria sendo o estandarte de tão magnífica gente e terra: a nação cidadã, cujo bem entesourável é o seu povo, fundamento e base pelo qual se constitui significados e re-significados de símbolos pátrios e aplicabilidade de qualquer lei.

E assim suspirávamos naqueles anos em que a ditadura agonizava e nos ares, sentia-se “o cheiro de uma nova estação”. Junto com a locomotiva democrática seguia os vagões da liberdade de expressão, de uma sociedade mais justa, cooperativa e de amplas oportunidades. O mundo veria o renascimento de uma nação que foi destinada a desbravar ódios, rancores e preconceitos, pois nossa gente e nossa terra e “amiga de todas as nações”.

Democracia em si já é um termo difícil de conceituar empiricamente, porém, quem experimentou o esmagamento torturante de uma ditadura cruel, irá facilmente defini-la. Mas, em tese é complicado, embora a definição mais aceita seja a de um governo exercido pelo povo e tendo várias formas para que isso aconteça. No entanto, na real, democracia é mais do que uma simples forma de definir governos, ela é uma construção de vida (pelo menos deve ser), depende para isso de muitos fatores e o povo, em geral, precisa de conscientização que para construí-la é indispensável SER cidadão, e isso, implica direitos e DEVERES para todos.

Porém, tudo ficou um bocado triste!

É que estamos confundindo democracia com opinião pública, e erramos mais ainda quando a medimos apenas em ano eleitoral, ou quando há pesquisas de aprovação deste ou daquele gestor público e só.

E as eleições, outdoor de nossa democracia virou um jogo frustrante de muitas cartas marcadas. Praticamente não escolhemos os candidatos, é a competência da mídia e das empresas de marketing eleitoral que o fazem.

Assusta-me perceber que grandes conglomerados midiáticos estão nas mãos de grupos políticos e que facilmente inclina seu público para acatar seus objetivos, basta usar com um pouco de eficiência a PNL.

Por todos os rincões de nossa pátria as oligarquias se apossaram do poder que “para o povo deveria ser exercido”, mas ele, o povo, tem ficado ao largo das prioridades políticas, e a lei parece jamais alcançá-los.

Temos até a impressão que se tornaram inimputáveis.

Falta racionalidade, vamos para as urnas como quem vai assistir ao jogo de futebol, e a paixão partidária se confunde com o amor irrefletido aos clubes, enquanto nossas cidades se arrastam em atrasos e desmandos que desanimam até a alma mais progressista. O povo acaba contribuindo com esse quadro, quando deixamos de pensar como povo (um todo), para pensar egoisticamente e querer apenas “se dar bem”, o município que se lixe!

Certa vez ouvi de um eleitor a fatídica e irresponsável frase: “Não votei nele para administrar bem. Votei, para ele ganhar a eleição”.

Como é triste nossa democracia!

Nela, se escondem e se disfarçam muitas ditaduras.

Leis e trâmites incompreensíveis, acachapante carga tributária, corrupção jorrando como esgoto a céu aberto, criminalidade a solta e cidadãos presos, julgamentos intermináveis para crimes tão comuns, má administração como praga contagiante espalhando-se pela nação e a burocracia institucionalizada como marca brasileira emperrando o crescimento.

É até estranho que um dos princípios elementares do fortalecimento democrático, a alternância do poder, não funciona bem em nossos rincões, mas, fragiliza e encarece a administração pública, pois quando um é eleito, desmancha tudo que o outro fez e assim sucessivamente.

Mas, o povo canta nos arrastões e isso é só o que importa.

Ainda assim, prefiro a democracia a qualquer ditadura. Precisamos, é claro! Melhorar e aperfeiçoar o que conquistamos e nunca desprezar os triunfos do povo. A democracia só é possível com cidadania, que por sua vez é feita quando os acessos a saúde, educação e justiça tornam-se uma realidade palpável a qualquer um.

A democracia é feita de cidadãos livres, porém, jamais estáticos.

Isto serve também, para as “igrejas”, pois muitas delas são verdadeiros feudos anti-democráticos.

N’Ele, que tem o governo sobre os seus ombros.

***

Jofre Garcia é amigão e edita o Auxílio do Alto. Divulgação: Púlpito Cristão.

18/08 por: Antognoni Misael 8 Comentários.

Fé Que Pensa, Razão Que Crê

Por Jofre Garcia

Deus nos convida a pensar.

Você já pensou nisso?

As páginas da Bíblia é um verdadeiro desafio que nos conduz a uma fé transcendental, porém racional, que não descarta o sobrenatural nem despreza os fenômenos que não encontram explicação plausível em nossa dimensão de conhecimento, mas que, no entanto, nunca trata o culto ao Deus – Criador reduzido a um espetáculo de crendices medievais e bizarras superstições, frutos da ignorância e do misticismo tão imperiosos na alma caída do homem.

Ao contrário do que muitos imaginam, na Palavra de Deus, se encontra a mais harmoniosa filosofia prática da história da humanidade. Nela, não há espaço para ambigüidades teóricas nem tão pouco para asseveradas discussões acadêmicas que servem apenas para massagear o ego dos intelectuais. Em sua leitura somos confrontados com as nossas arrogâncias existenciais e, então, os nossos saberes absolutos se desfazem como a poeira que é arrastada pela brisa vespertina.

Deus nos convida a pensar…

Ao contrário do que muitos imaginam a Palavra de Deus não embrutece, não emburrece, não idiotiza e, muito menos não aliena ninguém. Todas as monstruosidades e esquisitices que temos testemunhado em “nome de Deus”, não condizem com os princípios e ensinos de Cristo no Livro Santo, mas de homens que para explorar o próximo e saciar a sua sede de poder, abençoa a ignorância das massas e estimulam uma religiosidade esdrúxula, pomposa e desesperadamente imediatista.

Deus nos convida a pensar…

Não apenas ler.

Ler é o começo.

Pensar é necessário.

Leia…pense…leia…estude…viva!

Quando nos lançamos na maravilhosa experiência de conhecermos o maior de todos os livros rompemos as fronteiras escravizantes dos nossos conceitos, preceitos e pré-conceitos. O simplório achará sabedoria e será apontado por mestre. O filósofo encontrará a si mesmo e o sentido do seu existir fará brotar em seu coração / espírito, o amor, a fé e a esperança.

Deus nos convida a pensar…
Nada é simplista ou casuísta. Há sempre uma parábola profunda, uma hipérbole, um tipo, um antítipo, um paralelismo a ser compreendido. Precisamos mergulhar nas águas límpidas e restauradoras da Palavra do PAI.

Mas preste atenção!

A Palavra é do PAI!

E sendo do PAI nos remete ao FILHO, nos remete a cruz, nos remete a GRAÇA. Imarcescível Graça, incorruptível Graça, incomparável Graça, inegociável Graça de Deus em Cristo Jesus.

Irresistível Graça.

Leia…pense…estude…Não com óculos da filosofia pedante e ineficaz dos homens, nem com a ótica das pseudo-teologias doentias que transforma a ardente fé racional da Bíblia em mantras, grunhidos e especulações espirituais. Deus não nos aliena, mas nos chama a um exercício racional que nos permitirá conhecer a sua boa, perfeita e agradável vontade.

Não apenas leia, mas pense, raciocine, estude, para que possa você por você com o auxílio do Espírito viver não somente o Deus Transcendente, mas o Deus totalmente inerente, pelo qual a nossa alma clama e grita e chama:
Deus – ABA; Deus – Rafá; Deus – Nissi; Deus – Jirê; Deus – Shalom.

Deus nos convida…

…ler…pensar…VIVER!

N’Ele que vive e reina para sempre, Jesus!

***

Jofre Garcia é teólogo, radialista, empresário no ramo farmacêutico, presbítero, poeta, gente que pensa, e o que mais…já sei, servo, pecador, e exclusivamente dependente de Deus. Direto do Auxílio do Alto. Divulgação: Púlpito Cristão.

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