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APOCALIPSE NOW? Silas Malafaia no Pânico – UAI!!
Silas Malafaia volta a ser assunto nas manchetes e nas redes sociais. Ontem (04) ele supreendeu a muitos ao aparecer no programa Pânico na Band sendo entrevistado por Sabrina Sato.
Malafaia comentou em seu blog pessoal: “Não anunciei em lugar nenhum a minha participação no ‘Pânico’ para que alguns irmãos não dissessem que eu estava induzindo o povo de Deus a ver programa não apropriado. Porém, quero dizer uma coisa, eu só não prego no inferno porque não tem salvação para o diabo e os demônios. Mas onde me abrir uma oportunidade tenha a certeza que eu não esconderei minha fé e meus princípios.”
“Não podemos estar enclausurados em quatro paredes do templo. Temos que ir onde estão os pecadores. Fiquei surpreso com a quantidade de pessoas não evangélicas que me deram razão e gostaram da entrevista.”
Gente, não tenho muito o que comentar: quem quer rir, pode rir; quem quer chorar pode chorar. Só não pode dizer que aquilo tudo foi uma benção e o nome do Senhor foi exaltado. Sinceramente, tá difícil qualificar essa participação entre: pânico cristão ou palhaçada gospel. Alguém tem outra dica?
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Púlpito Cristão.
O “Mala”, a Gabí e o Evangelho inversamente proporcional ao que se vê por aí
É lamentável ver grande parte da nação evangélica se contentando com tão pouco. Bastou o Pastor Silas Malafia aparecer em uma das maiores emissoras nacionais e destilar sua ríspida fala em defesa da família tradicional, para que muitos cristãos sentissem, ao final daquele programa da Gabí, a sensação de terem sidos bem representados, ou quiçá, sendo menos plausível, a supérflua alegria provocativa como aquela tipo: “meu time venceu o time do meu vizinho”.
Não era essa a representação de igreja que eu, e muitos cristãos, almejávamos para o Brasil. Aliás, quem de nós precisa ser representado, senão por Cristo!
Exceções à parte – e relembrando algumas marcas de nossa história como evangélicos – , quem nunca soube que fomos (e ainda somos) reconhecidos por nossa hostilidade, intolerância, extremismo e segmentação. Que durante anos fomos (e ainda somos) mal ensinados sobre conceitos imprescindíveis como os de: igreja, adoração, mundo, secularismo, graça de Deus, missões, espiritualidade, etc. Ainda notemos também que, se culturalmente somos um país rico, ao mesmo tempo, apresentamos um nível paupérrimo em questões de leitura – vejamos que no Programa de Avaliação Internacional de Estudantes (Pisa), dentre os 64 países avaliados, ficamos apenas na posição 53 – o que se reflete proporcionalmente em uma significante camada evangélica, em sua maioria, ignorante, “fantocheada”, perdida no tempo e no espaço, quase sempre à espera de um representante que supra todas as suas carências representativas, teológicas, espirituais, familiares, dentre tantas. Neste viés, não há dúvidas de que tal camada se torna vítima de pseudos-líderes, mas ao mesmo tempo irresponsável consigo mesma, quando tem a oportunidade de ser alertada, mas omite-se a pensar.
Quanto pesquisamos a história da igreja evangélica no Brasil (e aqui não tenho intenção de historicizar) ficamos bastante entusiasmados ao notar a provisão de Deus ao enviar missionários comprometidos com a pregação do evangelho em nossas terras. Contudo, com o passar dos anos, a tentativa de europeização eclesiástica, partindo desde os formatos dos cultos, liturgias, costumes, indo até as arquiteturas de igrejas, davam sinais de que a igreja no Brasil sofreria alguns problemas relacionados ao aspecto cultural. Mas o pior ainda estava por vir. As estranhas correntes teológicas, quase sempre vindas do Norte, passou a ameaçar o projeto de aperfeiçoamento prático-doutrinário da igreja no Brasil, vindo a fragmentá-la em diversos aspectos. Sendo assim, quando, já na década de 90, o inchaço resultante de tantas subdivisões acarretou em uma perca de referencial no meio de nós. A igreja brasileira, àquelas alturas, já estava em parte, mística, fria, vendida, politizada e alienada.
Já sem eira nem beira, o que um dia se foi chamado de Protestante veio a passar por várias fases quanto ao estereotipo: de “Crente”, “Evangélico”, chegando até o moderno termo “Gospel”. O que isso refletiu, a grosso modo? Em um vexame da igreja evangélica! O sinal de que além de abrangermos o aspecto religioso, também podemos ser da merchandish!
Atualmente as denominações vistas como tradicionais sofrem com tamanha pressão de movimentos neopentecostais, o mercado religioso lucra milhões com produtos e imagens de ícones do movimento Gospel, a mídia em geral reconhece que os evangélicos são “a bola da vez” e abrem espaço para suas representações. Enquanto isso, se na igreja do Malafaia tem pastor ganhando até 20,000 Mil Reais, nossos campos missionários vivem a escassez de recursos; se nos grandes templos há tanto “pede-pede” em nome de uma prosperidade “besteirol” ou não, os minoritários cristãos que pregam apenas o evangelho envolto pela Graça de Deus insistem em não se guiarem por quantidades, mas pela Verdade. E assim vamos prosseguindo, vivendo esse Evangelho inversamente proporcional ao que se mostra por aí…nos Show’s mundiais, universais, na Globo ou na Gabí.
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Antognoni Misael, editor do Arte de Chocar e colaborador na edição do Púlpito Cristão.
O que eu achei da Entrevista do Silas Malafaia a Marilia Gabriela
Acabei de assistir no SBT a entrevista dada por Silas Malafaia a Marilia Gabriela.
Posso não concordar com o Silas em muita coisa, aliás, discordo dele veementemente quanto a sua teologia, principalmente quando prega sobre prosperidade e confissão positiva. Na verdade, considero herético o seu ensino sobre prosperidade, todavia, algumas de suas posturas considero bíblicas, ainda que discorde da forma com que fala.
Na minha opinião no primeiro bloco da entrevista Malafaia se enrolou e não conseguiu convencer aos telespectadores sobre a funesta teologia da prosperidade. Quando questionado sobre seu patrimônio Silas apresentou a jornalista documentos contestando a reportagem da Forbes, o que foi rebatido por Gabi. O que me chama a atenção é que a Forbes alega ter recebido essas informações do poder público brasileiro. Ora, vamos combinar uma coisa? Se isso de fato aconteceu um crime foi cometido, não por Malafaia e sim pelo Estado que sem um mandado judicial forneceu as informações publicadas pela imprensa. Acho que Silas está certo em exigir explicações.
Ao tratar de assuntos relacionados a sexualidade Silas demonstrou firmeza e coerência bíblica. Na minha perspectiva Marilia ao tratar da homossexualidade foi intransigente e grossa com o seu entrevistado demonstrando assim vivenciar a mesma intolerância que tanto combate. Na verdade, em um determinado momento da entrevista ela chegou a alterar o seu tom de voz tentando impor sobre Malafaia suas crenças e percepções.
A entrevistadora do SBT também foi tendenciosa ao insinuar que o ministério pastoral pode ser uma profissão lucrativa. Ora, a esmagadora maioria dos pastores ganha muito pouco. Ouso afirmar que mais do que 90% dos pastores ganham muito mal. Sei de muitos pastores que lutam com sacrifício e que para sustentar a família cortam um dobrado. Afirmar que todos os pastores roubam e são ricos é uma enorme maldade.
Silas também defendeu o casamento, combateu o divórcio e acentuou o valor da familia, todavia, na minha opinião ele perdeu uma grande aportunidade para anunciar Cristo de uma forma mais tangível aos milhares de telespectadores espalhados por esse Brasil.
Veja a entrevista na íntera:
(Fonte: BLog do Renato Vargens. Divulgação: Púlpito Cristão)
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E aí, o que acharam da entrevista do “Mala”? Será que sua aparição na Gabí foi um desastre? Ele se redimiu e fez um discuso equilibrado e coerente? Falou correto, mas da maneira errada?
Avalie.
Antognoni Misael.
Murdock e Malafaia vendendo novamente bênçãos a R$ 1.000,00
Conforme anunciado por semanas, Malafaia colocou no ar a pregação do “Dr.” Mike Murdock. Como sempre, mais do mesmo:
- uma pregação que enfatiza a auto-ajuda gospel;
- ameaças a quem vai contra a “autoridade”, no caso o Malafaia;
- promessas de 3 bênçãos (desta vez uma “visitação extraordinária do Espírito Santo nas próximas horas”, “cura de todas as doenças” e “dinheiro, dinheiro e mais dinheiro”) para quem tiver fé suficiente para ofertar R$ 1.000,00 para o Malafaia;
- uma bênção especial (dobrar o seu negócio) para os empresários de maior poder de fogo financeiro e que podem, por isso, ofertar R$ 12.000,00;
- possibilidade de parcelar a oferta;
- ameaças de “rebeldia” a quem não ofertar imediatamente;
- possibilidade do ofertante ganhar um livro inteiramente “grátis”.
O Murdock, tentando “espiritualizar” o negócio gospel fez algumas orações, inclusive repreendendo as doenças. Porém, o cerne da sua pregação foi o livro “O Desígnio”, usado como base de toda a sua pregação, e qualificado, pelo próprio pregador, como “poderoso”, “não há nada igual no mundo”, “inacreditável enciclopédia” (nem o tradutor teve coragem de traduzir literalmente, então traduziu só como enciclopédia), “não é possível viver sem ela (a ‘enciclopédia’)”, quem a tiver “nunca mais terá noites sem sono” e não deverá nunca mais ficar longe do tal livro, que deve ser ensinado aos filhos, à família e aos amigos, pois tem grandes poderes para mudar a vida de quem o lê e o segue.
Enfim, a dupla mercenareja Murdock e Malafaia descobriu um livro melhor do que a Bíblia, que durante toda a pregação ficou relegada à mesa de centro.
O mais triste de tudo é que tal pregação foi feita no programa de um pastor que se gaba de ter mais de 30 anos de ministério, e que possui uma editora que vende várias versões da Bíblia. Será que ele nunca leu e entendeu pelo menos uma das versões que ele mesmo vende?
Humanamente falando, parece muita burrice gospel. Mas não é tão simples assim.
“Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino, que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas. Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério.” – 2 Timóteo 4:1-5
Ninguém mais quer ouvir a Sã Doutrina, nem mesmo o Malafaia. Se ele a ouvisse, teria que abrir mão das suas riquezas e reparti-las entre os pobres. Não precisaria ficar pobre, mas não ficaria tão milionário como hoje. Mas quem, depois que sentiu o gostinho do dinheiro, deseja se desfazer (mesmo que de uma parte) para fazer a vontade de Deus?
Veja, no link “Série Desafio do Malafaia“, o relato das pregações de Murdock e Morris Cerullo desde 2009, quando começaram a ser convidados pelo Silas Malafaia. A fórmula é sempre igual: 3 bênçãos especiais para quem dá a grande oferta pedida. Das 3 bênçãos, 2 costumam ser diferentes em cada pregação, mas uma é sempre a mesma: promessa de grandes ganhos financeiros. Por favor, confira você mesmo e me diga: em qual passagem bíblica Jesus nos chama a ser ricos?
O contrário, porém, é fácil de achar. Vemos Jesus dizendo ao pobre rico para dar tudo aos pobres e segui-Lo; vemos Zaqueu, arrependido de seus feitos, dizendo a Jesus que daria metade de seus bens aos pobres e restituiria quatro vezes mais a quem roubou; vemos Jesus sendo descrito como Aquele que, de tão “rico” que era, não tinha nem uma pedra onde recostar a cabeça, fora que nasceu numa manjedoura de animais (não deveria, como exemplo da “riqueza” de Deus, ter nascido num palácio?); no monte, Jesus fez seu mais famoso sermão, onde chama de bem-aventurados, de felizes, os pobres, os aflitos, os injustiçados. Nesse sermão, onde Jesus chama de bem-aventurados os que buscam as riquezas materiais?
Essas coisas e muitas outras mais estão nas Bíblias que são editadas pela empresa do Silas Malafaia, mas como previsto pelo apóstolo (de verdade) Paulo, “virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas”.
Esse tempo previsto pelo Apóstolo Paulo chegou. Por isso, segundo suas próprias instruções: “Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino, que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.”
E mais: “sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério.”
Exortar figuras que se acham tão ricas e importantes, como é o caso do Malafaia, traz muitas aflições para o verdadeiro cristão. Mas esse ministério precisa ser cumprido, custe o que custar, pois Jesus está às portas.
Abaixo o vídeo com trechos da pregação. É de fazer chorar aqueles que verdadeiramente seguem a Cristo.
(Fonte: Blog Estrangeira)
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“O cara que vende bençãos toda hora, só mente pro povo falando em vitória. Só pensa em riqueza e esquece da cruz, seu guia é Murdock, e não Cristo Jesus. – Essa cara Sou Eu! (Silas Malafaia)”. Deu vontade de parodiar (risos).
Se “esse cara” é o Malafaia, a minha cara vai ao chão!
Por Vera Siqueira
Abro o caderno Ilustrada da Folha de São Paulo de hoje, e olha a notícia com a qual me deparo, na coluna da Mônica Bergamo:
ESSE CARA SOU EU
O pastor Silas Malafaia tem almoço marcado com Amauri Soares, diretor de eventos da Globo, no dia 9. O evangélico diz que “nenhum pastor teve mais contato com a Globo do que eu” e chama a comitiva da Concepab (confederação nacional de pastores) que visitou os estúdios da emissora em novembro de “ilustríssimos desconhecidos”. “Falei isso com o Amauri [por telefone].”
Fonte: Folha de São Paulo
Minha cara foi ao chão, de vergonha. De vergonha alheia e de vergonha pessoal, pois é vergonhoso ver alguém que se diz cristão fazer um papel desses, numa clara demonstração de orgulho besta, arrogância e vaidade.
“Nenhum pastor teve mais contato com a Globo do que eu”. E se isso for verdade, E DAÍ???? No que a quantidade de contato com a Vênus Platinada colabora para a edificação do caráter de um cristão? O Malafaia falando uma asneira dessas me lembra a birra de um moleque de 5 anos, que todo cheio de si diz para seu amiguinho: “minha casa é maior que a sua” ou “a professora fala mais comigo do que com você”. Só que uma criança de 5 anos não tem a carga de experiências que um senhor na idade do Malafaia tem. E isso torna sua demonstração de prepotência e arrogância ainda mais grave.
Sem falar que isso destoa totalmente dos ensinamentos de Jesus Cristo.
Ou alguém que já leu a Bíblia pode supor que Jesus algum dia agiu dessa forma? Ao contrário, não vejo onde Jesus se arrogava de ter conversado com Nicodemus ou com qualquer outro líder de sua época. Quando interpelado por Pôncio Pilatos, mesmo tendo sua vida em jogo, Jesus manteve sua posição. Já Malafaia, se estivesse em seu lugar, ficaria todo pimpão, afinal o representante de César tinha falado com ele!!!
Chamar os pastores da Concepab de “ilustres desconhecidos”, na tentativa de desmerecê-los (afinal, em tese, eles estão em pé de igualdade com o Malafaia no quesito amizade com a Globo) foi ainda mais feio. Lembrando da criança de 5 anos, é como se ela dissesse “eu sei que a professora também falou com você, mas ela gosta mais de mim do que de você porque eu sou o cara”. Aliás, não sei como alguém consegue dar tanto tiro no pé sendo protagonista de um texto de tão poucas linhas.
Que vergonha, Malafaia!!! E pior ainda, envergonhando o Evangelho perante os que estão no mundo, muitos dos quais nunca serão alcançados por conta dos escândalos que os líderes-cães-gulosos fazem, na busca de benefícios pessoais com a utilização do Sagrado nome de Deus…
E pensar que o verdadeiro cristão FOGE das honrarias pessoais, ainda mais quando relacionadas ao serviço que faz a Deus…
“E houve também entre eles contenda, sobre qual deles parecia ser o maior. E ele lhes disse: Os reis dos gentios dominam sobre eles, e os que têm autoridade sobre eles são chamados benfeitores. Mas não sereis vós assim; antes o maior entre vós seja como o menor; e quem governa como quem serve.” – Lucas 22:24-26
Mais do que nunca,
Voltemos ao Evangelho puro e simples,
O $how tem que parar!
P.S.: No próximo sábado o Malafaia já anunciou a presença de Mike Murdock em seu programa de tv. Prevejo mais um estelionato gospel. Segurem suas carteiras.
P.S.2: Vejam a notícia que está logo abaixo da vergonha do Malafaia na Folha de São Paulo de hoje:
TAMO JUNTO
Soares -responsável na Globo por dialogar com religiosos- também tem se encontrado com representantes da Igreja Católica e de crenças afro, por causa de um ato pela tolerância religiosa, no dia 21, no Rio. Promovido pela Globo, o evento reunirá umbandistas, hare krishnas, católicos, espíritas, budistas, wiccans, ciganos, seguidores do Santo Daime, judeus, muçulmanos, ateus e agnósticos. Padre Omar, que cuida do Cristo Redentor, fará show.
Pois é, líderes e cantores gospel, sua “evangelização” na Rede Globo está trazendo grandes resultados pro reino… das trevas.
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Fonte: Uma estrangeira no mundo














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